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	<title>BLOG.CADAULA &#124;&#124; apoio a CADAULA.com.br &#124; Arquitetura, Design de interiores, CAD e tecnologia , cursos de Autocad, cursos de Sketchup, cursos de Revit Architecture, maquetes eletronicas, projetos, tutoriais passo a passo, ensino a distancia, estruturas metalicas &#187; Urbanismo</title>
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	<description>Cursos de Autocad, sketchup, Revit e outros CADs. Arquitetura, engenharia, construção e design de interiores.</description>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Ciência Moderna</dc:creator>
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		<title>Acessibilidade, bons e péssimos exemplos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 17:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>onaci ricardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A acessibilidade é muito discutida, criticada e cobrada pela sociedade exclusiva em que burocratas consolidam os padrões e formatos. O espaço humano vem sendo sempre mais disputado e com essas disputas algo fica à isolação, e como tudo tem algo a desejar, até os órgãos que regem e resguardam as leis e amparos cometem essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>A acessibilidade é muito discutida, criticada e cobrada pela sociedade exclusiva em que burocratas consolidam os padrões e formatos. O espaço humano vem sendo sempre mais disputado e com essas disputas algo fica à isolação, e como tudo tem algo a desejar, até os órgãos que regem e resguardam as leis e amparos cometem essas tais exclusões ao que se refere questões de valor ético, espacial e moral.<br />
Obtemos exemplos de espaços onde o potencial de inclusão não foi bem trabalhado, ou estrategicamente foi debilitado e esmaecido.<br />
<img src="http://www.acessibilidade.net.br/images/formosa-calcada.jpg" alt="" width="300" height="334" /><br />
Calçada sem preocupação com acessibilidade.&nbsp;</p>
<p>O próprio CREA (Registro de Engenheiros e Arquitetos) fura e desrespeita o acesso inclusivo.</p>
<p>Órgão que fiscaliza as construções de Formosa (Goiás) não dá exemplo de acessibilidade: não há acesso para Pessoas em Cadeira de Rodas à sua própria sede.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.acessibilidade.net.br/images/formosa-crea.jpg" alt="" width="288" height="313" /></p>
<p><a href="http://edumanzi.wordpress.com/category/acessibilidade/">LEIA MAIS</a></h4>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1480&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Lixo de rua vira arte em Arapoangas, Itapuã, Lixão e Estrutural</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/lixo-de-rua-vira-arte-em-arapoangas-itapua-lixao-e-estrutural/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 13:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Reciclagem retratará as comunidades pela arte Em Brasília, o grupo espanhol Basurama faz pesquisa com o apoio do Instituto Cervantes, UnB e Cufa para a realização de oficinas artísticas em comunidades carentes do DF. O objetivo é representar os 50 anos da capital por meio do entulho. O lixo produzido nas cidades pode ser revelador. Representa o grau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Trebuchet MS;"><strong>Reciclagem retratará as comunidades pela arte</strong></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1010" title="1216240440" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/09/1216240440.jpg" alt="1216240440" width="480" height="435" /><strong></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;">Em Brasília, o grupo espanhol Basurama faz pesquisa com o apoio do Instituto Cervantes, UnB e Cufa para a realização de oficinas artísticas em comunidades carentes do DF. O objetivo é representar os 50 anos da capital por meio do entulho.</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;">O lixo produzido nas cidades pode ser revelador. Representa o grau de consumo e o nível econômico da população, além da forma como o Estado e a sociedade lidam com a destinação dos resíduos e a preservação do meio ambiente. Nas mãos do grupo espanhol Basurama (basura, em espanhol, quer dizer lixo), no entanto, o significado do material vai mais além. Vira forma de expressão. Desde quarta-feira (16 de setembro) dois integrantes do grupo espanhol Basurama, que trabalha com resíduos e outros materiais encontrados nas ruas, estão ministrando oficinas que visam exercitar o imaginário das pessoas na intenção de que elas criem uma imagem urbana que possa representar as suas comunidades, e por meio da qual possam se identificar.</p>
<p>O trabalho faz parte das comemorações dos 50 anos de Brasília e visa confrontar a relação entre as comunidades situadas na periferia do Distrito Federal e o Plano Piloto, comparando os resultados obtidos entre si. Nos dias 21 e 22 de setembro, o Basurama orientou um grupo de jovens em Itapoã. Nos dias 23 e 24 de setembro (quarta e quinta-feira), das 10h (atividade)  às 18h (construção coletiva no espaço público) será a vez de Arapoanga.</p>
<p>No início de agosto, o grupo visitou Arapoanga, a Estrutural, Itapoã e o Lixão para conhecer as áreas, detectar situações, visitar pessoas e desenvolver a pesquisa. Agora voltou para realizar as ações que serão documentadas em vídeo pelo Instituto Cervantes e, no dia 26, mostradas em uma exposição no próprio Instituto. O evento é realizado pelo Instituto Cervantes, Casa da Cultura da América Latina da UnB (CAL) e a Central Única de Favelas (CUFA)/DF.</span></p>
<p><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;">Na primeira visita ao aterro da Estrutural, o arquiteto Miguel Mister viu mais do que uma montanha de lixo. &#8220;Tínhamos uma visão da cidade ideal, modelo de progresso. Mas, como a maioria dos centros urbanos, aqui há uma série de contradições&#8221;, comentou ele, diante do mau cheiro, das condições precárias de trabalho e sob os urubus que circulavam no lugar. O membro do Basurama, fundado em 2001 por nove estudantes de Arquitetura da Universidade Politécnica de Madrid, explica que vai levar essas impressões para o trabalho com jovens da Estrutural e dos bairros de Planaltina Arapoanga e Itapoã.</p>
<p>Miguel Mister e Ângela Leon destacam a importância de investimentos em coleta seletiva<br />
&#8220;Queremos conhecer o olhar das pessoas que vivem aqui por meio das sensações que elas sentem diante da cidade&#8221;, comentou. E para expressar esses sentimentos, lixo. Muito lixo. De garrafas pets a sofás velhos. &#8220;Vamos estimular a criação de objetos que representem Brasília e fazer exposições itinerantes em diversos pontos, inclusive no Plano Piloto&#8221;, comentou Ângela Leon, colaboradora do Basurama.</p>
<p>O grupo, que já rodou o mundo com intervenções em espaços públicos está em Brasília para ministrar oficinas gratuitas, programadas para ocorrer entre os dias 18 e 25. &#8220;Estamos empolgados com o convite&#8221;, completou León.</p>
<p><strong>Alguns objetos de arte reciclada pelo lixo:</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_1008" class="wp-caption aligncenter" style="width: 349px; height: 544px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1008" title="DSC03675" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/09/DSC03675.jpg" alt="33" width="518" height="514" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">33</dd>
</dl>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1009" title="basurama2" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/09/basurama2.jpg" alt="basurama2" width="300" height="225" /></div>
<p></span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Lixo universal &#8211; Qual a cara do lixo de Brasília? </strong><br />
O olhar treinado do Basurama indica um material diversificado. &#8220;Aqui tem de tudo, o que mostra as diversas facetas de uma cidade consumista&#8221;, disse Miguel, que comparou o aterro ao das capitais da República Dominicana, Santo Domingo, e do Paraguai, Assunção. &#8220;Em Madrid vemos um lixo mais elitista, como mobília e objetos pessoais, já em Montevidéu (capital do Uruguai), pela condição econômica, o lixo é mais simples, como garrafas, latas e papelão&#8221;, explicou.    </p>
<p>Mas não foi só o lixo de Brasília que chamou a atenção dos espanhóis. A imagem do descaso social no Lixão da Estrutural também marcou os membros do Basurama. &#8220;É preciso investir na coleta seletiva e diminuir a produção de lixo. Se o Estado e cada um de nós fizesse a sua parte em casa, essas pessoas não precisariam trabalhar dessa forma&#8221;, observou ele, visivelmente espantado com a situação desumana do aterro próximo à Taguatinga. Hoje, existem cerca de 1,6 mil catadores na Estrutural, divididos em cinco cooperativas. </p>
<p><strong>Brasília 50 anos</strong><br />
A vinda do Basurama à Brasília faz parte das comemorações pelos 50 anos da cidade, celebrado em 21 de abril de 2010. &#8220;Mais do que a produção artística, o trabalho envolve a reflexão sobre a produção excessiva de lixo na capital e a importância do trabalho dos catadores na preservação do meio ambiente&#8221;, comentou a diretora da Casa de Cultura da América Latina (CAL/UnB), Ana Queiroz, que destacou a importância do intercâmbio de conhecimento com outros países. O projeto é uma parceria entre a CAL, ligada ao Decanato de Extensão da UnB, o Instituto Cervantes e a Central Única de Favelas (Cufa-DF).</p>
<p><strong></strong></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1007&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Urbanismo ecológico: tema de conferência internacional na Universidade de Harvard</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/urbanismo-ecologico-tema-de-conferencia-internacional-na-universidade-de-harvard/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 19:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto extraído de  &#8211; http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp No início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Urbanismo Ecológico" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00_01.jpg" alt="" width="501" height="250" /></p>
<p>Texto extraído de  &#8211; http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp</p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">No          início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate          School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou          uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar          Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições          que se esgotaram quase imediatamente. Participantes e palestrantes de          inúmeros países estiveram presentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><span id="more-968"></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A conferência reuniu          um número expressivo de renomados cientistas, pesquisadores, profissionais          e estudantes de diversos campos do conhecimento, como: planejadores urbanos          e regionais, urbanistas, arquitetos, paisagistas, ecólogos, engenheiros,          especialistas em saúde pública e economistas. Participaram também políticos          locais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O evento começou com          duas palestras introdutórias, sobre a situação da vizinha cidade de Boston.          A primeira, dada por Alex Krieger, abordou a história da ocupação do estuário          do Rio Charles e os impactos ambientais que causou. Em seguida foi feita          a apresentação de um “Plano Verde” para renovar Boston. O plano deverá          ser implementado nas próximas décadas. Para isso, foi lançado no dia 30          de março o plano “Renew Boston” (Renova Boston) e o <em>Boston Climate          Action Leadership Commitee </em>(Comitê de Liderança para Ações Climáticas          de Boston), com a presença de Al Gore. O plano é inovador, conta com parcerias          público-privadas e um investimento federal inicial de 6, 5 milhões de          dólares que deverá transformar a cidade em referência de desenvolvimento          sustentável. O prefeito Thomas Menino abriu os trabalhos da conferência          no dia 3 de abril. Vale ressaltar que o primeiro projeto paisagístico          com cunho ambiental que visava sustentabilidade urbana foi feito e parcialmente          implementado por Frederick Law Olmested, ainda no século XIX.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A apresentação de          projetos para enfrentar os problemas causados pelas mudanças climáticas          e aumento do nível do mar dominou as discussões, que foram distribuídas          em mesas redondas, painéis e palestras individuais. Na abertura da conferência          Mohsen Mostafavi, diretor da escola, enfatizou o comprometimento de Harvard          em estar na pesquisa de ponta da sustentabilidade das cidades, das paisagens          e das infraestruturas. Com especial atenção à questão ambiental para mitigar          problemas existentes e os que serão causados pelo aquecimento global em          áreas consolidadas, além de discutir novas possibilidades de ocupação          sustentável para áreas de expansão. Levantou também como o <em>urbanismo          ecológico</em> pode contribuir para espaços democráticos, que acomodem          conflitos e discordâncias. Afirmou ainda que, para ser ecológico o urbanismo          deve respeitar o passado, planejar e projetar espaços urbanos que respondam          às necessidades de sustentabilidade da sociedade atual.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A tônica da interdisciplinaridade          do evento foi dada logo na mesa redonda inicial. Diversas áreas do conhecimento          foram representadas por renomados profissionais e cientistas: Literatura          – Prof. Lawrence Buell, procura compreender através de metáforas questões          históricas e ambientais; Ecologia da Paisagem – Prof. Richard Forman,          é referência mundial nessa área, tem focado na ecologia da paisagem de          diferentes regiões urbanas do mundo; História – Prof. Lizabeth Cohen,          enfoca o consumo e o meio ambiente, como a cultura influencia a história          política e como as cidades podem se sustentáveis para se viver, trabalhar          e divertir; Economia – Prof. Ed Glaeser, pesquisa como as cidades podem          ser economicamente sustentáveis; Saúde Pública – Prof. Nancy Krieger,          enfoca a saúde igualitária onde o ambiente físico e social tem importância          ecológica fundamental, holística; Arquitetura – Toshiko Mori, desenvolve          projetos de edifícios verdes em diversos países; Religião – Donald Swerer,          professor e pesquisador de Estudos Budistas, defende que valores e ética          façam parte da agenda da sustentabilidade. Alex Krieger, planejador e          <em>designer</em> urbano, foi o mediador da mesa.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A discussão alguns          caminhos indicados pelas discussões para o Urbanismo Ecológico foram:          a densificação em grande parte das situações, pois possibilitam áreas          permeáveis com vegetação arbórea de preferência nativa, para favorecer          a biodiversidade; espaços muito projetados em geral são barreiras ao desenvolvimento          de biodiversidade; baixas densidades podem ser interessantes para áreas          de transição com ecossistemas preservados; espaços urbanos de convivência          são essenciais para congregar as pessoas; políticas públicas têm a função          de induzir as pessoas a fazer escolhas que causem menos danos ecológicos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Segundo Krieger, densificação          é a chave para sustentar as cidades ao longo do tempo. Proporciona o aproveitamento          da infra-estrutura, espaços livres, comércio e serviços para atender um          maior número de pessoas. Diminui a necessidade de transporte individual.          A diversidade de usos e grupos sociais e étnicos é um fator relevante          para o Urbanismo Ecológico.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Rem Koolhaas e Homi          Bhabha foram os convidados para fechar o primeiro dia. Atraíram uma enorme          audiência que lotou o auditório e a sala externa de exposição. Koolhaas          foi buscar as origens do pensamento ecológico nas cidades, citou Vitruvius,          a Mitologia Grega e Buckminster Fuller, pensador e arquiteto autodidata          que trabalhou durante toda a vida para contribuir com objetivo de melhorar          as condições de vida de toda a população do planeta – pai das idéias:          “Spaceship Earth” (Espaçonave Terra) e do “One-Town Planet” (o Planeta          é uma só Cidade). Koolhaas defendeu que a sustentabilidade das cidades          pode estar fora delas, como no caso da geração de energia eólica no mar          do norte (NordZee), que irá suprir energia a uma extensa região do noroeste          europeu.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Homi Bhabha, indiano,          Diretor de Humanidades de Harvard, foi mais filosófico. Abordou o tempo,          o agente e o urbanismo ecológico. O equilíbrio no tempo, nas intervenções,          no equilíbrio relacional entre o social, cultural, ambiental, econômico          e o geopolítico. Em países “colonizados” como a Índia, o tempo da burocracia          deve ser considerado. Os agentes são as pessoas, entidades e demais instituições          que interagem para que a cidade se desenvolva. Deu ênfase ao espaço “não          construído”&#8230; ”que é o tempo para a reflexão ecológica” de como usar          esse espaço: “é o momento para se pensar em construir ou não”. Enfocou          também questões relativas à globalização, migrações, refugiados e minorias          dentro da sua própria cidade, e a relação de dependência econômica entre          os novos empreendimentos com edifícios para classes mais abastadas e as          vizinhas favelas remanescentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Duas palestras individuais          foram instigantes de formas diferentes. Bill Dunster da ZEDfactory, empresa          baseada em Londres apresentou os projetos que vem desenvolvendo para residências,          complexos e bairros com emissão zero de carbono. São trabalhos arrojados          e inovadores, empolgou pela criatividade e técnica. Propôs soluções para          áreas consolidadas, onde foi feita a adaptação de tipologias “vernaculares”          que consomem muita energia de forma a transformá-las em edificações “verdes”.          Propôs também, que uma nova estética seja adotada em sintonia com os processos          naturais de ventos, insolação e águas, com a introdução de áreas produtivas          (agriculturáveis) entre as áreas construídas e o sistema viário. Enfatizou          o lado econômico como o grande motivador para repensar a indústria da          construção. Apresentou com humor o bar ZED, e defendeu que para ser ecológico          não precisa ser sério. Salientou que é preciso buscar soluções específicas          para cada caso, não existem modelos replicáveis para qualquer sítio.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Em contraste, o arquiteto          e designer italiano Andrea Branzi, fez uma palestra sensível, poética          e polêmica. Apresentou sete sugestões para uma “Nova Carta de Atenas”,          onde propõe que a cidade seja flexível e permeável nos espaços e usos;          integre valores e funções sagradas e agrícolas (produção de alimentos          e criação de animais como vacas, galinhas, carneiros); seja menos antropocêntrica,          e se inspire no oriente (Índia) para que a convivência seja cósmica. Propõe          que a cidade seja adequada às questões atuais, que reutilize edificações          existentes, que as grandes transformações ocorram através da refuncionalização          das microestruturas e que as instalações possam ser reversíveis, adequáveis          a situações não previstas e não programadas. Destacou que a cidade é feita          de coisas sem importância que devem ser consideradas como fundamentais:          cultura, arte e música, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O tema do primeiro          painel foi Ambientes Urbanos Produtivos. Foram apresentados e discutidos          projetos produtivos implementados e propostos em diversos países e situações.          Hortas urbanas perpassaram diversas apresentações não apenas nesse painel.          Foram feitas propostas em todas as escalas, desde canteiros, tetos, ruas          e lugares abandonados, até como parte de planejamento urbano ambiental,          social e economicamente sustentável. Salientou-se o seu papel como possibilidade          de educação sobre as fontes dos alimentos e sobre os impactos ambientais          gerados (agrotóxicos X orgânicos, irrigação), além do potencial de melhoria          do convívio social e do cultivo e criação local, com baixo custo e eliminação          de transporte. A produção de alimentos dentro das cidades é uma forma          de reconectar as pessoas urbanas com os processos naturais. Cuba foi citada          como exemplo, diversas vezes. Mitchell Joachim, do MIT (Massachussets          Institute of Techonology) apresentou projetos utópicos provocativos. Criticou          a sociedade alienada e consumista americana, e propôs a “Ecotransologia”          que integra a cidade, a ecologia e o transporte: com carros e casas orgânicas          que crescem, são empilháveis (ocupam pouco espaço) e biodegradáveis.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A defesa dos recursos          naturais foi o tema do painel seguinte: “Curating Resources” (Curadoria          de Recursos). As idéias convergiram para o reconhecimento dos processos          naturais, geológicos e hídricos como fundamentais para lidar com as questões          urbanas de forma ecológica. Energia limpa, não poluente pode ser gerada          de diversas formas, através não apenas do sol e dos ventos, mas também          da disposição de resíduos orgânicos. O aquecimento em países de clima          temperado já está sendo feito através da energia gerada pelos resíduos          orgânicos, que também podem ser compostados e utilizados como fertilizantes          na produção agrícola e na recuperação de solos degradados. A coleta de          águas das chuvas e a sua reciclagem nos processos produtivos industriais          são fontes para diversos usos secundários residenciais, comerciais e industriais. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Herbert Dreiseitl,          paisagista alemão, mostrou projetos realizados em diversos países como          Solar City, na Áustria, Potsdamer Platz, em Berlim, Parque de Stuttgart,          na Alemanha, entre outros. Focou num que fez para Singapura, que tem muitas          similaridades com problemas urbanos brasileiros. Argumenta que: as cidades          têm muita chuva, mas não estocam e estão virando desertos que precisam          importar água; a biodiversidade está sendo extinta nas cidades; existe          desconexão entre as cidades e seus corpos d’água; as terras dividem povos          e vizinhos, as águas unem, pois não conhecem fronteiras; as águas deveriam          orientar os planos e projetos paisagísticos, urbanos e de infraestrutura.          Através de projetos ecológicos é possível proteger e recuperar ambientes          degradados aquáticos e terrestres dentro das cidades.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Dilip da Cunha e Anuradha          Mathur, indianos, apresentaram o seu projeto para uma área úmida ocupada          informalmente em Mumbai. Discordam de mapas e projetos que tomam como          base a linha da terra como limites de intervenção. Acreditam que os limites          deveriam ser dados pelas linhas de oscilação natural das águas, dos fluxos          e áreas de inundação. Destacaram o papel de Patrick Geddes como um inovador          que teve pouca atenção em sua época. Procuram, como Geddes, através de          exposições sensibilizar e educar as populações para a mudança para o novo          paradigma. Mathur alertou que devemos ter um olhar renovado sobre as águas          e sobre a possibilidade de produzir alimentos em hortas urbanas como forma          de restabelecer contato entre os seres humanos urbanos e os processos          naturais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Mobilidade, infraestrutura          e sociedade foram temas do terceiro painel. Foram apresentadas propostas          de veículos de emissão zero de carbono. Federico Parolotto apresentou          seu projeto de mobilidade para Masdar, cidade projetada por Foster+Partners,          totalmente artificial que está sendo construída ao lado de Abu Dabi. É          uma ilha de zero carbono cercada pela cidade que mais emite carbono no          planeta. William Mitchell, do MIT, causou grande impacto com a apresentação          do projeto de mobilidade urbana sustentável. Consiste num sistema integrado          não poluente, de veículos movidos por baterias elétricas. Foram concebidos          em três tipos: bicicleta motorizada, <em>scooters</em> (mini-moto) e micro-carros          (para duas pessoas) que são chamados “Smart City Cars”. O projeto prevê          estações onde é possível alugar o veículo, em um local e deixar em outro.          A recarga de energia elétrica gerada por captação solar é feita nas estações.          Deverão estar conectadas com transportes de massa locais. A idéia é que          as pessoas possam utilizar o veículo que atenda às suas necessidades do          momento, sem precisar possuir um. Os carros são ágeis, fazem manobras          completas, giram em torno de si mesmos. São dobráveis e empilháveis, não          ocupam muito espaço para estacionar nem para circular. A fabricação do          “City Car” é simples, de alumínio fundido, não utiliza plástico. É dirigido          por “Joy Sticks” como um <em>vídeo-game</em>. São também chamados de USV          – <em>Ultra Small Vehicules</em>, ao contrário dos atuais SUV – <em>Sports          Utility Vehicules</em>, que são grandes consumidores de combustíveis fósseis          e muito poluentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A discussão gerada          pelo painel de “Ecologias de Escala” foi muito interessante ao fazer a          conexão entre o urbanismo sustentável e os processos naturais em todas          as escalas. Spiro Pollalis afirmou que os mais ricos causam maiores impactos          no planeta, viajam mais, consomem mais. É uma questão de justiça que todos          tenham acesso aos confortos dos ricos, mas como isso será possível? Stefano          Boeri defendeu que a natureza é a medida, e que os impactos do que é artificial          devem ser reduzidos. Acredita que a noção de sustentabilidade está em          desenvolvimento, que é a reconciliação com a natureza. Citou Branzi para          afirmar que acredita que a agricultura é a interface entre o natural e          o construído, é um possível modo de redução dos impactos. A natureza toma          conta de lugares abandonados, lembrou de Gilles Clément que propôs “un          tiers Paysage”. Boeri acredita que os projetos urbanos devem mimetizar          os processos naturais, combinar artificial e vegetal para reduzir os impactos,          e que as cidades devem sair do antropocentrismo, ser mais criativas para          atender suas próprias necessidades básicas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Walter Hood apresentou          a metodologia que utiliza: pesquisa os traçados dos cursos naturais das          águas, anteriores à ocupação, e os utiliza como base para os projetos.          Acredita que todas as cidades atuais são muito parecidas, que são estruturadas          pelas vias e autoestradas. Não se vê rios. Enfatizou que é preciso reconectar          as pessoas com sua paisagem.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O último painel foi          bastante técnico, cujo tema foi Ecologia da Engenharia. Foram feitas diversas          proposições que estão sendo implementadas e que podem ser consideradas          como experimentos. A mais polêmica é a “cidade” de Masdar que está sendo          construída com os petrodólares ao custo estimado de 22 bilhões de dólares.          Foram feitos estudos de insolação e ventilação para o desenvolvimento          do projeto. Masdar será uma cidade que emitirá zero carbono. Seu desenho          é um quadrado inserido no deserto, com tudo construído para dar conforto          térmico e possibilidades de circulação para os 50.000 residentes, e a          população flutuante que irá trabalhar e visitar. É cercada por estacionamentos.          A sua sustentabilidade foi questionada por inúmeras razões, como: não          buscar nas próprias cidades do deserto, referências de projeto que estivesse          em sintonia com a paisagem; os enormes custos ambientais de transformar          o deserto em jardim; suas formas geométricas cartesianas não respeitam          os fluxos naturais; vai gerar um grande fluxo de visitantes que irão causar          grandes impactos; o acesso será feito por veículos de todos os tipos,          entre outras.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A estética proposta          por Iñaki Ábalos é a estética da geometria cartesiana, também. Os projetos          que apresentou contemplam as técnicas de desenho arquitetônico, porém          não possuem interação com os processos naturais e com a biodiversidade.          Propõe edifícios com hortas verticais, cemitério vertical e se inspira          no modernismo para a criação de edifícios com usos múltiplos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O fechamento da conferência          perguntou “What Next?” (o que depois?). A pergunta foi respondida de formas          criativas, em tempo muito reduzido, por 9 profissionais de diferentes          áreas de atuação. O consenso foi que o Urbanismo Ecológico deve procurar          caminhos nos ecossistemas naturais, nas interelações das paisagens através          da interdisciplinaridade, em novas maneiras de realizar “coisas”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Kongjian Yu foi enfático          ao afirmar que o urbanismo que se preocupa com a estética e a inutilidade          copia modelos externos de consumo rápido e fácil, é gigantesco, acima          das necessidades das pessoas, deforma a cidade e leva à gentrificação.          Esse urbanismo tem levado a maioria das grandes cidades do planeta a sofrer          com a desertificação, deslizamentos e inundações, poluição de toda sorte,          perda de biodiversidade. Clamou que agora é a “hora de mudar!!”. “O urbanismo          ecológico é a arte da sobrevivência”. O urbanismo para ser ecológico deve:          ser produtivo e funcional; valorizar o simples e reciclar o existente;          ser amigável com as inundações renaturalizando os corpos d’água; ajudar          a natureza a trabalhar e se recuperar. As cidades devem ter uma infraestrutura          ecológica, “ter uma nova estética baseada na natureza e ética ambiental,          transformar a desordem e o rústico em estético”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Uma provocativa exposição          de propostas com soluções ecológicas e utópicas em diversas escalas foi          montada em conjunto com a conferência. A idéia foi discutir se é possível          que o urbanismo venha a ser de fato ecológico e de que maneiras. Drew          Gilpin Faust, Presidente de Harvard, deu um conselho “Move from urban          sprawl to smart growth” (mude de expansão urbana para crescimento inteligente).</span></p>
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		<title>Projetos preveem fazendas verticais nos centros urbanos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 18:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures Leia a matéria completa na Piniweb]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/propostas-de-criacao-de-fazendas-verticais-aumentam-no-exterior-e-143742-1.asp"><img class="alignnone" title="Prédios agora podem ser Fazendas Verticais" src="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/imagens/i127632.jpg" alt="" width="500" height="351" /></a></p>
<p>Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures</p>
<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/propostas-de-criacao-de-fazendas-verticais-aumentam-no-exterior-e-143742-1.asp">Leia a matéria completa na Piniweb</a></p>
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		<title>Novo Site do IBGE</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 15:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SITE DO IBGE http://www.ibge.gov.br/paisesat/ O IBGE acaba de lançar novo site: o site Países®, O site contém um planisfério clicável, todo feito em Java e PHP, com dados históricos e estatísticos e tem também a parte de ecologia, rios e mares. São 192 países. O mapa permite zoom e seleção de um país para examinar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>SITE DO IBGE</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.ibge.gov.br/paisesat/" target="_blank"><span style="color: #175dc4;">http://www.ibge.gov.br/paisesat/</span></a></p>
<p>O IBGE acaba de lançar novo site: o site Países®,</p>
<p>O site contém um planisfério clicável, todo feito em Java e PHP, com dados históricos e estatísticos e tem também a parte de ecologia, rios e mares. São 192 países. O mapa permite zoom e seleção de um país para examinar em detalhes suas informações.<br />
As estruturas e ícones na barra superior da página são simples. Na lacuna para pesquisa, pode-se escolher um país para achar no mapa, em vez de procurar manualmente para clicá-lo. Ao lado, há um botão para fechar janelas, é que o site se vale de muitas pop-ups pequenas, um botão para ligar e desligar o som, e a ajuda. Por falar em pop-ups, se o seu navegador as bloqueia por default, permita-as para trabalhar melhor com o site. Depois do botão da ajuda, há os de zoom e as setas para navegar pelo planisfério. Selecionando um país, é possível navegar pelos diferentes dados usando a segunda barra de navegação superior, logo abaixo da primeira. Clicando em Síntese, o usuário vê um quadro com as  informações básicas do país, como localização, capital, tamanho do território, língua(s), população, PIB e moeda.</p></div>
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		<title>DICAS DE LIVROS</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 19:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas metalicas]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.cadaula.com.br/?p=815</guid>
		<description><![CDATA[Outras novidades: Urban Landscape, Pool Design, Small City Apartments, Design de Hotéis Cool e Seaside Style Novas Remessas: Proyectar Con La Naturaleza, Arte De Projetar Em Arquitetura e Architecture In The Emirates Vários JULIUS SHULMAN ( em até 5 x no cartão) A obra de Julius Shulman identifica de forma afiada todos os elementos estruturais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="height: 571px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="519">
<tbody>
<tr>
<td width="1" align="middle" valign="top" bgcolor="#cccc99"><img src="http://www.prolivros.com.br/images/linha02.gif" alt="" width="1" height="1" /></td>
<td width="5" align="middle" valign="top"></td>
<td valign="top">
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong><img src="http://www.prolivros.com.br/images/spacer.gif" alt="" width="7" height="10" /> </strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>Outras novidades:</strong></span></em></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Urban Landscape, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Pool Design, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Small City Apartments, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Design de Hotéis                        Cool e Seaside Style</strong></em></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><span style="text-decoration: underline;"><span><em><strong>Novas                      Remessas:</strong></em></span></span></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Proyectar Con La Naturaleza, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Arte De Projetar                      Em Arquitetura e Architecture In The Emirates</strong></em></span></h2>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-7e7757b1e12abcb736ab9a754ffb617a&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/11987.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Vários </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-7e7757b1e12abcb736ab9a754ffb617a&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">JULIUS                                  SHULMAN ( em até 5 x no cartão)</a> </span><br />
<span class="EC_texto">A obra de Julius Shulman identifica de forma afiada todos os elementos estruturais e funcionais de um projeto partindo do contexto dos entornos naturais e das pessoas que ocupam aquele espaço. Esta sensibilidade, combinada com seu sentido intuitivo e brilhante sobre composição e sincronismo rendeu-l &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-5878a7ab84fb43402106c575658472fa&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia                                  mais </a></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-006f52e9102a8d3be2fe5614f42ba989&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/11996.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Ágata Losantos </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-006f52e9102a8d3be2fe5614f42ba989&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">URBAN                                  LANDSCAPE &#8211; PAISAGENS URBANAS</a> </span><br />
<span class="EC_texto">Os projetos mostrados neste livro representam as novas tendências patentes nos mais recentes e proeminentes trabalhos de arquitetos e paisagistas do mundo inteiro. Praças, parques, avenidas, aeroportos, estacionamentos e até mesmo um lounge a céu aberto são apresentados aqui, não apenas como locais &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-3636638817772e42b59d74cff571fbb3&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia                                  mais </a></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-149e9677a5989fd342ae44213df68868&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/12016.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Philip Jodidio </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-149e9677a5989fd342ae44213df68868&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">ARCHITECTURE                                  NOW! &#8211; VOL. 6</a> </span><br />
<span class="EC_texto">A 6ª edição da série Architecture Now! Apresenta ao leitor projetos e edifícios de dimensões bastante variadas. De uma pequena casa de chá japonesa com apenas seis metros quadrados a um projeto russo com mais de um milhão de metros quadrados, esta obra oferece um panorama atualizado do que se passa &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-a4a042cf4fd6bfb47701cbc8a1653ada&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia                                  mais </a></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>O polêmico príncipe e a arquitetura</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/o-polemico-principe-e-a-arquitetura/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 13:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Príncipe Charles X Arquitetura moderna, Round 2&#8230; Alguns acham que ele não deveria se meter em certos assuntos de fórum admnistrativo, por sairem do protocolo, outros nem tanto. O fato é que o príncipe tem opinião e prefere se posicionar. Como diz Madona &#8220;Express your self&#8221;. Particularmente acho que ele tem mais é que falar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Príncipe Charles X Arquitetura moderna, Round 2&#8230;</p>
<p>Alguns acham que ele não deveria se meter em certos assuntos de fórum admnistrativo, por sairem do protocolo, outros nem tanto.</p>
<p>O fato é que o príncipe tem opinião e prefere se posicionar. Como diz Madona &#8220;Express your self&#8221;. Particularmente acho que ele tem mais é que falar. O máximo que pode acontecer é gerar uma polêmica saldável. Ficar calado achando que algo esta errado??? Acho que o povo Inglês deve até aprovar, apesar de ser quebra de protocolo. Devem sentir representados. A maior polêmica está ainda no uso de sua influência junto a certos setores para alterar os resultados.</p>
<p>Polêmicas a parte. Os arquitetos que se virem para discutir as palavras do príncipe sobre um novo conjunto habitacional na Inglaterra. Particularmente, eu achei o projeto em questão bacana. É um quarteirão com área verde interna, bastante simpático. Acho este formato muito adequado a conjuntos habitacionais por proporcionar uma convivência e qualidade aos habitantes. Isto sim deveria estar sendo discutido.</p>
<p>Confira parte do texto abaixo.</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;">Lá vem mais uma do Príncipe Charles: 25 anos depois da sua famosa e escandalosa interferência no projeto de ampliação da Galeira Nacional de Arte de Londres ele ataca novamente, aterrorizando os arquitetos modernistas britânicos.</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;">Para o público brasileiro, Charles, o Príncipe de Gales, é mais conhecido como ex-marido da finada Lady Di, distinto senhor sexagenário (o mais velho príncipe herdeiro do mundo) com orelhas de abano, tendo o curioso hábito de conversar com as cenouras da sua horta e a inesquecível tirada sobre querer ser o<span class="Apple-converted-space"> </span><em>Modess</em><span class="Apple-converted-space"> </span>da Duquesa de Cornualha (desejo finalmente realizado).</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;">Na Europa, porém, o Príncipe de Gales também é famoso por qualidades menos pitorescas, a maioria delas ligada à promoção da sustentabilidade: além de ser defensor da agricultura orgânica (daí os seus altos papos com cenouras e pepinos), ele é um notório simpatizante da arquitetura e do urbanismo tradicionais e um ferrenho opositor à arquitetura modernista (daí o seu ódio por pepinos com pele de vidro como o da foto ao lado).</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;"><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Charles,_Prince_of_Wales.jpg" target="_blank"><img style="border: 1px solid #282828; margin: 3px; float: right; clear: right;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c4/Charles%2C_Prince_of_Wales.jpg" alt="" width="220" height="293" /></a>Em 1984, o Príncipe causou furor na comunidade arquitetônica ao criticar veementemente a proposta de extensão da Galeria Nacional de Arte, chamando-a de “uma verruga monstruosa no rosto de um amigo querido e elegante”. O Royal Institute of British Architects (RIBA), que havia promovido um concurso para selecionar a proposta, chiou, esperneou e sapateou contra a interferência indevida de Sua Alteza, mas o público aplaudiu, a administração do museu entendeu o recado, e o escritório de Denise Scott Brown e Robert Venturi foi chamado para projetar uma ampliação que se harmonizasse melhor com o edifício original.</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;">Desde então Charles tinha trocado os discursos inflamados por iniciativas concretas e menos controversas, patrocinando arquitetos e urbanistas adeptos de diversas vertentes da arquitetura tradicional, desde o ultra-clássico<a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.qftarchitects.net/" target="_blank">Quinlan Terry</a>, passando pelo moderado<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.robertadamarchitects.com/" target="_blank">Robert Adam</a>, até o excêntrico teórico e projetista luxemburguês<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9on_Krier" target="_blank">Léon Krier</a>. A principal realização deste último com o Príncipe foi a cidade nova de<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Poundbury" target="_blank">Poundbury</a>, uma radical junção dos conceitos de urbanismo tradicional, consciência social e sustentabilidade ainda não igualada por qualquer projeto urbanístico modernista. Pois diante do sucesso prático do Príncipe, o RIBA voltou a chamá-lo, 25 anos depois, para um novo discurso.</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;">
<p style="margin: 3px 3px 1em;">
<h3 style="margin: 3px 3px 1em; padding-bottom: 0.1em; width: 99%; font-size: 14pt; font-weight: bold;">A nova polêmica</h3>
<p style="margin: 3px 3px 1em;">Agora, às vésperas de uma possível reconciliação com os modernistas em cima do tema da sustentabilidade, Charles volta às colunas de crítica de arquitetura. O pomo da discórdia, dessa vez, é um<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.thisislondon.co.uk/standard/article-23475650-details/Revealed:+1bn+design+for+Chelsea+Barracks/article.do" target="_blank">projeto do escritório de Richard Rogers para um conjunto habitacional</a><span class="Apple-converted-space"> </span>em Chelsea, no antigo sítio de um quartel, na extremidade oeste de Londres, próximo a<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chelsea_Hospital" target="_blank">um hospital do século XVIII</a><span class="Apple-converted-space"> </span>projetado pelo maior dos arquitetos ingleses, Christopher Wren. Obviamente, as críticas do Príncipe causaram uma reação corporativista por parte dos arquitetos modernistas, que<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://property.timesonline.co.uk/tol/life_and_style/property/article6122786.ece" target="_blank">criticaram duramente</a><span class="Apple-converted-space"> </span>a “intromissão” de um personagem cerimonial no “processo democrático” de planejamento do sítio.</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;"><img style="border: 1px solid #282828; margin: 3px; float: right; clear: right;" src="http://i.thisislondon.co.uk/i/pix/2009/04/barracks-415x234.jpg" alt="" width="360" height="203" />Democrático? Bem, há controvérsias. Como em qualquer lugar do mundo, a aprovação de projetos é uma tarefa administrativa e não política. Logo, falar em democracia nesse processo é apenas um bordão demagógico sem sentido. Além disso, uma pesquisa de opinião realizada no site do jornal The Guardian, cuja base de leitores é predominantemente de esquerda e por isso, supõe-se, mais alinhada com as vanguardas artísticas, resultou em mais de 70 % de votos contrários ao projeto de Rogers. Segundo<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.timesonline.co.uk/tol/comment/columnists/minette_marrin/article6078452.ece" target="_blank">um artigo</a><span class="Apple-converted-space"> </span>na imprensa inglesa, o Príncipe estaria dando voz à frustração da comunidade local contra a falta de transparência no processo de aprovação. Segundo outro, ele estaria<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article6078139.ece" target="_blank">tendo sucesso</a><span class="Apple-converted-space"> </span>no seu lobby graças à amizade pessoal que ele tem com o Emir do Catar, proprietário da incorporadora que adquiriu a gleba. O ex-prefeito de Londres, Ken Livingstone, figura preeminente na política britânica (e<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2008/aug/29/venezuela.livingstone" target="_blank">admirador de Hugo Chávez</a>), fez um pedido ao atual prefeito, Boris Johnson,<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.thisislondon.co.uk/standard/article-23672216-details/Prince+Charles+risks+diplomatic+row+over+Chelsea+Barracks/article.do" target="_blank">para que ele censurasse publicamente</a><span class="Apple-converted-space"> </span>a atitude do Príncipe. Como resposta, viu<span class="Apple-converted-space"> </span><a style="color: #282828; text-decoration: underline;" href="http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/5120437/Chelsea-Barracks-plan-is-urban-vandalism-says-Boris-Johnsons-deputy.html" target="_blank">o vice-prefeito Kit Malthouse juntar-se ao coro das críticas</a><span class="Apple-converted-space"> </span>do Príncipe Charles ao projeto de Rogers.</p>
<p style="margin: 3px 3px 1em;"><a href="http://www.abaco-arquitetura.com.br/site/node/129/">Confira a matéria completa</a></p>
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		<title>Arquitetura sustentável. O Brasil está pronto?</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/arquitetura-sustentavel-o-brasil-esta-pronto/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 15:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Até que ponto e de que forma a arquitetura contribui na busca por uma sociedade sustentável? Entende-se como desenvolvimento sustentável, aquele capaz de atender às necessidades das atuais gerações sem comprometer os direitos das futuras gerações. As questões ambientais e escassez de recursos energéticos fazem parte desse discurso; é na forma como arquitetos e engenheiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp227.asp" target="_blank">Até que ponto e de que forma a arquitetura contribui na busca por uma sociedade sustentável? Entende-se como desenvolvimento sustentável, aquele capaz de atender às necessidades das atuais gerações sem comprometer os direitos das futuras gerações. As questões ambientais e escassez de recursos energéticos fazem parte desse discurso; é na forma como arquitetos e engenheiros se inter-relacionam com esses temas que se dá a contribuição da arquitetura na sustentabilidade. Confira a matéria completa&#8230;</a><img class="alignnone" title="Arquitetura sustentável" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/imagens/227_02.jpg" alt="" width="300" height="152" /></p>
<p><img class="alignleft" title="Arquitetura sustentável" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/imagens/227_01.jpg" alt="" width="300" height="207" /></p>
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		<title>Luz do século 21 chega às fachadas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 21:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Design de produto]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Teconologia]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Utilizados para indicar o sinal de espera nos aparelhos eletroeletrônicos, os diodos emissores de luz passaram a ser conhecidos no mercado brasileiro como leds, da sigla que designa em inglês o light emitting diode. Agora, eles saem do interior das casas e conquistam as fachadas, dando um toque lúdico às edificações. Os primeiros leds comerciais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="luz" src="http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/fotos/115/tecnologia-leds-fachada.jpg" alt="" width="501" height="427" /></p>
<div class="intro">Utilizados para indicar o sinal de espera nos aparelhos eletroeletrônicos, os diodos emissores de luz passaram a ser conhecidos no mercado brasileiro como leds, da sigla que designa em inglês o light emitting diode. Agora, eles saem do interior das casas e conquistam as fachadas, dando um toque lúdico às edificações.</div>
<div>
<p>Os primeiros leds comerciais foram lançados no final da década de 1960, na cor vermelha, para uso em sinalização de baixa potência, caso dos painéis eletrônicos. Em edificações, foram muito empregados em terminais de centrais de combate a incêndio. Como elemento de iluminação, principalmente nos campos arquitetônico e decorativo, vêm sendo adotados há cerca de dez anos, mas ainda com baixa oferta de potência luminosa (lumens). “Há aproximadamente cinco anos, a disponibilidade de potências aumentou bastante, melhorando essas aplicações”, observa Fernando Romano, engenheiro de vendas da Osram. Durante os jogos Pan-Americanos de 2007, por exemplo, 245 quiosques instalados na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foram iluminados por leds.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img title="À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena" src="http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/fotos/115/tecnologia-leds-fachada-santa-helena.jpg" alt="À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena" width="320" height="254" /><p class="wp-caption-text">À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena</p></div>
<p>Mas a aplicação em fachadas exige suportes e proteção contra intempéries, salinidade (se a edificação estiver próximo ao mar), descargas atmosféricas e outros agentes agressores. Normalmente, os leds são montados em painéis mecânicos, parafusados à estrutura do edifício, podendo-se usar barras, chapas e estruturas metálicas. “Não há grande peso envolvido, mas muitas dessas estruturas precisam ter alta rigidez, devido à ação dos ventos e outros fenômenos”, observa Romano. A durabilidade do led está associada ao projeto, exigindo adequação eletrônica e térmica. “Se esses aspectos não forem observados, ocorrerá baixa vida útil, forte declínio de fluxo luminoso em pouco tempo de uso e mudanças de cores”, adverte Romano, destacando que os leds permitem personalizar projetos e designs. Trata-se de um tubo de vácuo de vidro constituído por dois eletrodos. O diodo é um elemento de circuito que tem a propriedade de conduzir a corrente elétrica apenas em um sentido. Quando energizado, emite luz visível.</p>
<p>As principais indústrias vêm investindo pesado para produzir leds cada vez mais econômicos e duráveis, visando substituir parcialmente as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas. Prevê-se para breve a primeira lâmpada led destinada a tomar o lugar das incandescentes convencionais. A Lightfair, feira de iluminação realizada em maio de 2008, em Las Vegas (EUA), apresentou novas aplicações para iluminação pública e de estacionamentos, balcões, residências e escritórios. As pesquisas estão mais avançadas nos Estados Unidos, Japão, Taiwan, China e Coréia do Sul, países que pretendem tornar a tecnologia viável para a iluminação residencial, industrial e pública, no menor período de tempo possível. A cidade de Düsseldorf, na Alemanha, por exemplo, começou a substituir cerca de 10 mil lâmpadas a gás do centro antigo por leds.</p>
<div style="font-size: 16px; color: #ffffff; background-color: #666633; border: #666633 1px solid; padding: 3px;"><strong>Fenômeno atômico</strong></div>
<div style="font-size: 11px; background-color: #d7d3a8; border: #666633 1px solid; padding: 3px;">Por trás da tendência de ampliação do uso da tecnologia dos leds também estão as dificuldades de geração de energia elétrica em todo o mundo. A vantagem é que os leds utilizam materiais semicondutores especiais, fazendo com que a emissão luminosa se dê a partir de um fenômeno em que o átomo recebe energia e a perde na forma de luz.</p>
<p>Inventado pelo engenheiro eletrônico inglês John Ambrose Fleming, em 1904, o diodo é um semicondutor de corrente elétrica. Devido ao movimento dos elétrons, que trocam constantemente de orbitais (camadas) ao redor do núcleo, dentro do diodo libera-se uma energia chamada fóton. No caso dos leds, os elementos químicos mais utilizados para o processo são o arseneto de alumínio e o gálio.</p></div>
</div>
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