<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>BLOG.CADAULA &#124;&#124; apoio a CADAULA.com.br &#124; Arquitetura, Design de interiores, CAD e tecnologia , cursos de Autocad, cursos de Sketchup, cursos de Revit Architecture, maquetes eletronicas, projetos, tutoriais passo a passo, ensino a distancia, estruturas metalicas &#187; Novas tecnologias</title>
	<atom:link href="http://blog.cadaula.com.br/category/arquitetura/novas-tecnologias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.cadaula.com.br</link>
	<description>Cursos de Autocad, sketchup, Revit e outros CADs. Arquitetura, engenharia, construção e design de interiores.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Jan 2012 02:08:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Arquitetura Dinâmica</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2012/arquitetura-dinamica/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2012/arquitetura-dinamica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 02:14:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Abigail Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=1810</guid>
		<description><![CDATA[Bala Veja que interessante o projeto contemporâneo de David Fisher fundindo sustentabilidade, tecnologia e criatividade http://www.arquitetonico.ufsc.br/arquitetura-dinamica De uma olhada no video:  http://youtu.be/n-3g9fs03t0]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em><a href="http://youtu.be/g3KOt0lGuJ4">Bala</a></em></div>
<div><em> </em></div>
<div><em>Veja que interessante o projeto contemporâneo de David Fisher fundindo sustentabilidade, tecnologia e criatividade</em></div>
<div><a href="http://www.arquitetonico.ufsc.br/arquitetura-dinamica">http://www.arquitetonico.ufsc.br/arquitetura-dinamica</a></div>
<div>
<div id="attachment_1811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 457px"><a href="http://www.arquitetonico.ufsc.br/arquitetura-dinamica"><img class="size-full wp-image-1811 " src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Blog-42.jpg" alt="Muito interessante" width="447" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Esquema de rotação do edifício</p></div>
<p>De uma olhada no video:  <a href="http://youtu.be/n-3g9fs03t0">http://youtu.be/n-3g9fs03t0</a></p>
</div>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1810&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2012/arquitetura-dinamica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SolidFace promete ser um marco na história dos softwares de CAD.</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2011/cadsolidface/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2011/cadsolidface/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 11:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SolidFace CAD</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[2d]]></category>
		<category><![CDATA[3d]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Autocad]]></category>
		<category><![CDATA[CAD]]></category>
		<category><![CDATA[interiores]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[planta civil]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=1401</guid>
		<description><![CDATA[A empresa SolidFace Parametric Modeler (antiga Uniopen®) lançou agora no final de outubro seu novo software CAD paramétrico, chamado SolidFace. O SolidFace é um software CAD 2D/3D modelador de sólidos paramétrico com histórico construtivo. Algumas de suas características principais são: edição de features e comandos em qualquer etapa do projeto, montagem de conjuntos, simulação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa SolidFace Parametric Modeler (antiga Uniopen®) lançou agora no final de outubro seu novo software CAD paramétrico, chamado <a href="http://www.solidface.com.br" target="_blank">SolidFace</a>.</p>
<p>O SolidFace é um software CAD 2D/3D modelador de sólidos <a href="http://www.solidface.com.br/br/parametrizacao/" target="_blank">paramétrico</a> com histórico construtivo. Algumas de suas características principais são: edição de features e comandos em qualquer etapa do projeto, montagem de conjuntos, simulação de movimento, etc. Além da modelagem 3D, permite a criação de projetos totalmente em 2D, como peças mecânicas, plantas civis, layouts, etc.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<div id="attachment_1403" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2011/11/house_solidface-cad1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1403  " src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2011/11/house_solidface-cad1-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Casa modelada no SolidFace.</p></div>
<p>Em geral, destaca-se pelo seu núcleo gráfico Parasolid® (Siemens® PLM Software, Inc.). Sua forte parametrização juntamente com a associatividade do sistema, elimina processos repetitivos e sequenciais, o que proporciona ganhos significativos de produtividade e custo.</p>
<p>O SolidFace é ideal para todos os tamanhos de empresa, inclusive para autônomos. Por isso, é o primeiro software da área a disponibilizar treinamento inteiramente gratuito. Utilizando a tecnologia <a href="http://www.solidface.com.br/moodle" target="_blank">EAD</a> (Ensino a Distância) oferece a seus usuários vídeo-aulas com áudio, além de uma vasta documentação que engloba teoria e prática.</p>
<p>Outro diferencial do SolidFace é seu custo, em média 70% inferior ao da concorrência. Com o objetivo de atender e superar as expectativas dos clientes oferece produtos de baixo custo, máxima performance, confiabilidade e alto valor agregado.</p>
<p>Para conhecer melhor o software de CAD, faça o <a href="http://www.solidface.com.br/br/cad_download/">download</a> gratuito válido por 30 dias.</p>
<p><a href="http://www.solidface.com.br/br/" target="_blank">Saiba mais</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/SolidFaceCAD"><img src="http://twitter-badges.s3.amazonaws.com/t_logo-b.png" alt="Siga SolidFaceCAD on Twitter" /></a></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1401&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2011/cadsolidface/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CVR Digitais &#8211; Worshops criações visualizações digitais</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2011/cvr-digitais-worshops-criacoes-visualizcoes-digitais/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2011/cvr-digitais-worshops-criacoes-visualizcoes-digitais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 02:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Autodesk]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=1200</guid>
		<description><![CDATA[A UNB, no seu departamento de engenharia, sediou recentemente uma workshop com temas bastante relevantes sobre o universo da computação gráfica, tendo um panorama da últimas tecnologias e os pesquisadores brasileiros com trabalhos relevantes. Estivemos presentes e ficamos bastante satisfeitos com os andamentos das palestras e qualidades nos temas abordados. Sugiro pesquisas sobre os nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A UNB, no seu departamento de engenharia, sediou recentemente uma workshop com temas bastante relevantes sobre o universo da computação gráfica, tendo um panorama da últimas tecnologias e os pesquisadores brasileiros com trabalhos relevantes. Estivemos presentes e ficamos bastante satisfeitos com os andamentos das palestras e qualidades nos temas abordados. Sugiro pesquisas sobre os nomes da lista abaixo, pois poderão lhe abrir muitas novidades deste universo.</strong></p>
<h2>Pré-Workshop (nivelamento) 		quarta-feira, dia 24 de agosto</h2>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="0" width="400">
<tbody>
<tr>
<td><strong>09h–10h30</strong></td>
<td>Computação Gráfica/Modelagem 3D</p>
<p>Eleudo Esteves Junior</p>
<p>L-VIS/EnC-UnB</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h30–12h</strong></td>
<td>Realidade Virtual e Aumentada</p>
<p>Edison Ferreira Pratini</p>
<p>L-VIS/EnC-UnB</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h–14h</strong></td>
<td>Almoço</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h–15h30</strong></td>
<td>BIM</p>
<p>Evangelos Christakou</p>
<p>RGV/EnC-UnB</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h30–17h</strong></td>
<td>Prototipagem</p>
<p>Lenildo Santos da Silva</p>
<p>RGV/EnC-UnB</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h–18h30</strong></td>
<td>Geoprocessamento</p>
<p>Wagner Santos de Almeida</p>
<p>RGV/EnC-UnB</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Workshop &#8211; 1º dia  quinta-feira, dia 25 de agosto</h2>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="0" width="400">
<tbody>
<tr>
<td><strong>09h–10h</strong></td>
<td>Inscrições e recepção</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h-10h30</strong></td>
<td>Abertura &#8211; Diretor da FT</p>
<p>Prof. Antônio César P. Brasil Júnior</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h30–12h </strong></td>
<td>Conferência Tecnologias digitais de</p>
<p>criação, representação e visualização</p>
<p>no processo de projeto</p>
<p>Marcelo Knörich Zuffo</p>
<p>Poli/USP</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h–14h</strong></td>
<td>Intervalo para almoço</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h–15h40</strong></td>
<td>Palestra: Realidade Aumentada</p>
<p>Roseli de Deus Lopes</p>
<p>Poli/USP</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h40–16h</strong></td>
<td>offee break</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h–17h40</strong></td>
<td>Palestra: Geoprocessamento</p>
<p>Laércio Massaru Namikawa</p>
<p>INPE</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>18h</strong></td>
<td>Coquetel de boas vindas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>Workshop &#8211; 2º dia  sexta-feira, dia 26 de agosto</h2>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="0" width="400">
<tbody>
<tr>
<td><strong>09h–10h30</strong></td>
<td>Palestra: Computação gráfica</p>
<p>e visual</p>
<p>Ismael H. dos Santos</p>
<p>Petrobrás/CENPES</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h30–10h50</strong></td>
<td>Coffe break</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>10h50–12h20</strong></td>
<td>Palestra: Fotogrametria</p>
<p>Arivaldo Leão de Amorim</p>
<p>FAU/UFBA</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>12h20–14h</strong></td>
<td>Intervalo para almoço</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>14h–15h40</strong></td>
<td>Palestra:  BIM</p>
<p>Eduardo Toledo Santos</p>
<p>Poli/USP</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>15h40–16h</strong></td>
<td>Coffe break</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>16h–17h30</strong></td>
<td>Palestra:  Prototipagem</p>
<p>Gabriela Celani</p>
<p>Unicamp</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h30–19h</strong></td>
<td>Painel Recursos Tecnológicos</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>19h</strong></td>
<td>Encerramento do Workshop</p>
<p>e sorteio de brindes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1200&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2011/cvr-digitais-worshops-criacoes-visualizcoes-digitais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revit é citado no Correio Braziliense como a nova era em termos ferramentas para projetos</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2010/revit-e-citado-no-correio-braziliense-como-a-nova-era-em-termos-de-se-projetar/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2010/revit-e-citado-no-correio-braziliense-como-a-nova-era-em-termos-de-se-projetar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 00:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Cadaula]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Revit Architecture]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=1084</guid>
		<description><![CDATA[Um frenesi comparado ao lançamento do Autocad há mais de 25 anos atrás, é o que acontece nos dias de hoje, com o novo modelo de se projetar arquitetura usando softwares BIM, cuja principal estrela do momento é o Revit Architecture, software da Autodesk, mega empresa do ramo de tecnologia e softwares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um frenesi comparado ao lançamento do Autocad, há mais de 25 anos atrás, é o que acontece nos dias de hoje, com o novo modelo de se projetar arquitetura usando softwares BIM, cuja principal estrela do momento é o Revit Architecture, software da Autodesk, mega empresa do ramo de tecnologia e softwares.</p>
<p>Finalmente, com esta matéria, este novo ambiente deve sensibilizar arquitetos, construtores e empreiteiros. Nós que trabalhamos com ele já faz algum tempo, estávamos esperando uma nova corrida para esta tecnologia, pois, assim como aconteceu com o Autocad, espermaos que este software passe a ser usado por mais e mais pessoas. Criandosoluções, padrões e tudo mais, tornar-se-ão mais correntes, criando um ambiente mais consolidado.</p>
<p>“Isto é tudo que esperamos, pois quando precisamos de um cadista que trabalhe com  Revit, é um deus nos acuda. Poucos, ou pouquíssemos, sabem usar o software e suas potencialidades”.</p>
<p>E que potencialidades são essas? E como usá-las.</p>
<p>Para começar, não ter que acabar o projeto no Autocad, ou seja, apresentá-lo ao nível de executivo no Revit. E isto é um desafio a se conquistado pouco a pouco. Não adianta falar: “este projeto vou concluir totalmente no Revit e com todos os detalhes” hahah, há vai&#8230;estudou bastante, colega? Fez quantos cursos?</p>
<p>O conselho é ir devagar e com consistência e ir aplicando novas necessidades e soluções a cada projeto. Você pode pegar um projeto e buscar tirar as listas de quantitativos. Num outro, além disso, acrescente melhorar o nível de seus detalhes. No outro, busque aproximar sua apresentação o mais perto de uma feita com o Autocad. E assim por diante.</p>
<p>O Revit está aí para ficar e o melhor é entrar logo neste jogo. Quem já entrou sabe os benefícios dos primeiros projetos e o quanto é duro conquistar degraus. Mas vale a pena. Seu curriculm, seus projetos, suas soluções, o mercado, todos serão beneficiados.</p>
<p>Os tempos são outros e é preciso aprender a aprender!</p>
<p>Vamos à luta!</p>
<p>Henrique Hermeto – WWW.cadaula.com.br</p>
<p> </p>
<p>Abaixo a matéria completa foi publicada no jornal Correio Brasiliense, jornal que circula em Brasília e algumas capitais, em meados de Maio de 2010&#8230;<br />(comentários são bem-vindos)</p>
<p> </p>
<p>“Mais importante do que a arquitetura é estar ligado ao mundo”, disse, certa vez, Oscar Niemeyer, responsável pelo maior projeto modernista já consolidado. E se o criador de Brasília estiver mesmo certo, os arquitetos precisam estar sempre de olho nos novos recursos da profissão. Softwares e máquinas de prototipagem 3D que já são comuns em escritórios de arquitetura do exterior começam a chegar timidamente a empresas brasileiras. Junto a eles, o adeus ao popular Autocad e uma verdadeira revolução na forma de conceber e executar projetos arquitetônicos.</p>
<table border="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p> </p>
</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>No Guggenheim de Bilbao, &#8220;cada quadradinho&#8221; foi   feito com modelos em 3D: é a chamada &#8220;fabricação digital&#8221;</p>
</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tudo começa na hora do esboço. Os programas de desenho que deram lugar às pranchetas na década de 1990 agora oferecem ferramentas específicas para o trabalho do arquiteto. Por incrível que pareça, o Autocad não foi inventado para atender às necessidades dos profissionais do traço; foi apenas adaptado da indústria para os escritório de arquitetura. O software da vez se chama Revit. Fabricado pela mesma empresa do Autocad, o Revit é uma ferramenta de desenho paramétrico em 3D. Isso significa que os arquitetos podem elaborar projetos a partir de padrões armazenados na biblioteca do programa. Podem testar materiais, texturas, tamanhos e configurações de todos os tipos até achar o melhor resultado.</p>
<p>“A graça desse software é que ele promove a integração das diversas áreas envolvidas do projeto. O arquiteto já pensa em três dimensões e o cliente recebe o arquivo com o quantitativo de material que será utilizado. É uma simulação da realidade”, afirma o arquiteto chileno Rodrigo Scheel, 32 anos, que foi contratado por um escritório de Brasília para estudar o Revit e desenvolver a biblioteca do software na empresa. Rodrigo explica que o aplicativo também simplifica o trabalho dos arquitetos porque tudo fica armazenado em um arquivo só. Hoje, os profissionais usam o Autocad para desenhar em duas dimensões e outro programa para modular em 3D.</p>
<p>Professor da Architectural Association, escola de arquitetura de Londres, na Inglaterra, o brasileiro Franklin Lee <strong>(1)</strong>, 42 anos, também é adepto do desenho paramétrico. A diferença é que Lee usa o software de modelagem Rhinoceros — não específico para arquitetos, mas que produz resultados semelhantes. O professor ressalta que, além da integração, os programas desse tipo permitem a chamada simulação ambiental. Na tela do computador, é possível melhorar o projeto com base na direção do edifício, dos ventos e da luz solar, aproveitando ao máximo os recursos naturais e reduzindo o uso do ar-condicionado, por exemplo.</p>
<p>“Mesmo quem ainda tem resistência ao uso dessas ferramentas precisa concordar que isso é importante. As questões ambientais dizem respeito a todas as gerações”, diz Franklin Lee. O arquiteto usa o exemplo do prédio da Biblioteca Nacional, na Esplanada dos Ministérios. A brise-soleil (na tradução literal, quebra-sol) do edifício, afirma Lee, poderia ter sido mais bem adaptada à realidade do clima de Brasília. “Se eu estivesse com esse projeto, não teria feito todas as brise-soleil iguais. Com formatos diferenciados, elas poderiam reduzir mais o calor”, comenta. Uma construção famosa que foi projetada com arquitetura parametrizada é o Estádio Nacional de Pequim, na China, o Bird`s Nest (Ninho de pássaro, em inglês).<br /> <strong><br /> </strong><strong>Formas únicas</strong><br /> A complexidade do estádio se deve também ao uso de máquinas de prototipagem 3D na arquitetura. A chamada fabricação digital permite que comandos do computador definam formas refinadas, cada uma diferente da outra. A técnica, conhecida como CNC (Controle Numérico por Computador), já era utilizada na indústria — desde celulares até aviões — e começou a ser adotada para a confecção de maquetes. Hoje, já existem os primeiros edifícios feitos totalmente dessa forma. No Museu Guggenheim Bilbao, na Espanha, por exemplo, cada “quadradinho” do prédio foi esculpido por uma máquina de CNC.</p>
<p>Dono de uma empresa de prototipagem rápida, o arquiteto Igor Lacroix, 28 anos, já elaborou peças de design únicas que chegaram a ser expostas em feiras de arte. “Há 10 anos, o custo dessa tecnologia era enorme, só as grandes indústrias usavam. De uns três ou quatro anos para cá, isso tem ficado mais acessível. Ainda não é uma realidade na arquitetura, mas será, em um futuro próximo”, aposta. “Existe até uma corrente que acredita que, em breve, seremos todos arquitetos-programadores”, completa Igor.</p>
<p>As novas ferramentas também gerarão impactos em toda a cadeia envolvida em uma construção. Os programas de desenho paramétrico vão, a grosso modo, delimitar até onde o arquiteto pode ir. A possibilidade de testar materiais e medidas também facilitará o trabalho dos engenheiros. “O projeto em 3D já vem com as vigas e pilares no lugar certo. O que o engenheiro vai fazer é conferir se essa estrutura está mesmo correta”, exemplifica o arquiteto Rodrigo Scheel.</p>
<p>“Os softwares de desenho paramétrico reduzem custos, geram uma forma complexa que é totalmente racional e que realmente responde aos problemas da arquitetura”, destaca o arquiteto venezuelano Ernesto Bueno, que estará em Brasília neste fim de semana para dar um curso sobre arquitetura parametrizada. O desafio, dizem especialistas, é fazer com que todas as novidades sejam implantadas na cadeia construtiva. “O principal problema de implantação é criar o hábito do uso. E isso demanda um investimento alto <strong>(2)</strong>, que muitas empresas não estão dispostas a fazer”, destaca Rodrigo.</p>
<p>Para a professora Beatriz de Abreu e Lima, que ministra a disciplina Projeto de Arquitetura no UniCeub, o poder não está somente nas ferramentas, mas na forma como elas são utilizadas. “Com esses novos recursos, tanto podemos construir um ícone estapafúrdio quanto um edifício pensado para desempenhar uma performance ambiental específica. O importante é perceber que ainda está nas mãos do arquiteto, não há um script já pronto”, diz.</p>
<p><em>A professora Beatriz de Abreu e Lima falou ao Correio sobre as novas tecnologias utilizadas na arquitetura. Beatriz é professora da disciplina de Projeto de Arquitetura, no UniCEUB. Tem mestrado pelo Design Research Laboratory (Laboratório de Pesquisa em Projeto) da Architectural Association School of Architecture, de Londres. Leia:</em></p>
<p><strong>Antigamente, os arquitetos usavam papel e caneta para projetar. Isso ainda existe hoje? Em quais circunstâncias?</strong><br /> O uso de novas ferramentas não invalida nossas tradicionais maneiras de representar, como o croqui, e a representação em projeções, como a planta baixa e o corte, por exemplo. Podemos ter diversas situações onde essas ainda se fazem necessárias e até mais adequadas. É preciso lembrar que o operário em uma obra, muitas vezes, ainda tem dificuldade de compreender essas informações. Para fabricar digitalmente componentes de uma fachada, podemos partir direto para a fabricação digital a partir de uma representação tridimensional. Mas podemos também encaixá-la em um edifício tradicional, que pode ter sido desenhado com plantas baixas e cortes.</p>
<p><strong>Quais as vantagens que o computador trouxe aos arquitetos?</strong><br /> Uma das vantagens é a possibilidade de gerar, exaustivamente, novas possibilidades para uma dada situação, um método de projeto que envolve constante análise e experimentação. Na tentativa de representar a dinâmica da cidade, poderíamos gerar uma animação feita com softwares avançados, mas também poderíamos fazer um storyboard à mão, quadro-a-quadro. Só que esse último levaria mais tempo para ser feito. Hoje em dia, podemos fazer várias soluções em pouco tempo, experimentar mais. Mas é certo que muitos profissionais vão ficar no primeiro e rápido estudo.</p>
<p><strong>O uso de ferramentas tecnológicas já está incorporado aos currículos universitários? Ou o aluno precisa buscar formação em outros lugares?</strong><br /> Estamos passando por uma gradual adaptação para projetarmos digitalmente. A situação atual, na maioria das escolas, é o uso de softwares para representação bidimensional e, por vezes, também de modelagem tridimensional. No entanto, vemos que esses softwares são usados, na maior parte das vezes, apenas para representação do projeto, e não contemplam nenhum método específico de geração digital do projeto. Continuamos a projetar exatamente como há vinte anos atrás, só que, em vez de desenharmos à mão, estamos representando com o computador.</p>
<p><strong>Como mudar isso?</strong><br /> Se não enfrentarmos uma mudança de paradigma nos métodos e estratégias de projeto, ou seja, pensarmos e representarmos de maneira distinta ao que vínhamos fazendo, corremos o risco de ter máquinas moderníssimas, de alta tecnologia, porém utilizar métodos e estratégias de projeto anacrônicos, inadequados para tratar com elas. Por exemplo, para fazer uma maquete física de uma casa cúbica, torna-se desnecessário utilizarmos uma impressora que imprime em três dimensões, esta poderia ser representada facilmente com outros meios.</p>
<p><strong>Há em curso alguma mudança do perfil do profissional da área?</strong><br /> A organização dos arquitetos em equipes maiores. Não é mais o gesto de um só arquiteto, mas a contribuição e a riqueza de uma série de profissionais em colaboração, organizados e identificados como um grupo. Também não podemos subestimar a pesquisa como uma estratégia de projeto atualmente, é o que se chamam de práticas research-based, ou seja, práticas baseadas na pesquisa. Antigamente, havia um corte muito grande entre o que se chamava de arquiteto de prancheta, o arquiteto praticante, com escritório, e o arquiteto acadêmico, teórico. Essas diferenças hoje estão mais equalizadas e difusas.</p>
<p><strong>Existe alguma desvantagem do uso dessas ferramentas por arquitetos em formação?</strong><br /> O encantamento apenas com as formas mirabolantes que podem ser criadas com esses novos recursos e esquecer a função crítica do arquiteto na sociedade. Não há nenhum ganho se utilizamos novas ferramentas e não exercitamos nossa postura crítica e capacidade analítica.</p>
<p><strong>Mesmo com o surgimento de tantos recursos, o arquiteto ainda é fundamental, certo? Por que?</strong><br /> Creio que, para enfrentar as nossas complexas questões sociais, de país emergente, temos que ter cada vez mais ferramentas e estratégias tanto mais sofisticadas quanto mais criativas de projeto, uma maneira de nos aproximarmos da compreensão das nossas realidades. Assim, o poder não está somente nas ferramentas, mas em como as usamos. Com esses novos recursos, tanto podemos construir um ícone estapafúrdio quanto um edifício pensado para desempenhar uma performance ambiental específica. O importante é perceber o arquiteto tem um papel importante e não um script já pronto.</p>
<p><strong>1 &#8211; Talento nacional</strong><br /> O arquiteto paulistano Franklin Lee formou-se nos Estados Unidos e trabalha há 20 anos com computação digital. Ele dá aulas na escola Architectural Association, em Londres, uma das referências na área. Lee, no entanto, passa de seis a sete meses no Brasil, trabalhando com projetos sociais. Em julho deste ano, ele fará uma oficina com seus alunos para a implantação de projetos em três viadutos de São Paulo. A ideia é que, ao fim do workshop, os espaços tenham uma cozinha, um banco e um vestiário.</p>
<p><strong>2 &#8211; “Mãozinha” do governo</strong><br /> O governo do Chile lançou este ano um projeto piloto para incentivar o uso do programa de desenho paramétrico Revit por escritórios de arquitetura e empresas construtoras. Uma agência foi contratada para estudar e elaborar a biblioteca do programa. O resultado será “doado” às empresas interessadas.</p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1084&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2010/revit-e-citado-no-correio-braziliense-como-a-nova-era-em-termos-de-se-projetar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Veja como e por que implementar o Revit Architecture em seu dia a dia de projetos</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/veja-como-e-por-que-implementar-o-revit-architecture-em-seu-dia-a-dia-de-projetos/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/veja-como-e-por-que-implementar-o-revit-architecture-em-seu-dia-a-dia-de-projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 14:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Autodesk]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Revit Architecture]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=1050</guid>
		<description><![CDATA[Abaixo você verá um webcast direto do site  da Autodesk, onde, de forma bastante direta e didática, mostrará como e quais as principais vantagens de implementar o Revit Architecture em seu escritório/ empresa. http://www.adskmedia.com/top-tips_revit_port/ Muitas pessoas que fazem cursos de Revit têm tido problemas para começar a colocá-lo em uso no seu escritório e no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo você verá um webcast direto do site  da Autodesk, onde, de forma bastante direta e didática, mostrará como e quais as principais vantagens de implementar o Revit Architecture em seu escritório/ empresa.</p>
<p><a href="http://www.adskmedia.com/top-tips_revit_port/">http://www.adskmedia.com/top-tips_revit_port/</a></p>
<p>Muitas pessoas que fazem cursos de Revit têm tido problemas para começar a colocá-lo em uso no seu escritório e no dia a dia de projetar. Este fenômeno pode ocorrer por vários fatores:</p>
<ul>
<li>Falta de tempo para colocá-lo em prática;</li>
<li>Medo de agregá-lo ao processo de projetar e gerar colapso na empresa/ escritório;</li>
<li>Falta de dimensão dos reais benefícios e perdas com sua implantação ou não;</li>
<li>Falta de treinamentos consistentes, apoio ou treinamentos super dimensionados para iniciantes</li>
<li>Falta de noção de urgência do momento, em que novas tecnologias começam a dominar o mercado e muitos ainda se encontram céticos</li>
</ul>
<p>O fator treinamento é crucial para se começar bem na estrada Revit, que é longa. Muitos cursos hoje pecam por querer passar um conteúdo excessivo, deixando o profissional perdido, com uma carga de informações muito maior do que aquilo que ele precisa para começar a obter resultados imediatos em seus projetos. Assim, acreditamos que cursos mais dosados e divididos, que dêem ferramentas para aplicação imediata, são uma solução mais  interessante para o aluno, pois ele, se sentirá recompensado e seguro a colocar em prática aquilo que ele aprendeu e mesmo que sinta que há deficiências, estas estarão claras. Desta forma ele poderá definir como deseja se capacitar para complementar seus conhecimentos e quando.</p>
<p>É fato que para se fazer um projeto completo no Revit, são necessários conhecimentos consistentes. Para se configurar um template e conseguir finalizar o projeto sem depender do Autocad são necessários uma série de planejamentos, configurações, etc, para que seu projeto possa ser finalizado corretamente no Revit, sem depender do Autocad. Mas se  isto é um processo a ser atingido, há que se buscar. Há muitos projetistas que podem sentir-se confortáveis em finanlizar o projeto no Autocad, pelo menos por um tempo. E isto já representará um bom ganho de tempo. Só de não ter que passar horas fazendo cortes, fachadas, telhados, escadas, etc. Mesmo que você não consiga finalizar seu projeto totalmente no Revit, você já terá inúmeros benefícios, desenvolvendo o projeto no Revit e finalizando-o no AutoCAD. Isto por que grande parte do trabalho que em geral é feito no AutoCAD, é basicamente desenho, sendo que no Revit, isto passa a ser atividade de desenvolvimento, sendo os desenhos e outras informações, geradas paralelamente, de forma progressiva e atualizada em tempo real. Assim, se ganha consistência, concentrando-se nas soluções do projeto e não em gerar desenhos.</p>
<p>Assim, defendemos cursos mais divididos, onde o aluno aprende aquilo que vai colocar em prática naquele momento, buscando informações complementares, à medida que ganha mais consistência e proficiência no software. Isto se dá de forma natural, pois à medida que o profissional consegue alguns resultados, buscará mais produtividade e domínio do software. Assim, após este primeiro contato e experiências, terá entendido a filosofia do software, estando apto a galgar um novo degrau.</p>
<p>Em nossa visão, esta é a forma mais adequada de se iniciar no conhecimento de softwares, onde mini cursos práticos e diretos, trazem bastantes resultados aos usuários. Sendo que ao final, o resultado pode ser o suficiente para o aluno, ou ele buscará mais informações e treinamentos, naturalmente.</p>
<p>Seguindo nesta filosofia, para se conseguir resultados e implantar o software em sua empresa, o CADaula propõe um roteiro, onde se começa com um curso básico, onde um projeto residencial é desenvolvido, passando-se pelas principais etapas deste. Após esta etapa, o profissional poderá fazer novos cursos, bem como executar projetos em parceria com o CADaula, onde terá maior segurança para finalizá-lo e aprender técnicas de padronização na prática. Neste momento o profissional poderá fazer um curso voltado a se entender mais especificamente como se trate a questão de padronização de projetos no Revit Architecture, com vistas a se criar um template específico para suas necessidades. Há todo um percurso a ser seguido, onde detalharemos melhor em outra ocasião. Já estamos desenvolvendo trabalhos e cursos neste sentido.</p>
<p>Henrique Hermeto é responsável pelo site <a href="http://www.cadaula.com.br/">WWW.cadaula.com.br</a> onde desenvolve treinamentos presenciais e a distância em diversos softwares, inclusive o Revit Architecture.</p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1050&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2009/veja-como-e-por-que-implementar-o-revit-architecture-em-seu-dia-a-dia-de-projetos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>New Design</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/new-design-2/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/new-design-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 20:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[decoração]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=983</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-997" title="mail" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mail.jpg" alt="mail" width="226" height="109" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-996" title="mail1" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mail1.jpg" alt="mail1" width="226" height="161" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-987" title="5" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/5.jpg" alt="5" width="202" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-985" title="6" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/6.jpg" alt="6" width="143" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-988" title="10" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/10.jpg" alt="10" width="185" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-989" title="8" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/8.jpg" alt="8" width="224" height="176" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-990" title="11" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/11.jpg" alt="11" width="222" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-992" title="13" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/13.jpg" alt="13" width="226" height="145" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-991" title="12" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/12.jpg" alt="12" width="224" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-994" title="15" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/15.jpg" alt="15" width="226" height="156" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-984" title="4" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/4.jpg" alt="4" width="226" height="163" /></p>
<p><img title="14" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/14.jpg" alt="14" width="143" height="166" /><img title="mail3" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mail3.jpg" alt="mail3" width="116" height="166" /></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=983&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2009/new-design-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Urbanismo ecológico: tema de conferência internacional na Universidade de Harvard</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/urbanismo-ecologico-tema-de-conferencia-internacional-na-universidade-de-harvard/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/urbanismo-ecologico-tema-de-conferencia-internacional-na-universidade-de-harvard/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 19:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=968</guid>
		<description><![CDATA[Texto extraído de  &#8211; http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp No início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Urbanismo Ecológico" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00_01.jpg" alt="" width="501" height="250" /></p>
<p>Texto extraído de  &#8211; http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp</p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">No          início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate          School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou          uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar          Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições          que se esgotaram quase imediatamente. Participantes e palestrantes de          inúmeros países estiveram presentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><span id="more-968"></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A conferência reuniu          um número expressivo de renomados cientistas, pesquisadores, profissionais          e estudantes de diversos campos do conhecimento, como: planejadores urbanos          e regionais, urbanistas, arquitetos, paisagistas, ecólogos, engenheiros,          especialistas em saúde pública e economistas. Participaram também políticos          locais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O evento começou com          duas palestras introdutórias, sobre a situação da vizinha cidade de Boston.          A primeira, dada por Alex Krieger, abordou a história da ocupação do estuário          do Rio Charles e os impactos ambientais que causou. Em seguida foi feita          a apresentação de um “Plano Verde” para renovar Boston. O plano deverá          ser implementado nas próximas décadas. Para isso, foi lançado no dia 30          de março o plano “Renew Boston” (Renova Boston) e o <em>Boston Climate          Action Leadership Commitee </em>(Comitê de Liderança para Ações Climáticas          de Boston), com a presença de Al Gore. O plano é inovador, conta com parcerias          público-privadas e um investimento federal inicial de 6, 5 milhões de          dólares que deverá transformar a cidade em referência de desenvolvimento          sustentável. O prefeito Thomas Menino abriu os trabalhos da conferência          no dia 3 de abril. Vale ressaltar que o primeiro projeto paisagístico          com cunho ambiental que visava sustentabilidade urbana foi feito e parcialmente          implementado por Frederick Law Olmested, ainda no século XIX.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A apresentação de          projetos para enfrentar os problemas causados pelas mudanças climáticas          e aumento do nível do mar dominou as discussões, que foram distribuídas          em mesas redondas, painéis e palestras individuais. Na abertura da conferência          Mohsen Mostafavi, diretor da escola, enfatizou o comprometimento de Harvard          em estar na pesquisa de ponta da sustentabilidade das cidades, das paisagens          e das infraestruturas. Com especial atenção à questão ambiental para mitigar          problemas existentes e os que serão causados pelo aquecimento global em          áreas consolidadas, além de discutir novas possibilidades de ocupação          sustentável para áreas de expansão. Levantou também como o <em>urbanismo          ecológico</em> pode contribuir para espaços democráticos, que acomodem          conflitos e discordâncias. Afirmou ainda que, para ser ecológico o urbanismo          deve respeitar o passado, planejar e projetar espaços urbanos que respondam          às necessidades de sustentabilidade da sociedade atual.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A tônica da interdisciplinaridade          do evento foi dada logo na mesa redonda inicial. Diversas áreas do conhecimento          foram representadas por renomados profissionais e cientistas: Literatura          – Prof. Lawrence Buell, procura compreender através de metáforas questões          históricas e ambientais; Ecologia da Paisagem – Prof. Richard Forman,          é referência mundial nessa área, tem focado na ecologia da paisagem de          diferentes regiões urbanas do mundo; História – Prof. Lizabeth Cohen,          enfoca o consumo e o meio ambiente, como a cultura influencia a história          política e como as cidades podem se sustentáveis para se viver, trabalhar          e divertir; Economia – Prof. Ed Glaeser, pesquisa como as cidades podem          ser economicamente sustentáveis; Saúde Pública – Prof. Nancy Krieger,          enfoca a saúde igualitária onde o ambiente físico e social tem importância          ecológica fundamental, holística; Arquitetura – Toshiko Mori, desenvolve          projetos de edifícios verdes em diversos países; Religião – Donald Swerer,          professor e pesquisador de Estudos Budistas, defende que valores e ética          façam parte da agenda da sustentabilidade. Alex Krieger, planejador e          <em>designer</em> urbano, foi o mediador da mesa.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A discussão alguns          caminhos indicados pelas discussões para o Urbanismo Ecológico foram:          a densificação em grande parte das situações, pois possibilitam áreas          permeáveis com vegetação arbórea de preferência nativa, para favorecer          a biodiversidade; espaços muito projetados em geral são barreiras ao desenvolvimento          de biodiversidade; baixas densidades podem ser interessantes para áreas          de transição com ecossistemas preservados; espaços urbanos de convivência          são essenciais para congregar as pessoas; políticas públicas têm a função          de induzir as pessoas a fazer escolhas que causem menos danos ecológicos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Segundo Krieger, densificação          é a chave para sustentar as cidades ao longo do tempo. Proporciona o aproveitamento          da infra-estrutura, espaços livres, comércio e serviços para atender um          maior número de pessoas. Diminui a necessidade de transporte individual.          A diversidade de usos e grupos sociais e étnicos é um fator relevante          para o Urbanismo Ecológico.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Rem Koolhaas e Homi          Bhabha foram os convidados para fechar o primeiro dia. Atraíram uma enorme          audiência que lotou o auditório e a sala externa de exposição. Koolhaas          foi buscar as origens do pensamento ecológico nas cidades, citou Vitruvius,          a Mitologia Grega e Buckminster Fuller, pensador e arquiteto autodidata          que trabalhou durante toda a vida para contribuir com objetivo de melhorar          as condições de vida de toda a população do planeta – pai das idéias:          “Spaceship Earth” (Espaçonave Terra) e do “One-Town Planet” (o Planeta          é uma só Cidade). Koolhaas defendeu que a sustentabilidade das cidades          pode estar fora delas, como no caso da geração de energia eólica no mar          do norte (NordZee), que irá suprir energia a uma extensa região do noroeste          europeu.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Homi Bhabha, indiano,          Diretor de Humanidades de Harvard, foi mais filosófico. Abordou o tempo,          o agente e o urbanismo ecológico. O equilíbrio no tempo, nas intervenções,          no equilíbrio relacional entre o social, cultural, ambiental, econômico          e o geopolítico. Em países “colonizados” como a Índia, o tempo da burocracia          deve ser considerado. Os agentes são as pessoas, entidades e demais instituições          que interagem para que a cidade se desenvolva. Deu ênfase ao espaço “não          construído”&#8230; ”que é o tempo para a reflexão ecológica” de como usar          esse espaço: “é o momento para se pensar em construir ou não”. Enfocou          também questões relativas à globalização, migrações, refugiados e minorias          dentro da sua própria cidade, e a relação de dependência econômica entre          os novos empreendimentos com edifícios para classes mais abastadas e as          vizinhas favelas remanescentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Duas palestras individuais          foram instigantes de formas diferentes. Bill Dunster da ZEDfactory, empresa          baseada em Londres apresentou os projetos que vem desenvolvendo para residências,          complexos e bairros com emissão zero de carbono. São trabalhos arrojados          e inovadores, empolgou pela criatividade e técnica. Propôs soluções para          áreas consolidadas, onde foi feita a adaptação de tipologias “vernaculares”          que consomem muita energia de forma a transformá-las em edificações “verdes”.          Propôs também, que uma nova estética seja adotada em sintonia com os processos          naturais de ventos, insolação e águas, com a introdução de áreas produtivas          (agriculturáveis) entre as áreas construídas e o sistema viário. Enfatizou          o lado econômico como o grande motivador para repensar a indústria da          construção. Apresentou com humor o bar ZED, e defendeu que para ser ecológico          não precisa ser sério. Salientou que é preciso buscar soluções específicas          para cada caso, não existem modelos replicáveis para qualquer sítio.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Em contraste, o arquiteto          e designer italiano Andrea Branzi, fez uma palestra sensível, poética          e polêmica. Apresentou sete sugestões para uma “Nova Carta de Atenas”,          onde propõe que a cidade seja flexível e permeável nos espaços e usos;          integre valores e funções sagradas e agrícolas (produção de alimentos          e criação de animais como vacas, galinhas, carneiros); seja menos antropocêntrica,          e se inspire no oriente (Índia) para que a convivência seja cósmica. Propõe          que a cidade seja adequada às questões atuais, que reutilize edificações          existentes, que as grandes transformações ocorram através da refuncionalização          das microestruturas e que as instalações possam ser reversíveis, adequáveis          a situações não previstas e não programadas. Destacou que a cidade é feita          de coisas sem importância que devem ser consideradas como fundamentais:          cultura, arte e música, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O tema do primeiro          painel foi Ambientes Urbanos Produtivos. Foram apresentados e discutidos          projetos produtivos implementados e propostos em diversos países e situações.          Hortas urbanas perpassaram diversas apresentações não apenas nesse painel.          Foram feitas propostas em todas as escalas, desde canteiros, tetos, ruas          e lugares abandonados, até como parte de planejamento urbano ambiental,          social e economicamente sustentável. Salientou-se o seu papel como possibilidade          de educação sobre as fontes dos alimentos e sobre os impactos ambientais          gerados (agrotóxicos X orgânicos, irrigação), além do potencial de melhoria          do convívio social e do cultivo e criação local, com baixo custo e eliminação          de transporte. A produção de alimentos dentro das cidades é uma forma          de reconectar as pessoas urbanas com os processos naturais. Cuba foi citada          como exemplo, diversas vezes. Mitchell Joachim, do MIT (Massachussets          Institute of Techonology) apresentou projetos utópicos provocativos. Criticou          a sociedade alienada e consumista americana, e propôs a “Ecotransologia”          que integra a cidade, a ecologia e o transporte: com carros e casas orgânicas          que crescem, são empilháveis (ocupam pouco espaço) e biodegradáveis.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A defesa dos recursos          naturais foi o tema do painel seguinte: “Curating Resources” (Curadoria          de Recursos). As idéias convergiram para o reconhecimento dos processos          naturais, geológicos e hídricos como fundamentais para lidar com as questões          urbanas de forma ecológica. Energia limpa, não poluente pode ser gerada          de diversas formas, através não apenas do sol e dos ventos, mas também          da disposição de resíduos orgânicos. O aquecimento em países de clima          temperado já está sendo feito através da energia gerada pelos resíduos          orgânicos, que também podem ser compostados e utilizados como fertilizantes          na produção agrícola e na recuperação de solos degradados. A coleta de          águas das chuvas e a sua reciclagem nos processos produtivos industriais          são fontes para diversos usos secundários residenciais, comerciais e industriais. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Herbert Dreiseitl,          paisagista alemão, mostrou projetos realizados em diversos países como          Solar City, na Áustria, Potsdamer Platz, em Berlim, Parque de Stuttgart,          na Alemanha, entre outros. Focou num que fez para Singapura, que tem muitas          similaridades com problemas urbanos brasileiros. Argumenta que: as cidades          têm muita chuva, mas não estocam e estão virando desertos que precisam          importar água; a biodiversidade está sendo extinta nas cidades; existe          desconexão entre as cidades e seus corpos d’água; as terras dividem povos          e vizinhos, as águas unem, pois não conhecem fronteiras; as águas deveriam          orientar os planos e projetos paisagísticos, urbanos e de infraestrutura.          Através de projetos ecológicos é possível proteger e recuperar ambientes          degradados aquáticos e terrestres dentro das cidades.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Dilip da Cunha e Anuradha          Mathur, indianos, apresentaram o seu projeto para uma área úmida ocupada          informalmente em Mumbai. Discordam de mapas e projetos que tomam como          base a linha da terra como limites de intervenção. Acreditam que os limites          deveriam ser dados pelas linhas de oscilação natural das águas, dos fluxos          e áreas de inundação. Destacaram o papel de Patrick Geddes como um inovador          que teve pouca atenção em sua época. Procuram, como Geddes, através de          exposições sensibilizar e educar as populações para a mudança para o novo          paradigma. Mathur alertou que devemos ter um olhar renovado sobre as águas          e sobre a possibilidade de produzir alimentos em hortas urbanas como forma          de restabelecer contato entre os seres humanos urbanos e os processos          naturais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Mobilidade, infraestrutura          e sociedade foram temas do terceiro painel. Foram apresentadas propostas          de veículos de emissão zero de carbono. Federico Parolotto apresentou          seu projeto de mobilidade para Masdar, cidade projetada por Foster+Partners,          totalmente artificial que está sendo construída ao lado de Abu Dabi. É          uma ilha de zero carbono cercada pela cidade que mais emite carbono no          planeta. William Mitchell, do MIT, causou grande impacto com a apresentação          do projeto de mobilidade urbana sustentável. Consiste num sistema integrado          não poluente, de veículos movidos por baterias elétricas. Foram concebidos          em três tipos: bicicleta motorizada, <em>scooters</em> (mini-moto) e micro-carros          (para duas pessoas) que são chamados “Smart City Cars”. O projeto prevê          estações onde é possível alugar o veículo, em um local e deixar em outro.          A recarga de energia elétrica gerada por captação solar é feita nas estações.          Deverão estar conectadas com transportes de massa locais. A idéia é que          as pessoas possam utilizar o veículo que atenda às suas necessidades do          momento, sem precisar possuir um. Os carros são ágeis, fazem manobras          completas, giram em torno de si mesmos. São dobráveis e empilháveis, não          ocupam muito espaço para estacionar nem para circular. A fabricação do          “City Car” é simples, de alumínio fundido, não utiliza plástico. É dirigido          por “Joy Sticks” como um <em>vídeo-game</em>. São também chamados de USV          – <em>Ultra Small Vehicules</em>, ao contrário dos atuais SUV – <em>Sports          Utility Vehicules</em>, que são grandes consumidores de combustíveis fósseis          e muito poluentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A discussão gerada          pelo painel de “Ecologias de Escala” foi muito interessante ao fazer a          conexão entre o urbanismo sustentável e os processos naturais em todas          as escalas. Spiro Pollalis afirmou que os mais ricos causam maiores impactos          no planeta, viajam mais, consomem mais. É uma questão de justiça que todos          tenham acesso aos confortos dos ricos, mas como isso será possível? Stefano          Boeri defendeu que a natureza é a medida, e que os impactos do que é artificial          devem ser reduzidos. Acredita que a noção de sustentabilidade está em          desenvolvimento, que é a reconciliação com a natureza. Citou Branzi para          afirmar que acredita que a agricultura é a interface entre o natural e          o construído, é um possível modo de redução dos impactos. A natureza toma          conta de lugares abandonados, lembrou de Gilles Clément que propôs “un          tiers Paysage”. Boeri acredita que os projetos urbanos devem mimetizar          os processos naturais, combinar artificial e vegetal para reduzir os impactos,          e que as cidades devem sair do antropocentrismo, ser mais criativas para          atender suas próprias necessidades básicas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Walter Hood apresentou          a metodologia que utiliza: pesquisa os traçados dos cursos naturais das          águas, anteriores à ocupação, e os utiliza como base para os projetos.          Acredita que todas as cidades atuais são muito parecidas, que são estruturadas          pelas vias e autoestradas. Não se vê rios. Enfatizou que é preciso reconectar          as pessoas com sua paisagem.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O último painel foi          bastante técnico, cujo tema foi Ecologia da Engenharia. Foram feitas diversas          proposições que estão sendo implementadas e que podem ser consideradas          como experimentos. A mais polêmica é a “cidade” de Masdar que está sendo          construída com os petrodólares ao custo estimado de 22 bilhões de dólares.          Foram feitos estudos de insolação e ventilação para o desenvolvimento          do projeto. Masdar será uma cidade que emitirá zero carbono. Seu desenho          é um quadrado inserido no deserto, com tudo construído para dar conforto          térmico e possibilidades de circulação para os 50.000 residentes, e a          população flutuante que irá trabalhar e visitar. É cercada por estacionamentos.          A sua sustentabilidade foi questionada por inúmeras razões, como: não          buscar nas próprias cidades do deserto, referências de projeto que estivesse          em sintonia com a paisagem; os enormes custos ambientais de transformar          o deserto em jardim; suas formas geométricas cartesianas não respeitam          os fluxos naturais; vai gerar um grande fluxo de visitantes que irão causar          grandes impactos; o acesso será feito por veículos de todos os tipos,          entre outras.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A estética proposta          por Iñaki Ábalos é a estética da geometria cartesiana, também. Os projetos          que apresentou contemplam as técnicas de desenho arquitetônico, porém          não possuem interação com os processos naturais e com a biodiversidade.          Propõe edifícios com hortas verticais, cemitério vertical e se inspira          no modernismo para a criação de edifícios com usos múltiplos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O fechamento da conferência          perguntou “What Next?” (o que depois?). A pergunta foi respondida de formas          criativas, em tempo muito reduzido, por 9 profissionais de diferentes          áreas de atuação. O consenso foi que o Urbanismo Ecológico deve procurar          caminhos nos ecossistemas naturais, nas interelações das paisagens através          da interdisciplinaridade, em novas maneiras de realizar “coisas”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Kongjian Yu foi enfático          ao afirmar que o urbanismo que se preocupa com a estética e a inutilidade          copia modelos externos de consumo rápido e fácil, é gigantesco, acima          das necessidades das pessoas, deforma a cidade e leva à gentrificação.          Esse urbanismo tem levado a maioria das grandes cidades do planeta a sofrer          com a desertificação, deslizamentos e inundações, poluição de toda sorte,          perda de biodiversidade. Clamou que agora é a “hora de mudar!!”. “O urbanismo          ecológico é a arte da sobrevivência”. O urbanismo para ser ecológico deve:          ser produtivo e funcional; valorizar o simples e reciclar o existente;          ser amigável com as inundações renaturalizando os corpos d’água; ajudar          a natureza a trabalhar e se recuperar. As cidades devem ter uma infraestrutura          ecológica, “ter uma nova estética baseada na natureza e ética ambiental,          transformar a desordem e o rústico em estético”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Uma provocativa exposição          de propostas com soluções ecológicas e utópicas em diversas escalas foi          montada em conjunto com a conferência. A idéia foi discutir se é possível          que o urbanismo venha a ser de fato ecológico e de que maneiras. Drew          Gilpin Faust, Presidente de Harvard, deu um conselho “Move from urban          sprawl to smart growth” (mude de expansão urbana para crescimento inteligente).</span></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=968&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2009/urbanismo-ecologico-tema-de-conferencia-internacional-na-universidade-de-harvard/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projetos preveem fazendas verticais nos centros urbanos</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/projetos-preveem-fazendas-verticais-nos-centros-urbanos/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/projetos-preveem-fazendas-verticais-nos-centros-urbanos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 18:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=964</guid>
		<description><![CDATA[Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures Leia a matéria completa na Piniweb]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/propostas-de-criacao-de-fazendas-verticais-aumentam-no-exterior-e-143742-1.asp"><img class="alignnone" title="Prédios agora podem ser Fazendas Verticais" src="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/imagens/i127632.jpg" alt="" width="500" height="351" /></a></p>
<p>Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures</p>
<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/propostas-de-criacao-de-fazendas-verticais-aumentam-no-exterior-e-143742-1.asp">Leia a matéria completa na Piniweb</a></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=964&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2009/projetos-preveem-fazendas-verticais-nos-centros-urbanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Forum Ecotech</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/forum-ecotech/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/forum-ecotech/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 00:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Teconologia]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=946</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-945" title="head" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/07/head.jpg" alt="head" width="482" height="478" /></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=946&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2009/forum-ecotech/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novo Site do IBGE</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/novo-site-do-ibge/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/novo-site-do-ibge/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 15:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=916</guid>
		<description><![CDATA[SITE DO IBGE http://www.ibge.gov.br/paisesat/ O IBGE acaba de lançar novo site: o site Países®, O site contém um planisfério clicável, todo feito em Java e PHP, com dados históricos e estatísticos e tem também a parte de ecologia, rios e mares. São 192 países. O mapa permite zoom e seleção de um país para examinar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>SITE DO IBGE</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.ibge.gov.br/paisesat/" target="_blank"><span style="color: #175dc4;">http://www.ibge.gov.br/paisesat/</span></a></p>
<p>O IBGE acaba de lançar novo site: o site Países®,</p>
<p>O site contém um planisfério clicável, todo feito em Java e PHP, com dados históricos e estatísticos e tem também a parte de ecologia, rios e mares. São 192 países. O mapa permite zoom e seleção de um país para examinar em detalhes suas informações.<br />
As estruturas e ícones na barra superior da página são simples. Na lacuna para pesquisa, pode-se escolher um país para achar no mapa, em vez de procurar manualmente para clicá-lo. Ao lado, há um botão para fechar janelas, é que o site se vale de muitas pop-ups pequenas, um botão para ligar e desligar o som, e a ajuda. Por falar em pop-ups, se o seu navegador as bloqueia por default, permita-as para trabalhar melhor com o site. Depois do botão da ajuda, há os de zoom e as setas para navegar pelo planisfério. Selecionando um país, é possível navegar pelos diferentes dados usando a segunda barra de navegação superior, logo abaixo da primeira. Clicando em Síntese, o usuário vê um quadro com as  informações básicas do país, como localização, capital, tamanho do território, língua(s), população, PIB e moeda.</p></div>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=916&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.cadaula.com.br/2009/novo-site-do-ibge/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

