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Cursos de Autocad, sketchup, Revit e outros CADs. Arquitetura, engenharia, construção e design de interiores.

Archive for the ‘Urbanismo’ Category

DICAS DE LIVROS

domingo, maio 10th, 2009

Outras novidades:

Urban Landscape, Pool Design, Small City Apartments, Design de Hotéis Cool e Seaside Style

Novas Remessas:

Proyectar Con La Naturaleza, Arte De Projetar Em Arquitetura e Architecture In The Emirates


Vários
JULIUS SHULMAN ( em até 5 x no cartão)
A obra de Julius Shulman identifica de forma afiada todos os elementos estruturais e funcionais de um projeto partindo do contexto dos entornos naturais e das pessoas que ocupam aquele espaço. Esta sensibilidade, combinada com seu sentido intuitivo e brilhante sobre composição e sincronismo rendeu-l … Leia mais

Ágata Losantos
URBAN LANDSCAPE – PAISAGENS URBANAS
Os projetos mostrados neste livro representam as novas tendências patentes nos mais recentes e proeminentes trabalhos de arquitetos e paisagistas do mundo inteiro. Praças, parques, avenidas, aeroportos, estacionamentos e até mesmo um lounge a céu aberto são apresentados aqui, não apenas como locais … Leia mais

Philip Jodidio
ARCHITECTURE NOW! – VOL. 6
A 6ª edição da série Architecture Now! Apresenta ao leitor projetos e edifícios de dimensões bastante variadas. De uma pequena casa de chá japonesa com apenas seis metros quadrados a um projeto russo com mais de um milhão de metros quadrados, esta obra oferece um panorama atualizado do que se passa … Leia mais

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O polêmico príncipe e a arquitetura

segunda-feira, abril 27th, 2009

Príncipe Charles X Arquitetura moderna, Round 2…

Alguns acham que ele não deveria se meter em certos assuntos de fórum admnistrativo, por sairem do protocolo, outros nem tanto.

O fato é que o príncipe tem opinião e prefere se posicionar. Como diz Madona “Express your self”. Particularmente acho que ele tem mais é que falar. O máximo que pode acontecer é gerar uma polêmica saldável. Ficar calado achando que algo esta errado??? Acho que o povo Inglês deve até aprovar, apesar de ser quebra de protocolo. Devem sentir representados. A maior polêmica está ainda no uso de sua influência junto a certos setores para alterar os resultados.

Polêmicas a parte. Os arquitetos que se virem para discutir as palavras do príncipe sobre um novo conjunto habitacional na Inglaterra. Particularmente, eu achei o projeto em questão bacana. É um quarteirão com área verde interna, bastante simpático. Acho este formato muito adequado a conjuntos habitacionais por proporcionar uma convivência e qualidade aos habitantes. Isto sim deveria estar sendo discutido.

Confira parte do texto abaixo.

Lá vem mais uma do Príncipe Charles: 25 anos depois da sua famosa e escandalosa interferência no projeto de ampliação da Galeira Nacional de Arte de Londres ele ataca novamente, aterrorizando os arquitetos modernistas britânicos.

Para o público brasileiro, Charles, o Príncipe de Gales, é mais conhecido como ex-marido da finada Lady Di, distinto senhor sexagenário (o mais velho príncipe herdeiro do mundo) com orelhas de abano, tendo o curioso hábito de conversar com as cenouras da sua horta e a inesquecível tirada sobre querer ser o Modess da Duquesa de Cornualha (desejo finalmente realizado).

Na Europa, porém, o Príncipe de Gales também é famoso por qualidades menos pitorescas, a maioria delas ligada à promoção da sustentabilidade: além de ser defensor da agricultura orgânica (daí os seus altos papos com cenouras e pepinos), ele é um notório simpatizante da arquitetura e do urbanismo tradicionais e um ferrenho opositor à arquitetura modernista (daí o seu ódio por pepinos com pele de vidro como o da foto ao lado).

Em 1984, o Príncipe causou furor na comunidade arquitetônica ao criticar veementemente a proposta de extensão da Galeria Nacional de Arte, chamando-a de “uma verruga monstruosa no rosto de um amigo querido e elegante”. O Royal Institute of British Architects (RIBA), que havia promovido um concurso para selecionar a proposta, chiou, esperneou e sapateou contra a interferência indevida de Sua Alteza, mas o público aplaudiu, a administração do museu entendeu o recado, e o escritório de Denise Scott Brown e Robert Venturi foi chamado para projetar uma ampliação que se harmonizasse melhor com o edifício original.

Desde então Charles tinha trocado os discursos inflamados por iniciativas concretas e menos controversas, patrocinando arquitetos e urbanistas adeptos de diversas vertentes da arquitetura tradicional, desde o ultra-clássicoQuinlan Terry, passando pelo moderado Robert Adam, até o excêntrico teórico e projetista luxemburguês Léon Krier. A principal realização deste último com o Príncipe foi a cidade nova de Poundbury, uma radical junção dos conceitos de urbanismo tradicional, consciência social e sustentabilidade ainda não igualada por qualquer projeto urbanístico modernista. Pois diante do sucesso prático do Príncipe, o RIBA voltou a chamá-lo, 25 anos depois, para um novo discurso.

A nova polêmica

Agora, às vésperas de uma possível reconciliação com os modernistas em cima do tema da sustentabilidade, Charles volta às colunas de crítica de arquitetura. O pomo da discórdia, dessa vez, é um projeto do escritório de Richard Rogers para um conjunto habitacional em Chelsea, no antigo sítio de um quartel, na extremidade oeste de Londres, próximo a um hospital do século XVIII projetado pelo maior dos arquitetos ingleses, Christopher Wren. Obviamente, as críticas do Príncipe causaram uma reação corporativista por parte dos arquitetos modernistas, que criticaram duramente a “intromissão” de um personagem cerimonial no “processo democrático” de planejamento do sítio.

Democrático? Bem, há controvérsias. Como em qualquer lugar do mundo, a aprovação de projetos é uma tarefa administrativa e não política. Logo, falar em democracia nesse processo é apenas um bordão demagógico sem sentido. Além disso, uma pesquisa de opinião realizada no site do jornal The Guardian, cuja base de leitores é predominantemente de esquerda e por isso, supõe-se, mais alinhada com as vanguardas artísticas, resultou em mais de 70 % de votos contrários ao projeto de Rogers. Segundo um artigo na imprensa inglesa, o Príncipe estaria dando voz à frustração da comunidade local contra a falta de transparência no processo de aprovação. Segundo outro, ele estaria tendo sucesso no seu lobby graças à amizade pessoal que ele tem com o Emir do Catar, proprietário da incorporadora que adquiriu a gleba. O ex-prefeito de Londres, Ken Livingstone, figura preeminente na política britânica (e admirador de Hugo Chávez), fez um pedido ao atual prefeito, Boris Johnson, para que ele censurasse publicamente a atitude do Príncipe. Como resposta, viu o vice-prefeito Kit Malthouse juntar-se ao coro das críticas do Príncipe Charles ao projeto de Rogers.

Confira a matéria completa

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Arquitetura sustentável. O Brasil está pronto?

sexta-feira, março 27th, 2009

Até que ponto e de que forma a arquitetura contribui na busca por uma sociedade sustentável? Entende-se como desenvolvimento sustentável, aquele capaz de atender às necessidades das atuais gerações sem comprometer os direitos das futuras gerações. As questões ambientais e escassez de recursos energéticos fazem parte desse discurso; é na forma como arquitetos e engenheiros se inter-relacionam com esses temas que se dá a contribuição da arquitetura na sustentabilidade. Confira a matéria completa…

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Luz do século 21 chega às fachadas

quarta-feira, março 25th, 2009

Utilizados para indicar o sinal de espera nos aparelhos eletroeletrônicos, os diodos emissores de luz passaram a ser conhecidos no mercado brasileiro como leds, da sigla que designa em inglês o light emitting diode. Agora, eles saem do interior das casas e conquistam as fachadas, dando um toque lúdico às edificações.

Os primeiros leds comerciais foram lançados no final da década de 1960, na cor vermelha, para uso em sinalização de baixa potência, caso dos painéis eletrônicos. Em edificações, foram muito empregados em terminais de centrais de combate a incêndio. Como elemento de iluminação, principalmente nos campos arquitetônico e decorativo, vêm sendo adotados há cerca de dez anos, mas ainda com baixa oferta de potência luminosa (lumens). “Há aproximadamente cinco anos, a disponibilidade de potências aumentou bastante, melhorando essas aplicações”, observa Fernando Romano, engenheiro de vendas da Osram. Durante os jogos Pan-Americanos de 2007, por exemplo, 245 quiosques instalados na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foram iluminados por leds.

À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena

À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena

Mas a aplicação em fachadas exige suportes e proteção contra intempéries, salinidade (se a edificação estiver próximo ao mar), descargas atmosféricas e outros agentes agressores. Normalmente, os leds são montados em painéis mecânicos, parafusados à estrutura do edifício, podendo-se usar barras, chapas e estruturas metálicas. “Não há grande peso envolvido, mas muitas dessas estruturas precisam ter alta rigidez, devido à ação dos ventos e outros fenômenos”, observa Romano. A durabilidade do led está associada ao projeto, exigindo adequação eletrônica e térmica. “Se esses aspectos não forem observados, ocorrerá baixa vida útil, forte declínio de fluxo luminoso em pouco tempo de uso e mudanças de cores”, adverte Romano, destacando que os leds permitem personalizar projetos e designs. Trata-se de um tubo de vácuo de vidro constituído por dois eletrodos. O diodo é um elemento de circuito que tem a propriedade de conduzir a corrente elétrica apenas em um sentido. Quando energizado, emite luz visível.

As principais indústrias vêm investindo pesado para produzir leds cada vez mais econômicos e duráveis, visando substituir parcialmente as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas. Prevê-se para breve a primeira lâmpada led destinada a tomar o lugar das incandescentes convencionais. A Lightfair, feira de iluminação realizada em maio de 2008, em Las Vegas (EUA), apresentou novas aplicações para iluminação pública e de estacionamentos, balcões, residências e escritórios. As pesquisas estão mais avançadas nos Estados Unidos, Japão, Taiwan, China e Coréia do Sul, países que pretendem tornar a tecnologia viável para a iluminação residencial, industrial e pública, no menor período de tempo possível. A cidade de Düsseldorf, na Alemanha, por exemplo, começou a substituir cerca de 10 mil lâmpadas a gás do centro antigo por leds.

Fenômeno atômico
Por trás da tendência de ampliação do uso da tecnologia dos leds também estão as dificuldades de geração de energia elétrica em todo o mundo. A vantagem é que os leds utilizam materiais semicondutores especiais, fazendo com que a emissão luminosa se dê a partir de um fenômeno em que o átomo recebe energia e a perde na forma de luz.

Inventado pelo engenheiro eletrônico inglês John Ambrose Fleming, em 1904, o diodo é um semicondutor de corrente elétrica. Devido ao movimento dos elétrons, que trocam constantemente de orbitais (camadas) ao redor do núcleo, dentro do diodo libera-se uma energia chamada fóton. No caso dos leds, os elementos químicos mais utilizados para o processo são o arseneto de alumínio e o gálio.

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Dicas de livros

domingo, março 8th, 2009
Roberto de Montezuma (org.)
ARQUITETURA BRASIL 500 ANOS – VOL. 2
Josep M. Minguet (Ed.)
URBAN LANDSCAPES – SOSTENIBILIDAD
Andrew W. Charleson
A ESTRUTURA APARENTE
Jacobo Krauel
ARQUITECTURA Y DISEÑO DE STANDS –

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Dicas de livros

quarta-feira, fevereiro 25th, 2009

Philip Jodidio
PIANO
A coleção de edifícios de Renzo Piano é surpreendente em alcance e completa em sua diversidade de escalas, materiais e formas. Piano é um arquiteto cuja sensibilidade representa a gama mais ampla tanto deste século, como dos anteriores. Alguns arquitetos têm seu próprio estilo, mas o que os diferenc … Leia mais  

Simone Schleifer
NOVAS CASAS PEQUENAS
O novo volume da série faz uso de mais de 220 fotos, ilustrações e plantas para mostrar ao leitor que casas pequenas podem ser ao mesmo tempo bonitas e funcionais, desde que sejam projetadas com minúcia e o espaço seja realmente bem aproveitado. Os arquitetos que realizaram os 19 projetos incluídos … Leia mais  

William J. Mitchell
A LÓGICA DA ARQUITETURA
O livro propõe estabelecer uma nova fundamentação teórica e crítica para a arquitetura, baseada em conceitos provenientes das ciências cognitivas, da inteligência artificial e da lógica contemporânea. Também estabelece as bases teóricas do “computational design”, com o objetivo de lastrear o desenv … Leia mais

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