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	<title>BLOG.CADAULA &#124;&#124; apoio a CADAULA.com.br &#124; Arquitetura, Design de interiores, CAD e tecnologia , cursos de Autocad, cursos de Sketchup, cursos de Revit Architecture, maquetes eletronicas, projetos, tutoriais passo a passo, ensino a distancia, estruturas metalicas &#187; Design</title>
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		<title>New Design</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 20:01:54 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-997" title="mail" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mail.jpg" alt="mail" width="226" height="109" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-996" title="mail1" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mail1.jpg" alt="mail1" width="226" height="161" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-987" title="5" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/5.jpg" alt="5" width="202" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-985" title="6" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/6.jpg" alt="6" width="143" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-988" title="10" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/10.jpg" alt="10" width="185" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-989" title="8" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/8.jpg" alt="8" width="224" height="176" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-990" title="11" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/11.jpg" alt="11" width="222" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-992" title="13" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/13.jpg" alt="13" width="226" height="145" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-991" title="12" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/12.jpg" alt="12" width="224" height="166" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-994" title="15" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/15.jpg" alt="15" width="226" height="156" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-984" title="4" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/4.jpg" alt="4" width="226" height="163" /></p>
<p><img title="14" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/14.jpg" alt="14" width="143" height="166" /><img title="mail3" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/08/mail3.jpg" alt="mail3" width="116" height="166" /></p>
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		<title>Bonatto</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 23:06:43 +0000</pubDate>
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		<title>Restaurantes para funcionários do Ceic</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 17:16:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Desde meados do ano passado, foram reabertos, depois de renovados, os restaurantes para funcionários do Centro Empresarial Itaú Conceição (Ceic), em São Paulo. O escritório da arquiteta Lucia Ravache é responsável pelo projeto. O desenho concilia a funcionalidade com ambientes de sutil elegância, contribuindo para torná-los capazes de manter o interesse de seus usuários, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="intro">Desde meados do ano passado, foram reabertos, depois de renovados, os restaurantes para funcionários do Centro Empresarial Itaú Conceição (Ceic), em São Paulo. O escritório da arquiteta Lucia Ravache é responsável pelo projeto. O desenho concilia a funcionalidade com ambientes de sutil elegância, contribuindo para torná-los capazes de manter o interesse de seus usuários, mesmo que estes os frequentem praticamente todos os dias.</div>
<div class="intro"><img class="aligncenter size-full wp-image-865" title="ravache-restaurante-salao1" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ravache-restaurante-salao1.jpg" alt="ravache-restaurante-salao1" width="468" height="273" /></div>
<div>
<p><strong>Os restaurantes para funcionários</strong> do Ceic, complexo bancário localizado na zona sul de São Paulo, atravessaram quase duas décadas sem alterações importantes. Tinham, portanto, praticamente a mesma idade das primeiras torres do conjunto, que foram inauguradas na metade dos anos 1980. Havia dois espaços distintos, para funcionários mais graduados e para o restante do staff. Em 2007, Lucia Ravache foi contratada para criar um novo layout, abolindo as distinções hierárquicas. No primeiro semestre de 2008 o trabalho foi concluído.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-866" title="ravache-restaurante-ilhas" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ravache-restaurante-ilhas.jpg" alt="ravache-restaurante-ilhas" width="474" height="277" /></p>
<p>Tão relevante quanto atender a públicos internos de níveis distintos era equacionar os<strong> fluxos de pessoas e da comida</strong>. O projeto deveria também empregar materiais de fácil manutenção. Ao mesmo tempo, pretendia-se que o espaço fosse atraente para os usuários, já que eles “vão almoçar quase todos os dias nesse mesmo lugar”, pondera a autora do trabalho. Além da comida, em restaurantes convencionais os clientes são induzidos a frequentar o local pela qualidade e conforto de seus ambientes. Aparentemente, o trabalho desenvolvido por Lucia foi eficiente nesses quesitos, obtendo a interação de funcionalidade e elegância.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-868" title="ravache-restaurante-piso-multicolorido" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ravache-restaurante-piso-multicolorido.jpg" alt="ravache-restaurante-piso-multicolorido" width="399" height="298" /></p>
<div class="legenda">No restaurante que ocupa o piso superior, o chão foi revestido com pastilhas de vidro em tom claro</div>
<div class="col1">
<div>
<div>
<p>Os salões ocupam parte do <strong>embasamento de duas torres</strong>. Os do pavimento superior, denominado piso Metrô (o conjunto empresarial está integrado à estação metroviária), podem atender até 400 pessoas; os do andar térreo (piso Terraço) comportam 800 usuários. Os dois níveis se comunicam por escada interna.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-869" title="ravache-restaurante-pia" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ravache-restaurante-pia.jpg" alt="ravache-restaurante-pia" width="421" height="262" /></p>
<p>A amplitude permitiu à arquiteta e a sua equipe compor diferentes ambiências. Nos salões Manacá e Ipê, no piso superior, Lucia especificou, no piso, <strong>pastilhas de vidro</strong> em tom claro na área de refeição e visual multicolorido (“uma explosão de cores”, segundo ela) na parte que concentra as ilhas de comida. Nas mesas de refeições predominam tonalidades escuras, mas a inserção de peças de cores intensas <strong>rompe com a monocromia</strong> e compõe uma atmosfera mais descontraída. Um painel de desenho geométrico negro percorre a lateral do espaço.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-867" title="ravache-restaurante-piso-revestido" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ravache-restaurante-piso-revestido.jpg" alt="ravache-restaurante-piso-revestido" width="472" height="275" /></p>
<p>Com maior dimensão (são 1,4 mil metros quadrados contra 800), o pavimento inferior, onde estão os salões Paineira e Jatobá, permitiu à projetista trabalhar a área de distribuição. Ali, <strong>graças ao pé-direito mais generoso</strong> (na conexão entre duas torres), o desenho de forro ganha maior elaboração, alternando planos densos com outros mais leves &#8211; um ripado com as lâminas de madeira penduradas pela parte mais delgada, à semelhança de <strong>coberturas pergoladas</strong>. Sobre as ilhas de comida, imensas luminárias dão um aspecto diferenciado ao local. O piso dos salões é de cerâmica de grande formato.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-870" title="ravache-restaurante-luz-indireta" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ravache-restaurante-luz-indireta.jpg" alt="ravache-restaurante-luz-indireta" width="402" height="249" /></p>
<div>
<p>Nas laterais, um dos salões tem a superfície revestida com <strong>tijolo aparente</strong> (sem acabamento) e o outro recebeu revestimento de madeira, formando um painel. Em razão da localização, as áreas dos <strong>restaurantes</strong> não permitiram à autora aproveitar a luz natural, elemento que ela sempre procura explorar em suas intervenções. Por isso, Lucia <strong>recorreu às soluções de iluminação artificial</strong> para criar a atmosfera interna.</p>
<p>A autora destaca ainda, como aspecto positivo no trabalho, a sintonia e a cooperação entre os diversos profissionais e equipes.</p></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Banner monumental reúne trabalhos de várias áreas de atuação</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 13:20:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Banner monumental reúne trabalhos de várias áreas de atuação Um monumental banner de 1,5 metro de largura e 40 metros de comprimento orienta o visitante em seu percurso pela exposição Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira, que esteve em cartaz no início do ano na Caixa Cultural do Rio de Janeiro e, em maio próximo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="col1">
<div class="titulo"><img class="alignnone" title="2" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/107/rico-lins-exposicao3.jpg" alt="" width="484" height="282" /></div>
<div class="titulo">Banner monumental reúne trabalhos de várias áreas de atuação</div>
<div class="intro">Um monumental banner de 1,5 metro de largura e 40 metros de comprimento orienta o visitante em seu percurso pela exposição Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira, que esteve em cartaz no início do ano na Caixa Cultural do Rio de Janeiro e, em maio próximo, desembarcará no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.</div>
<div class="intro"><img class="alignnone" title="m" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/107/rico-lins-capa-livro.jpg" alt="" width="480" height="209" /></div>
<div>
<p>A mostra reúne trabalhos da área editorial, <strong>cartazes e ilustrações criados por Rico Lins</strong> ao longo de mais de 30 anos de carreira. Eles são representativos da situação fronteiriça em que o design gráfico do autor se encontra em relação a outros campos visuais, como o das artes plásticas, um dos mais importantes em seu espectro de influências e inspirações. Essa é a origem da expressão “gráfica de fronteira”, utilizada pelo curador Agnaldo Farias no nome da exposição.</p>
<p><img class="aligncenter" title="m" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/107/rico-lins-capa-revistas.jpg" alt="" width="337" height="238" /></p>
<p>Lins desenvolve trabalhos para importantes periódicos brasileiros e mundiais, como a revista norte-americana Time e a publicação acadêmica alemã Kultur Revolution, além de projetos de marcas, comunicação institucional, <strong>ilustração e tipografia</strong>. Em comum, eles derivam de um processo não linear de concepção, que busca adicionar conteúdo, significados, a partir do estabelecimento do que o designer denomina espaço inclusivo. “Procuro abrir caminho para que o interlocutor colabore com sua própria interpretação”, explica Lins.</p>
<p><img class="alignleft" title="ç" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/107/rico-lins-cartaz.jpg" alt="" width="494" height="364" /></p>
<p><img class="alignright" title="l" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/107/rico-lins-exposicao2.jpg" alt="" width="522" height="388" /></p>
<p>Isso muitas vezes deriva da adoção de imagens fortes, de ícones de massa. Numa das capas da Kultur Revolution, por exemplo, a figura da banana foi manipulada como símbolo do tema do exotismo dos trópicos. A peça parte do cartaz do filme Banana is my business (1995), de Helena Solberg, sobre a carreira de Carmen Miranda, suprimindo o rosto da artista, os adornos exagerados que eram típicos da cantora e a definição de fundo, de modo a enfatizar um sorriso desajeitado e os olhos na forma da fruta.</p>
<p>A reapropriação de significados, assim, é um traço criativo que percorre todos os ambientes e trabalhos da mostra, organizada em três camadas simultâneas de comunicação com o visitante. O banner contínuo narra a particularidade de o <strong>design gráfico</strong> ser a um só tempo efêmero e permanente, ou seja, tanto fruto de situações específicas de projeto quanto registros culturais e intercambiáveis de determinada época ou segmento social.</div>
</div>
<p><img class="alignnone" title="d" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/107/rico-lins-banner.jpg" alt="" width="478" height="278" /></p>
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		<title>BONATTO &#8211; Design essencial</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 15:28:22 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="s" src="http://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;ik=64b07f5ca6&amp;view=att&amp;th=12122644306583fa&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;zw" alt="" width="510" height="703" /></p>
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		<title>Prêmio Max Feffer de Design Gráfico</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 01:30:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os dez prêmios recebidos pela Cosac Naify na sétima edição do Prêmio Max Feffer de Design Gráfico apontam o contínuo investimento da editora em design. Sua equipe de designers e produtores gráficos, liderados pela arquiteta e diretora de arte Elaine Ramos, tem na bagagem a criação de coleções e livros avulsos caracterizados pelo primor técnico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="intro"><img class="alignnone" title="m" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-livros.jpg" alt="" width="473" height="132" /></div>
<div class="intro">Os dez prêmios recebidos pela Cosac Naify na sétima edição do Prêmio Max Feffer de Design Gráfico apontam o contínuo investimento da editora em design. Sua equipe de designers e produtores gráficos, liderados pela arquiteta e diretora de arte Elaine Ramos, tem na bagagem a criação de coleções e livros avulsos caracterizados pelo primor técnico, criatividade visual, coesão com o conceito editorial e acabamento refinado. Foi nesses termos que o júri e o curador do certame, o designer Ronald Kapaz, concederam à empresa a láurea Destaque do Ano.</div>
<p><img class="alignnone" title="v" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-editorial.jpg" alt="" width="453" height="151" /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/LUIZCL%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-2.jpg" alt="" /></p>
<div>
<p>A premiação especial faz referência não só aos projetos da Cosac Naify que conquistaram a primeira e a terceira colocações (não houve segundo lugar) na categoria editorial, uma das mais disputadas do evento, mas sobretudo à importância que o design adquiriu na dinâmica da empresa. A maior parte dos livros tem design concebido pela equipe interna. E, em média, metade de seus lançamentos mensais recebem projetos não padronizados, que estabelecem o “corpo a corpo direto com a editoria, pesquisas e textos de cada publicação”, assinala a diretora de arte, Elaine Ramos.</p>
<p><img class="alignnone" title="f" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-caixa-gorki.jpg" alt="" width="320" height="274" />A coleção Moda brasileira, vencedora na categoria editorial, está em sua segunda versão e é representativa do processo de concepção da identidade visual dos livros da Cosac Naify. Ela narra a trajetória e o processo criativo de renomados estilistas brasileiros. E, dada a diversidade de inspirações, linguagens e particularidades de cada profissional, tem como princípio conceitual gráfico a máxima liberdade na parte interna dos livros.<br />
<img class="alignnone" title="w" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-design-livros2.jpg" alt="" width="472" height="328" /><br />
Assim, a exposição de fotografias de desfiles, de tecidos ou de acessórios alterna-se com a utilização de referências iconográficas e esboços, entre outros, relacionados ao processo de desenvolvimento de cada criador de moda. Externamente, contudo, estabelecem-se elementos de marcante identidade visual, sobretudo a lombada com espinha exposta, a capa dobrada sobre si mesma e a existência de sobrecapa composta por dobraduras e faixa horizontal.</p>
<p><img class="alignnone" title="f" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-selos.jpg" alt="" width="480" height="319" /></p>
<p>A sétima edição do prêmio contou com 565 trabalhos inscritos. Apesar da grande soma em dinheiro oferecida para os três primeiros colocados em cada categoria, foi bastante irregular o desempenho entre as cinco modalidades. A categoria editorial foi o grande destaque. Em embalagem não houve premiados.</p>
<p><img class="alignnone" title="j" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-prevert.jpg" alt="" width="320" height="390" /><img class="alignnone" title="k" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-revista.jpg" alt="" width="320" height="276" /></p>
<p>A categoria miscelânea conferiu prêmio máximo à coleção de selos criados pela gravurista Heloísa Etelvina para a loja do museu de arte de Inhotim, de Minas Gerais; o segundo e o terceiro lugares couberam, respectivamente, a Miya Série[k*]! (programação visual da marca de roupas Miya), de Larissa Miyazato, e Livro de linguagem Fleury, de Zeuner Fraissat.</p>
<p><img class="alignnone" title="r" src="http://www.arcoweb.com.br/design/fotos/106/cosac-naify-design-livros3.jpg" alt="" width="478" height="213" /></p>
<p>Também a categoria promocional não teve vencedor. A embalagem de chá Chinese Tea Box, de Carlo Giovani Estúdio, e as peças Kimi Nii &#8211; Japão, de Ruth Klotzel, receberam respectivamente o segundo e o terceiro prêmios. E a modalidade estudantes premiou o projeto acadêmico da revista Kapta, de Rafael Aguiar (primeiro lugar); o redesign da revista Cult, de Miguel Nóbrega e Natalia Nabekura (segundo); e o livro O cavaleiro inexistente, uma tradução intersemiótica, de Amanda Coimbra (terceiro).</p>
<p>O corpo de jurados do 7º Prêmio Max Feffer de Design Gráfico foi composto por Chico Homem de Melo, João de Souza Leite, Kiko Farkas, Rafik Farah, Rico Lins e pela canadense Marian Bantjes.</p></div>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=819&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>DICAS DE LIVROS</title>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 19:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[estruturas metalicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Outras novidades: Urban Landscape, Pool Design, Small City Apartments, Design de Hotéis Cool e Seaside Style Novas Remessas: Proyectar Con La Naturaleza, Arte De Projetar Em Arquitetura e Architecture In The Emirates Vários JULIUS SHULMAN ( em até 5 x no cartão) A obra de Julius Shulman identifica de forma afiada todos os elementos estruturais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="height: 571px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="519">
<tbody>
<tr>
<td width="1" align="middle" valign="top" bgcolor="#cccc99"><img src="http://www.prolivros.com.br/images/linha02.gif" alt="" width="1" height="1" /></td>
<td width="5" align="middle" valign="top"></td>
<td valign="top">
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong><img src="http://www.prolivros.com.br/images/spacer.gif" alt="" width="7" height="10" /> </strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>Outras novidades:</strong></span></em></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Urban Landscape, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Pool Design, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Small City Apartments, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Design de Hotéis                        Cool e Seaside Style</strong></em></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><span style="text-decoration: underline;"><span><em><strong>Novas                      Remessas:</strong></em></span></span></span></h2>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Proyectar Con La Naturaleza, </strong></em></span><span style="color: #ff0000;"><em><strong>Arte De Projetar                      Em Arquitetura e Architecture In The Emirates</strong></em></span></h2>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-7e7757b1e12abcb736ab9a754ffb617a&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/11987.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Vários </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-7e7757b1e12abcb736ab9a754ffb617a&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">JULIUS                                  SHULMAN ( em até 5 x no cartão)</a> </span><br />
<span class="EC_texto">A obra de Julius Shulman identifica de forma afiada todos os elementos estruturais e funcionais de um projeto partindo do contexto dos entornos naturais e das pessoas que ocupam aquele espaço. Esta sensibilidade, combinada com seu sentido intuitivo e brilhante sobre composição e sincronismo rendeu-l &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-5878a7ab84fb43402106c575658472fa&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia                                  mais </a></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-006f52e9102a8d3be2fe5614f42ba989&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/11996.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Ágata Losantos </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-006f52e9102a8d3be2fe5614f42ba989&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">URBAN                                  LANDSCAPE &#8211; PAISAGENS URBANAS</a> </span><br />
<span class="EC_texto">Os projetos mostrados neste livro representam as novas tendências patentes nos mais recentes e proeminentes trabalhos de arquitetos e paisagistas do mundo inteiro. Praças, parques, avenidas, aeroportos, estacionamentos e até mesmo um lounge a céu aberto são apresentados aqui, não apenas como locais &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-3636638817772e42b59d74cff571fbb3&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia                                  mais </a></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-149e9677a5989fd342ae44213df68868&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/12016.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Philip Jodidio </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-149e9677a5989fd342ae44213df68868&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">ARCHITECTURE                                  NOW! &#8211; VOL. 6</a> </span><br />
<span class="EC_texto">A 6ª edição da série Architecture Now! Apresenta ao leitor projetos e edifícios de dimensões bastante variadas. De uma pequena casa de chá japonesa com apenas seis metros quadrados a um projeto russo com mais de um milhão de metros quadrados, esta obra oferece um panorama atualizado do que se passa &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=c16a5320fa475530d9583c34fd356ef5-a4a042cf4fd6bfb47701cbc8a1653ada&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia                                  mais </a></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=815&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Dicas de livros</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 16:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

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		<description><![CDATA[Heliana C. Vargas, Ana L. H. Castilho (Orgs.) Intervenções em Centros Urbanos: Objetivos, Estratégias e Resultados Peter Beinhauer ATLAS DE DETALLES CONSTRUCTIVOS &#8211; 15% de Desconto! Silvana Cambiaghi Desenho Universal Kai Loh Uemoto Projeto, Execução e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="140" align="left" valign="top" bgcolor="#ffffff">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td height="150" valign="top"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D9994++++++" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/9994.jpg?z=0" border="0" alt="" align="left" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td height="90" valign="top"><span class="EC_autor">Heliana C. Vargas, Ana L. H. Castilho (Orgs.) </span><br />
<span class="EC_titulomenor"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D9994++++++" target="_blank"><span style="color: #0068cf;">Intervenções em Centros Urbanos: Objetivos, Estratégias e Resultados</span></a> </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="140" align="left" valign="top" bgcolor="#ffffff">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td height="150" valign="top"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D10518+++++" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/10518.jpg?z=0" border="0" alt="" align="left" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td height="90" valign="top"><span class="EC_autor">Peter Beinhauer </span><br />
<span class="EC_titulomenor"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D10518+++++" target="_blank"><span style="color: #0068cf;">ATLAS DE DETALLES CONSTRUCTIVOS &#8211; 15% de Desconto!</span></a> </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="140" align="left" valign="top" bgcolor="#ffffff">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td height="150" valign="top"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D11286+++++" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/11286.jpg?z=0" border="0" alt="" align="left" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td height="90" valign="top"><span class="EC_autor">Silvana Cambiaghi </span><br />
<span class="EC_titulomenor"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D11286+++++" target="_blank"><span style="color: #0068cf;">Desenho Universal</span></a> </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="140" align="left" valign="top" bgcolor="#ffffff">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td height="150" valign="top"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D7358++++++" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/7358.jpg?z=0" border="0" alt="" align="left" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td height="90" valign="top"><span class="EC_autor">Kai Loh Uemoto </span><br />
<span class="EC_titulomenor"><a href="http://www.prolivros.com.br/parceiro.asp?idParceiro=26&amp;redir=prod_detail5.asp?ref%3D7358++++++" target="_blank"><span style="color: #0068cf;">Projeto, Execução e </span></a></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Afinal o que é Design?</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/afinal-o-que-e-design/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 03:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>www.RaphaelGarcez.com</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Design de Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Design de produto]]></category>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia vimos e ouvimos milhares de definições falando sobre o que é design, cada um fala uma coisa e no final nunca se chega a uma conclusão sólida sobre o assunto. Lendo um artigo da Adélia Borges achei uma definição &#8220;perfeita&#8221; sobre design. (Não sei se a definição é de autoria dela) &#8220;Design [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia vimos e ouvimos milhares de definições falando sobre o que é design, cada um fala uma coisa e no final nunca se chega a uma conclusão sólida sobre o assunto.</p>
<p>Lendo um artigo da Adélia Borges achei uma definição &#8220;perfeita&#8221; sobre design. (Não sei se a definição é de autoria dela)</p>
<p>&#8220;Design é a única maneira de buscar e expressar o diferencial de qualidade dos produtos e serviços num mercado cada vez mais competitivo e mais “igual”. Não é uma maquiagem superficial, nem um enfeite que se acrescenta quando o produto está pronto, o chantilly ou a cereja em cima do bolo. Design tem a ver com o bolo todo: a farinha que será usada, o jeito de juntar e mexer os ingredientes, o tempo e a temperatura do forno, o sabor, quantos e quais recheios serão usados, e como ele será montado e decorado ao final. É, portanto, um processo de concepção integral dos produtos.&#8221;</p>
<p>Gosto de dar um foco especial neste trecho: <strong>&#8220;&#8230; Não é uma maquiagem superficial, nem um enfeite que se acrescenta quando o produto está pronto, o chantilly ou a cereja em cima do bolo&#8230;&#8221;</strong></p>
<p>Pois é o que realmente a maioria da população hoje pensa (inclusive designers), que design é somente a &#8220;maquiagem&#8221;, ou seja, somente o superficial a beleza em si.</p>
<p>Outras definições nas quais acho muito relevante apesar de talvez meio radical, é da grande designer gráfica Moema Cavalcanti. Moema odeia ser chamada de designer gráfica, para ela, essa denominação lembra personal trainer, “um termo da moda, em inglês para parecer muderno”. Por isso, prefere um modesto “capista”, já que seu principal campo de atuação é o projeto de capas de livros.</p>
<p>A palavra design se disseminou muito recentemente e, na maioria das vezes, é empregada com um significado reducionista, que a associa a <strong>coisas caras, frescas</strong> e com um <strong>“visual arrojado”</strong>. Por conta desse adjetivo, usado a torto e a direito, a atividade é entendida como associada a um estilo de móveis ou objetos, o “estilo design”, em oposição a um “estilo clássico”, provençal ou country.</p>
<p><strong>A diferenciação é necessária.</strong> A habilidade dos profissionais da área vai muito além do <strong>mero ato de desenhar.</strong> Os designers de produto têm que adaptar suas idéias aos métodos produtivos existentes, levando em conta aquilo que as indústrias estão ou não aparelhadas a fazer; têm que analisar se os produtos cumprem sua função da melhor maneira possível; têm que examinar se são fáceis de manusear ou operar; e, por último, mas não menos importante, se são <strong>bonitos</strong>. Seu trabalho consiste em imaginar, criar e encontrar meios de construir novos objetos que sirvam ao ser humano. Mudando o raio de atuação, a definição vale também para os designers gráficos (que projetam identidade visual, embalagens, livros, sites etc.) e para aqueles que projetam ambientes, conhecidos como designers de interiores.</p>
<p><strong>“No vocabulário da maioria das pessoas, design significa aparência. É o tecido da cortina, é o sofá. Para mim, design é a alma de tudo o que o homem cria e que acaba se manifestando nas sucessivas camadas exteriores de um produto ou um serviço. O iMac é mais do que a cor, a transparência ou o formato de sua carcaça. A essência do iMac é ser o melhor computador pessoal possível no qual haja uma total interação entre seus elementos.”</strong></p>
<p>Se é ou não o melhor, não é o caso de discutir aqui, mas inegavelmente o iMac tirou a Apple da ribanceira em que estava antes de seu lançamento. Há inúmeros outros exemplos mostrando que bom design é bom negócio. E não apenas o design de produtos. Os casos da Coca Cola e do Marlboro, cujas marcas valem mais do que o patrimônio das companhias que os produzem, dão a dimensão da importância da identidade visual para o sucesso de uma empresa.</p>
<p>Se para os empresários o bom design faz soar a caixa registradora, para o país ele pode representar uma alavanca do desenvolvimento socioeconômico; e, para o consumidor, freqüentemente resulta numa melhoria da qualidade de vida. Por todas essas implicações, design é uma atividade multidisciplinar, ligada à tecnologia, à estética e ao marketing.</p>
<p><strong>Não é meramente um desenho.</strong> Moema, por exemplo, nem sabe desenhar, mas é mestre na composição de capas de livros que aumentam as vendas das editoras e o prazer dos leitores. É designer, na melhor acepção da palavra.</p>
<p>Para quem quiser saber mais do assunto recomendo o livro <em>&#8220;Designer não é personal trainer e outros escritos&#8221;.<br />
</em></p>
<p><em>Bibliografia:<br />
</em><em>- &#8220;Designer não é personal trainer e outros escritos&#8221; (Editora Rosari, 2002).<br />
- Artigo do jornal Gazeta Mercantil &#8211; Abril 2000 por </em><em>Adélia Borges</em><br />
- www.designbrasil.org.br</p>
<p>Raphael Garcez</p>
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		<title>Luz do século 21 chega às fachadas</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/luz-do-seculo-21-chega-as-fachadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 21:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Utilizados para indicar o sinal de espera nos aparelhos eletroeletrônicos, os diodos emissores de luz passaram a ser conhecidos no mercado brasileiro como leds, da sigla que designa em inglês o light emitting diode. Agora, eles saem do interior das casas e conquistam as fachadas, dando um toque lúdico às edificações. Os primeiros leds comerciais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="luz" src="http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/fotos/115/tecnologia-leds-fachada.jpg" alt="" width="501" height="427" /></p>
<div class="intro">Utilizados para indicar o sinal de espera nos aparelhos eletroeletrônicos, os diodos emissores de luz passaram a ser conhecidos no mercado brasileiro como leds, da sigla que designa em inglês o light emitting diode. Agora, eles saem do interior das casas e conquistam as fachadas, dando um toque lúdico às edificações.</div>
<div>
<p>Os primeiros leds comerciais foram lançados no final da década de 1960, na cor vermelha, para uso em sinalização de baixa potência, caso dos painéis eletrônicos. Em edificações, foram muito empregados em terminais de centrais de combate a incêndio. Como elemento de iluminação, principalmente nos campos arquitetônico e decorativo, vêm sendo adotados há cerca de dez anos, mas ainda com baixa oferta de potência luminosa (lumens). “Há aproximadamente cinco anos, a disponibilidade de potências aumentou bastante, melhorando essas aplicações”, observa Fernando Romano, engenheiro de vendas da Osram. Durante os jogos Pan-Americanos de 2007, por exemplo, 245 quiosques instalados na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foram iluminados por leds.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img title="À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena" src="http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/fotos/115/tecnologia-leds-fachada-santa-helena.jpg" alt="À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena" width="320" height="254" /><p class="wp-caption-text">À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena</p></div>
<p>Mas a aplicação em fachadas exige suportes e proteção contra intempéries, salinidade (se a edificação estiver próximo ao mar), descargas atmosféricas e outros agentes agressores. Normalmente, os leds são montados em painéis mecânicos, parafusados à estrutura do edifício, podendo-se usar barras, chapas e estruturas metálicas. “Não há grande peso envolvido, mas muitas dessas estruturas precisam ter alta rigidez, devido à ação dos ventos e outros fenômenos”, observa Romano. A durabilidade do led está associada ao projeto, exigindo adequação eletrônica e térmica. “Se esses aspectos não forem observados, ocorrerá baixa vida útil, forte declínio de fluxo luminoso em pouco tempo de uso e mudanças de cores”, adverte Romano, destacando que os leds permitem personalizar projetos e designs. Trata-se de um tubo de vácuo de vidro constituído por dois eletrodos. O diodo é um elemento de circuito que tem a propriedade de conduzir a corrente elétrica apenas em um sentido. Quando energizado, emite luz visível.</p>
<p>As principais indústrias vêm investindo pesado para produzir leds cada vez mais econômicos e duráveis, visando substituir parcialmente as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas. Prevê-se para breve a primeira lâmpada led destinada a tomar o lugar das incandescentes convencionais. A Lightfair, feira de iluminação realizada em maio de 2008, em Las Vegas (EUA), apresentou novas aplicações para iluminação pública e de estacionamentos, balcões, residências e escritórios. As pesquisas estão mais avançadas nos Estados Unidos, Japão, Taiwan, China e Coréia do Sul, países que pretendem tornar a tecnologia viável para a iluminação residencial, industrial e pública, no menor período de tempo possível. A cidade de Düsseldorf, na Alemanha, por exemplo, começou a substituir cerca de 10 mil lâmpadas a gás do centro antigo por leds.</p>
<div style="font-size: 16px; color: #ffffff; background-color: #666633; border: #666633 1px solid; padding: 3px;"><strong>Fenômeno atômico</strong></div>
<div style="font-size: 11px; background-color: #d7d3a8; border: #666633 1px solid; padding: 3px;">Por trás da tendência de ampliação do uso da tecnologia dos leds também estão as dificuldades de geração de energia elétrica em todo o mundo. A vantagem é que os leds utilizam materiais semicondutores especiais, fazendo com que a emissão luminosa se dê a partir de um fenômeno em que o átomo recebe energia e a perde na forma de luz.</p>
<p>Inventado pelo engenheiro eletrônico inglês John Ambrose Fleming, em 1904, o diodo é um semicondutor de corrente elétrica. Devido ao movimento dos elétrons, que trocam constantemente de orbitais (camadas) ao redor do núcleo, dentro do diodo libera-se uma energia chamada fóton. No caso dos leds, os elementos químicos mais utilizados para o processo são o arseneto de alumínio e o gálio.</p></div>
</div>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=712&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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