Archive for the ‘arquitetura’ Category
sexta-feira, novembro 13th, 2009
Abaixo você verá um webcast direto do site da Autodesk, onde, de forma bastante direta e didática, mostrará como e quais as principais vantagens de implementar o Revit Architecture em seu escritório/ empresa.
http://www.adskmedia.com/top-tips_revit_port/
Muitas pessoas que fazem cursos de Revit têm tido problemas para começar a colocá-lo em uso no seu escritório e no dia a dia de projetar. Este fenômeno pode ocorrer por vários fatores:
- Falta de tempo para colocá-lo em prática;
- Medo de agregá-lo ao processo de projetar e gerar colapso na empresa/ escritório;
- Falta de dimensão dos reais benefícios e perdas com sua implantação ou não;
- Falta de treinamentos consistentes, apoio ou treinamentos super dimensionados para iniciantes
- Falta de noção de urgência do momento, em que novas tecnologias começam a dominar o mercado e muitos ainda se encontram céticos
O fator treinamento é crucial para se começar bem na estrada Revit, que é longa. Muitos cursos hoje pecam por querer passar um conteúdo excessivo, deixando o profissional perdido, com uma carga de informações muito maior do que aquilo que ele precisa para começar a obter resultados imediatos em seus projetos. Assim, acreditamos que cursos mais dosados e divididos, que dêem ferramentas para aplicação imediata, são uma solução mais interessante para o aluno, pois ele, se sentirá recompensado e seguro a colocar em prática aquilo que ele aprendeu e mesmo que sinta que há deficiências, estas estarão claras. Desta forma ele poderá definir como deseja se capacitar para complementar seus conhecimentos e quando.
É fato que para se fazer um projeto completo no Revit, são necessários conhecimentos consistentes. Para se configurar um template e conseguir finalizar o projeto sem depender do Autocad são necessários uma série de planejamentos, configurações, etc, para que seu projeto possa ser finalizado corretamente no Revit, sem depender do Autocad. Mas se isto é um processo a ser atingido, há que se buscar. Há muitos projetistas que podem sentir-se confortáveis em finanlizar o projeto no Autocad, pelo menos por um tempo. E isto já representará um bom ganho de tempo. Só de não ter que passar horas fazendo cortes, fachadas, telhados, escadas, etc. Mesmo que você não consiga finalizar seu projeto totalmente no Revit, você já terá inúmeros benefícios, desenvolvendo o projeto no Revit e finalizando-o no AutoCAD. Isto por que grande parte do trabalho que em geral é feito no AutoCAD, é basicamente desenho, sendo que no Revit, isto passa a ser atividade de desenvolvimento, sendo os desenhos e outras informações, geradas paralelamente, de forma progressiva e atualizada em tempo real. Assim, se ganha consistência, concentrando-se nas soluções do projeto e não em gerar desenhos.
Assim, defendemos cursos mais divididos, onde o aluno aprende aquilo que vai colocar em prática naquele momento, buscando informações complementares, à medida que ganha mais consistência e proficiência no software. Isto se dá de forma natural, pois à medida que o profissional consegue alguns resultados, buscará mais produtividade e domínio do software. Assim, após este primeiro contato e experiências, terá entendido a filosofia do software, estando apto a galgar um novo degrau.
Em nossa visão, esta é a forma mais adequada de se iniciar no conhecimento de softwares, onde mini cursos práticos e diretos, trazem bastantes resultados aos usuários. Sendo que ao final, o resultado pode ser o suficiente para o aluno, ou ele buscará mais informações e treinamentos, naturalmente.
Seguindo nesta filosofia, para se conseguir resultados e implantar o software em sua empresa, o CADaula propõe um roteiro, onde se começa com um curso básico, onde um projeto residencial é desenvolvido, passando-se pelas principais etapas deste. Após esta etapa, o profissional poderá fazer novos cursos, bem como executar projetos em parceria com o CADaula, onde terá maior segurança para finalizá-lo e aprender técnicas de padronização na prática. Neste momento o profissional poderá fazer um curso voltado a se entender mais especificamente como se trate a questão de padronização de projetos no Revit Architecture, com vistas a se criar um template específico para suas necessidades. Há todo um percurso a ser seguido, onde detalharemos melhor em outra ocasião. Já estamos desenvolvendo trabalhos e cursos neste sentido.
Henrique Hermeto é responsável pelo site WWW.cadaula.com.br onde desenvolve treinamentos presenciais e a distância em diversos softwares, inclusive o Revit Architecture.
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quinta-feira, setembro 24th, 2009
Reciclagem retratará as comunidades pela arte

Em Brasília, o grupo espanhol Basurama faz pesquisa com o apoio do Instituto Cervantes, UnB e Cufa para a realização de oficinas artísticas em comunidades carentes do DF. O objetivo é representar os 50 anos da capital por meio do entulho.
O lixo produzido nas cidades pode ser revelador. Representa o grau de consumo e o nível econômico da população, além da forma como o Estado e a sociedade lidam com a destinação dos resíduos e a preservação do meio ambiente. Nas mãos do grupo espanhol Basurama (basura, em espanhol, quer dizer lixo), no entanto, o significado do material vai mais além. Vira forma de expressão. Desde quarta-feira (16 de setembro) dois integrantes do grupo espanhol Basurama, que trabalha com resíduos e outros materiais encontrados nas ruas, estão ministrando oficinas que visam exercitar o imaginário das pessoas na intenção de que elas criem uma imagem urbana que possa representar as suas comunidades, e por meio da qual possam se identificar.
O trabalho faz parte das comemorações dos 50 anos de Brasília e visa confrontar a relação entre as comunidades situadas na periferia do Distrito Federal e o Plano Piloto, comparando os resultados obtidos entre si. Nos dias 21 e 22 de setembro, o Basurama orientou um grupo de jovens em Itapoã. Nos dias 23 e 24 de setembro (quarta e quinta-feira), das 10h (atividade) às 18h (construção coletiva no espaço público) será a vez de Arapoanga.
No início de agosto, o grupo visitou Arapoanga, a Estrutural, Itapoã e o Lixão para conhecer as áreas, detectar situações, visitar pessoas e desenvolver a pesquisa. Agora voltou para realizar as ações que serão documentadas em vídeo pelo Instituto Cervantes e, no dia 26, mostradas em uma exposição no próprio Instituto. O evento é realizado pelo Instituto Cervantes, Casa da Cultura da América Latina da UnB (CAL) e a Central Única de Favelas (CUFA)/DF.
Na primeira visita ao aterro da Estrutural, o arquiteto Miguel Mister viu mais do que uma montanha de lixo. “Tínhamos uma visão da cidade ideal, modelo de progresso. Mas, como a maioria dos centros urbanos, aqui há uma série de contradições”, comentou ele, diante do mau cheiro, das condições precárias de trabalho e sob os urubus que circulavam no lugar. O membro do Basurama, fundado em 2001 por nove estudantes de Arquitetura da Universidade Politécnica de Madrid, explica que vai levar essas impressões para o trabalho com jovens da Estrutural e dos bairros de Planaltina Arapoanga e Itapoã.
Miguel Mister e Ângela Leon destacam a importância de investimentos em coleta seletiva
“Queremos conhecer o olhar das pessoas que vivem aqui por meio das sensações que elas sentem diante da cidade”, comentou. E para expressar esses sentimentos, lixo. Muito lixo. De garrafas pets a sofás velhos. “Vamos estimular a criação de objetos que representem Brasília e fazer exposições itinerantes em diversos pontos, inclusive no Plano Piloto”, comentou Ângela Leon, colaboradora do Basurama.
O grupo, que já rodou o mundo com intervenções em espaços públicos está em Brasília para ministrar oficinas gratuitas, programadas para ocorrer entre os dias 18 e 25. “Estamos empolgados com o convite”, completou León.
Alguns objetos de arte reciclada pelo lixo:

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Lixo universal – Qual a cara do lixo de Brasília?
O olhar treinado do Basurama indica um material diversificado. “Aqui tem de tudo, o que mostra as diversas facetas de uma cidade consumista”, disse Miguel, que comparou o aterro ao das capitais da República Dominicana, Santo Domingo, e do Paraguai, Assunção. “Em Madrid vemos um lixo mais elitista, como mobília e objetos pessoais, já em Montevidéu (capital do Uruguai), pela condição econômica, o lixo é mais simples, como garrafas, latas e papelão”, explicou.
Mas não foi só o lixo de Brasília que chamou a atenção dos espanhóis. A imagem do descaso social no Lixão da Estrutural também marcou os membros do Basurama. “É preciso investir na coleta seletiva e diminuir a produção de lixo. Se o Estado e cada um de nós fizesse a sua parte em casa, essas pessoas não precisariam trabalhar dessa forma”, observou ele, visivelmente espantado com a situação desumana do aterro próximo à Taguatinga. Hoje, existem cerca de 1,6 mil catadores na Estrutural, divididos em cinco cooperativas.
Brasília 50 anos
A vinda do Basurama à Brasília faz parte das comemorações pelos 50 anos da cidade, celebrado em 21 de abril de 2010. “Mais do que a produção artística, o trabalho envolve a reflexão sobre a produção excessiva de lixo na capital e a importância do trabalho dos catadores na preservação do meio ambiente”, comentou a diretora da Casa de Cultura da América Latina (CAL/UnB), Ana Queiroz, que destacou a importância do intercâmbio de conhecimento com outros países. O projeto é uma parceria entre a CAL, ligada ao Decanato de Extensão da UnB, o Instituto Cervantes e a Central Única de Favelas (Cufa-DF).
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sexta-feira, julho 10th, 2009

Texto extraído de – http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp
No início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições que se esgotaram quase imediatamente. Participantes e palestrantes de inúmeros países estiveram presentes.
(mais…)
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sexta-feira, julho 10th, 2009

Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures
Leia a matéria completa na Piniweb
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