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	<title>BLOG.CADAULA &#124;&#124; apoio a CADAULA.com.br &#124; Arquitetura, Design de interiores, CAD e tecnologia , cursos de Autocad, cursos de Sketchup, cursos de Revit Architecture, maquetes eletronicas, projetos, tutoriais passo a passo, ensino a distancia, estruturas metalicas &#187; Sustentabilidade</title>
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	<description>Cursos de Autocad, sketchup, Revit e outros CADs. Arquitetura, engenharia, construção e design de interiores.</description>
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		<title>Lixo de rua vira arte em Arapoangas, Itapuã, Lixão e Estrutural</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 13:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Reciclagem retratará as comunidades pela arte Em Brasília, o grupo espanhol Basurama faz pesquisa com o apoio do Instituto Cervantes, UnB e Cufa para a realização de oficinas artísticas em comunidades carentes do DF. O objetivo é representar os 50 anos da capital por meio do entulho. O lixo produzido nas cidades pode ser revelador. Representa o grau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Trebuchet MS;"><strong>Reciclagem retratará as comunidades pela arte</strong></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1010" title="1216240440" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/09/1216240440.jpg" alt="1216240440" width="480" height="435" /><strong></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;">Em Brasília, o grupo espanhol Basurama faz pesquisa com o apoio do Instituto Cervantes, UnB e Cufa para a realização de oficinas artísticas em comunidades carentes do DF. O objetivo é representar os 50 anos da capital por meio do entulho.</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;">O lixo produzido nas cidades pode ser revelador. Representa o grau de consumo e o nível econômico da população, além da forma como o Estado e a sociedade lidam com a destinação dos resíduos e a preservação do meio ambiente. Nas mãos do grupo espanhol Basurama (basura, em espanhol, quer dizer lixo), no entanto, o significado do material vai mais além. Vira forma de expressão. Desde quarta-feira (16 de setembro) dois integrantes do grupo espanhol Basurama, que trabalha com resíduos e outros materiais encontrados nas ruas, estão ministrando oficinas que visam exercitar o imaginário das pessoas na intenção de que elas criem uma imagem urbana que possa representar as suas comunidades, e por meio da qual possam se identificar.</p>
<p>O trabalho faz parte das comemorações dos 50 anos de Brasília e visa confrontar a relação entre as comunidades situadas na periferia do Distrito Federal e o Plano Piloto, comparando os resultados obtidos entre si. Nos dias 21 e 22 de setembro, o Basurama orientou um grupo de jovens em Itapoã. Nos dias 23 e 24 de setembro (quarta e quinta-feira), das 10h (atividade)  às 18h (construção coletiva no espaço público) será a vez de Arapoanga.</p>
<p>No início de agosto, o grupo visitou Arapoanga, a Estrutural, Itapoã e o Lixão para conhecer as áreas, detectar situações, visitar pessoas e desenvolver a pesquisa. Agora voltou para realizar as ações que serão documentadas em vídeo pelo Instituto Cervantes e, no dia 26, mostradas em uma exposição no próprio Instituto. O evento é realizado pelo Instituto Cervantes, Casa da Cultura da América Latina da UnB (CAL) e a Central Única de Favelas (CUFA)/DF.</span></p>
<p><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;">Na primeira visita ao aterro da Estrutural, o arquiteto Miguel Mister viu mais do que uma montanha de lixo. &#8220;Tínhamos uma visão da cidade ideal, modelo de progresso. Mas, como a maioria dos centros urbanos, aqui há uma série de contradições&#8221;, comentou ele, diante do mau cheiro, das condições precárias de trabalho e sob os urubus que circulavam no lugar. O membro do Basurama, fundado em 2001 por nove estudantes de Arquitetura da Universidade Politécnica de Madrid, explica que vai levar essas impressões para o trabalho com jovens da Estrutural e dos bairros de Planaltina Arapoanga e Itapoã.</p>
<p>Miguel Mister e Ângela Leon destacam a importância de investimentos em coleta seletiva<br />
&#8220;Queremos conhecer o olhar das pessoas que vivem aqui por meio das sensações que elas sentem diante da cidade&#8221;, comentou. E para expressar esses sentimentos, lixo. Muito lixo. De garrafas pets a sofás velhos. &#8220;Vamos estimular a criação de objetos que representem Brasília e fazer exposições itinerantes em diversos pontos, inclusive no Plano Piloto&#8221;, comentou Ângela Leon, colaboradora do Basurama.</p>
<p>O grupo, que já rodou o mundo com intervenções em espaços públicos está em Brasília para ministrar oficinas gratuitas, programadas para ocorrer entre os dias 18 e 25. &#8220;Estamos empolgados com o convite&#8221;, completou León.</p>
<p><strong>Alguns objetos de arte reciclada pelo lixo:</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_1008" class="wp-caption aligncenter" style="width: 349px; height: 544px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1008" title="DSC03675" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/09/DSC03675.jpg" alt="33" width="518" height="514" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">33</dd>
</dl>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1009" title="basurama2" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/09/basurama2.jpg" alt="basurama2" width="300" height="225" /></div>
<p></span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Lixo universal &#8211; Qual a cara do lixo de Brasília? </strong><br />
O olhar treinado do Basurama indica um material diversificado. &#8220;Aqui tem de tudo, o que mostra as diversas facetas de uma cidade consumista&#8221;, disse Miguel, que comparou o aterro ao das capitais da República Dominicana, Santo Domingo, e do Paraguai, Assunção. &#8220;Em Madrid vemos um lixo mais elitista, como mobília e objetos pessoais, já em Montevidéu (capital do Uruguai), pela condição econômica, o lixo é mais simples, como garrafas, latas e papelão&#8221;, explicou.    </p>
<p>Mas não foi só o lixo de Brasília que chamou a atenção dos espanhóis. A imagem do descaso social no Lixão da Estrutural também marcou os membros do Basurama. &#8220;É preciso investir na coleta seletiva e diminuir a produção de lixo. Se o Estado e cada um de nós fizesse a sua parte em casa, essas pessoas não precisariam trabalhar dessa forma&#8221;, observou ele, visivelmente espantado com a situação desumana do aterro próximo à Taguatinga. Hoje, existem cerca de 1,6 mil catadores na Estrutural, divididos em cinco cooperativas. </p>
<p><strong>Brasília 50 anos</strong><br />
A vinda do Basurama à Brasília faz parte das comemorações pelos 50 anos da cidade, celebrado em 21 de abril de 2010. &#8220;Mais do que a produção artística, o trabalho envolve a reflexão sobre a produção excessiva de lixo na capital e a importância do trabalho dos catadores na preservação do meio ambiente&#8221;, comentou a diretora da Casa de Cultura da América Latina (CAL/UnB), Ana Queiroz, que destacou a importância do intercâmbio de conhecimento com outros países. O projeto é uma parceria entre a CAL, ligada ao Decanato de Extensão da UnB, o Instituto Cervantes e a Central Única de Favelas (Cufa-DF).</p>
<p><strong></strong></p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=1007&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>O CENTENÁRIO DE ROBERTO BURLE MARX</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/o-centenario-de-roberto-burle-marx/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO E MEIO AMBIENTE JARDIM BOTÂNICO DE BRASÍLIA   ENTREVISTAS COM JEANITTO GENTILINI, DIRETOR DO JARDIM BOTÂNICO DE BRASÍLIA FONE: 3366 3831 – 9970 3262 APÓS O TEXTO, BIOGRAFIA DE BURLE MARX E, EM  ANEXO, PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO   DISTRITO FEDERAL  COMEMORA   O CENTENÁRIO DE ROBERTO BURLE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style="color: green; font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL</span></span></strong></p>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="color: green; font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO E MEIO AMBIENTE</span></span></strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="color: green; font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">JARDIM BOTÂNICO DE BRASÍLIA</span></span></strong></div>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style="font-family: 'Bodoni MT Black'; color: green; font-size: 16pt;"> </span></strong></p>
<div style="padding-bottom: 1pt; padding-left: 4pt; padding-right: 4pt; padding-top: 1pt; border: windowtext 1pt solid;">
<p style="text-align: center; padding: 0cm;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">ENTREVISTAS COM JEANITTO GENTILINI, </span></span></strong></p>
<p style="text-align: center; padding: 0cm;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">DIRETOR DO JARDIM BOTÂNICO DE BRASÍLIA</span></span></strong></p>
<p style="text-align: center; padding: 0cm;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">FONE: 3366 3831 – 9970 3262</span></span></strong></p>
<p style="text-align: center; padding: 0cm;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman; color: #666666;">APÓS O TEXTO, BIOGRAFIA DE BURLE MARX E, EM  ANEXO, PROGRAMAÇÃO DO CENTENÁRIO</span></span></strong></p>
</div>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><strong>DISTRITO FEDERAL<span>  </span>COMEMORA </strong><strong><span style="font-size: 10pt;"> </span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;">O CENTENÁRIO DE ROBERTO BURLE MARX </span></span></strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">- atividades<span>  </span>incluem<span>  </span>reinauguração de jardins, encontros culturais e palestras- </span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"> </span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Times New Roman;">O<span>  </span>grande mestre do paisagismo brasileiro, Roberto Burle Marx<span>  </span>faria,<span>  </span>no próximo dia<span>  </span>04 de<span>  </span>agosto de 2009, cem<span>  </span>anos.<span>  </span></span><span style="font-family: Times New Roman;">Burle<span>  </span>Marx<span>  </span>representa,<span>  </span>junto a<span>  </span>grandes expoentes<span>  </span>da arquitetura e<span>  </span>da<span>  </span>arte<span>  </span>contemporânea,<span>   </span>um<span>  </span>marco<span>  </span>expressivo na identidade da Capital Federal. Seus<span>  </span>jardins<span>    </span>trouxeram à cidade elementos de vanguarda<span>  </span>considerados, ainda hoje,<span>  </span>a<span>  </span>excelência em paisagismo no mundo.</span></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">Entre os elementos escolhidos pelo paisagista <span> </span>- que também transformou o cenário dos parques nacionais &#8211; <span> </span>estão os espelhos d’água,<span>  </span>bancos e pisos em generosidade. </span></div>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">Para dar nova dimensão ao trabalho de Oscar Niemeyer, Athos Bulcão<span>  </span>e Lúcio Costa, dentre diversos artistas, ele<span>  </span>escolheu espécies rupestres nativas como velózias, yucas, agaves, criando<span>  </span>atmosferas de umidade e experimento sensorial,<span>  </span>cercadas de formas<span>  </span>geométricas e<span>  </span>estruturas de concreto,<span>  </span>mosaicos e<span>  </span>pavimentação com profundidade e volume,<span>  </span>desenhando uma espécie de geometria natural. </span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><span> </span><span> </span>Dentre<span>  </span>alguns<span>  </span>jardins<span>  </span>de<span>  </span>Brasília, é possível destacar: o da Superquadra 308 Sul, do Palácio do Itamaraty, do Palácio da Justiça, do Tribunal de Contas da União, do Parque da cidade e<span>  </span>de<span>  </span>diversas Embaixadas. </span></span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">Para <span> </span>comemorar<span>  </span>o centenário do gênio humanista que <span> </span>desenvolveu<span>  </span>talentos como<span>  </span>artista plástico e<span>  </span>músico e<span>  </span>gastrônomo, <span> </span>entre outros,<span>  </span>a<span>  </span>Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente<span>  </span>estabeleceu parceria com diversos órgãos: </span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">O Exército Brasileiro,<span>  </span>a Novacap, <span> </span>o Jardim Botânico de Brasília, a<span>  </span>Secretaria de Cultura<span>  </span>e a BrasíliaTur<span>  </span><span> </span>somaram<span>  </span>esforços<span>  </span>que<span>  </span>resultam em uma programação especial. <span> </span>A <span> </span>comissão<span>  </span>foi coordenada pelo Diretor do Jardim Botânico de<span>  </span>Brasília, Jeanitto Gentilini. </span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"> </span></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><strong>Acompanhe<span>  </span>a Programação, que <span>  </span>acontecerá entre os<span>  </span>dias 07<span>  </span>a 27 <span>  </span>de<span>  </span>agosto</strong>: </span></span></p>
<div style="padding-bottom: 1pt; padding-left: 4pt; padding-right: 4pt; padding-top: 1pt; border: windowtext 1pt solid;">
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><strong>07 de agosto</strong>, <span> </span>sexta-feira</span></span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">17 horas, Sarau com Quarteto de Cordas<span>  </span>e Chá nos Jardins da 308 Sul. </span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><strong>15 de<span>  </span>agosto,</strong> sábado</span></span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">10 horas, reinauguração da Praça dos Cristais com Banda do Exército no<span>  </span>SMU em frente ao<span>  </span>Quartel General </span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">11 horas<span>  </span>entrega do prêmio concurso de redação aos<span>  </span>meninos da rede pública</span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><strong>18 de agosto</strong> terça-feira</span></span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">18 horas,<span>  </span>coquetel e documentário no Teato<span>  </span>Nacional </span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">19:30 horas<span>  </span>concerto<span>  </span>da Orquestra Sinfônica de Brasília,<span>   </span>no Teatro Nacional Cláudio Santoro</span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: medium;"><strong>27 de agosto</strong>, quinta feira,<span>  </span></span></span></p>
<p style="padding: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;">9 horas, Seminário Os Jardins de Burle Marx , com especialistas, no<span>  </span>Museu Nacional <span> </span>de Brasília</span></p>
</div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Goudy Old Style'; font-size: 20pt;" lang="PT"> </span></strong> </div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Goudy Old Style'; font-size: 20pt;" lang="PT"> </span></strong> </div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Goudy Old Style'; font-size: 20pt;" lang="PT"><span style="background-color: #c0c0c0;">Biografia do Artista</span></span></strong></div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Goudy Old Style'; font-size: 20pt;" lang="PT"> </span></strong> </div>
<div style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: 'Goudy Old Style'; font-size: 20pt;" lang="PT">ROBERTO BURLE MARX</span></strong></div>
<p style="text-align: center;" align="center"><em><span style="font-size: 16pt;" lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;">O homem<span>  </span>que amou a paisagem humana</span></span></em></p>
<p><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>  </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>  </span>A<span>  </span>cozinha de Roberto Burle Marx recebe o sol da manhã. Rescende a<span>  </span>aromas de democracia – exalados por <span> </span>temperos de Congo, Argentina e da Feira de Caruaru -<span>  </span>e nos<span>  </span>enseja em seu <span> </span>valiosíssimo universo. <span> </span>O mestre, <span> </span>no<span>  </span>atelier, olhos erguidos à menção de um eco de sua consciência: &#8211; disciplina. Uma pincelada<span>  </span>dilacera o ar,<span>  </span>no gesto preciso e intrigante.<span>  </span>Devoção que<span>  </span>Lúcio Costa<span>  </span>definia<span>  </span>com<span>  </span>justiça transcendente: ‘estar com Roberto é uma experiência concreta de visitar o abstrato’.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>                    </span>Na bela <span>  </span>casa de artista, morada de seus<span>  </span>quadros e esculturas, do barro<span>  </span>popular do nordeste, dos<span>  </span>livros de arte, obras de Volpi e Portinari, valoriza-se<span>  </span>o círculo irrestrito de<span>  </span>pensadores e os pensamentos intuitivos de jardineiro. Andamos por entre objetos espalhados pela sala percebendo <span> </span>a alma que <span> </span>esparge<span>  </span>sua ausência de fronteiras para com a vida. ‘ A vida só faz sentido se você<span>  </span>atua’, assinala. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT"><span>                    </span>Há um pátio que dá para os<span>  </span>jardins ao ar livre e para as magníficas coleções de<span>  </span>plantas tropicais do mundo. Araceae, Arecaceae, Bromeliaceae, Cycadaceae, Heliconiaceae&#8230; lira botânica<span>  </span>que nos transpota ao encontro da história deste <span> </span>paulistano, naturalizado carioca por vontade e afeição; nascido em </span><span> </span>4 de agosto 1909, numa vila situada na Avenida Paulista, por nome de batismo Roberto Burle Marx, quarto<span lang="PT"> filho</span><sub><span lang="PT"> </span></sub>do alemão Wilhelm Mar e da pernambucana Cecília Burle<span> <span lang="PT">.<span>  </span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span><span>  </span>Sua infância dourada, como ele mesmo dizia, foi vivida em um casarão de muitas janelas, tardes inteiras ao som<span>  </span>do piano, do canto e da poesia materna. <span> </span>Roberto <span> </span>usava roupas bordadas por sua<span>  </span>avó,<span>  </span>enquanto percorria jardins de <span> </span>rosas, begônias, antúrios, gladíolos e <span> </span>tinhorões. Sua<span>  </span>ama, <span> </span>Ana Piascek,<span>  </span>mostrava a ele como preparar os canteiros e<span>  </span>observar a germinação das sementes do jardim e da horta. O pai<span>  </span>empreendia<span>  </span>longas jornadas, como negociante que era, das quais trazia as malas abarrotadas de <span> </span><span> </span>música erudita e da literatura européia. Intempéries financeiras levaram a família a<span>  </span>mudar-se para o Rio de Janeiro, em </span><a title="1913" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1913" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1913</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">. Um casarão no<span>  </span><span> </span>Leme foi decorado com os móveis antigos <span> </span>e telas<span>  </span>de amigos intelectuais da época; este lugar <span> </span>encantou o coração do menino. Ali,<span>  </span>Burle <span> </span>começa a sua própria coleção de plantas, aos seis anos de idade.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span> </span><span>    </span>Aos <span lang="PT"><span> </span>19 anos, <span>  </span>um problema na visão levou Burle Marx <span> </span>à <span> </span>Alemanha, em busca de tratamento médico. Caminhando pelas ruas em uma tarde, ele<span>  </span>deparou com os imensos pórticos do <span> </span></span><em><span style="color: black;">Botanischer Garten Und Botanisches Museum Berlin-dahlem </span></em><span style="color: black;">-<span>  </span>o</span><span style="color: black;"> Jardim Botânico de Dahlen, em</span> Berlim<span style="color: black;">, o mais antigo jardim botânico alemão, fundado no século XVII, como um parque real para flores, plantas medicinais, vegetais e lúpulo (para a cervejaria do rei); um dos mais importantes centros <span> </span>de pesquisa<span>  </span>botânica da Europa. </span><span lang="PT">Com fascinação,<span>  </span>percorreu as estufas, num tipo de êxtase diante de espécies da <span> </span>vegetação brasileira inéditas aos seus<span>  </span>olhos. P</span>erguntou-se por que estas plantas não eram divulgadas eu seu<span>  </span>país e<span style="color: black;"> notou pela primeira vez o valor da paisagem tropical</span>. Este foi o momento em que<span>  </span>escolheu a flora como sua<span>  </span>definitiva companheira. </span></p>
<p style="text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>      </span>O <span> </span>sentimento artístico <span> </span><span> </span>de Burle Marx<span>  </span>também<span>  </span><span> </span>estava prestes<span>  </span>a ser<span>  </span>modificado por<span>  </span>encontros <span lang="PT"><span> </span>com as vanguardas artísticas no <span> </span>ateliê de Degner Klem e<span>  </span>pelas obras de </span>Picasso, Paul Klee, Matisse. Overdose de sentidos, os<span>  </span>colorismos<span>  </span>tornaram-se uma quase obsessão. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>   </span><span>  </span><span style="color: black;">De volta ao Brasil, ele continuou seus estudos na Escola de Belas Artes, no Rio. Isso aconteceu <span> </span>no<span>  </span>início<span>  </span>dos anos<span>  </span>trinta, quando todo o<span>  </span>vórtice<span>  </span>criativo <span>  </span>o levou a pintar quadros e classificar<span>  </span>plantas no jardim da encosta de sua casa.<span>  </span>A<span>  </span>rua, era a mesma<span>  </span>em que morava o<span>  </span>amigo de infância<span>  </span>Lúcio Costa. </span>Burle Marx era um jovem de 23 anos em meio a um <span> </span>jardim que atraía a atenção dos vizinhos, quando escutou o toque da campainha.<span>  </span>Lúcio Costa trabalhava<span>  </span>no projeto da casa da <span> </span>família Schwartz, em Copacabana e<span>  </span>veio propor <span> </span>a ele que elaborasse o projeto paisagístico. Este primeiro jardim desafiou os padrões de seu tempo, criando um conceito que, segundo os<span>  </span>colegas de seu metier, acompanhava o bater de seu próprio coração.<span>  </span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">O Brasil<span>  </span>mudaria, paulatinamente, neste mesmo ritmo. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Como <span> </span>impulso deste conceito essencial, Burle Marx<span>  </span>declarava: ‘eu acredito que o jardim é a natureza ordenada e organizada pelo homem e para o homem. No momento em que vou combinar plantas, estou pensando em cor, volume e ritmo. Se eu penso —”bom, aqui eu quero três árvores amarelas e contra essa forma amarela vou querer formas azuis, ou em composição ou em harmonia” —. Uso princípios que também norteiam a música e a poesia. <span style="color: black;"><span>  </span>Foi aos poucos<span>  </span>tornando-se <span> </span>adepto da escola alemã Bauhaus, estilo integrador de todas as artes, tendo<span>  </span>seus<span>  </span>jardins<span>  </span>comparados a pinturas abstratas. Ora <span> </span>bem curvilíneos, ora de linhas retas, criavam <span> </span>blocos de cor na paisagem .</span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;">A <span> </span>elite conservadora viu inicialmente o estilo abstrato e tropical de Burle Marx com alguma restrição , já que os jardins brasileiros seguiam ao padrão europeu, com suas azaléias, camélias, magnólias e nogueiras. Mas a renovação nas artes e na arquitetura era uma marca dos anos 30. <span> </span>Ele </span><span lang="PT">convivia na universidade com aqueles que se tornariam reconhecidos na arquitetura moderna brasil,</span><span style="color: black;"> Oscar Niemayer,</span>Lúcio Costa<span lang="PT">eira , <a title="Hélio Uchôa (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=H%C3%A9lio_Uch%C3%B4a&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">Hélio Uchôa</span></a> e <a title="MMM Roberto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MMM_Roberto" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">Milton Roberto</span></a>, entre outros.</span><span style="color: black;" lang="PT"> </span><span style="color: black;">Este<span>  </span>grupo de jovens arquitetos, ligados à corrente francesa <span> </span>de renovação liderada por Le Corbusier. Ao estudar com Mário de Andrade e Portinari, multiplica <span> </span>elementos que transbordam técnica e dialética. </span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">A arte de Burle Marx<span>  </span>é como um prisma de muitas faces, com ingredientes telúricos, <em>leit-motiv </em>de toda a sua produção, na qual<span>  </span>aos poucos revela-se o<span>  </span>pintor, o desenhista, o<span>  </span>litógrafo, <span>o tapeceiro e o designer</span>, com um trabalho. <span> </span><span> </span>L<span lang="PT">inguagem bastante orgânica e evolutiva permeiam os trabalhos, que exploram o <a title="Concretismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Concretismo" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">concretismo</span></a>, o <a title="Construtivismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Construtivismo" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">construtivismo</span></a> <span> </span>e outros caminhos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;">Finalmente, os<span>  </span>quatro elementos misturam-se, enfim, como as descobertas: as </span><a title="Planta (geometria descritiva)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Planta_(geometria_descritiva)" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">plantas baixas</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> de seus projetos lembram em muitas vezes telas abstratas, nas quais os espaços criados privilegiam a formação de recantos e caminhos através dos elementos de vegetação nativa.</span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;" lang="PT"> </span><span style="color: black;">Nas horas vagas canta música lírica para os amigos. </span>A natureza tropical, com efeito, é quem dá seiva e alento à arte de Burle-Marx, servindo-lhe, mais que de tema, de inspiração e pretexto para profundas pesquisas formais e de expressão. <span> </span><span lang="PT">Começa sua jornada<span>  </span>de criação de jardins, parques, reservas,<span>  </span>fachadas orgânicas,<span>  </span>extrapolando<span>  </span>fronteiras nacionais e<span>  </span>edificando uma consciência de preservação e<span>  </span>valor paisagístico.<span>  </span></span><span style="color: black;">Sua obra como artista plástico é amplamente reconhecida e premiada em mostras e salões internacionais. Sua assinatura brilha em milhares de projetos e obras espalhados pelos cinco continentes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span lang="PT"><span style="font-family: Times New Roman;">Sua abordagem <span> </span>na definição da </span><a title="Arquitetura Moderna Brasileira" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_Moderna_Brasileira" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Arquitetura Moderna Brasileira</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> fez<span>  </span>dele<span>  </span>integrante <span> </span><span> </span>de projetos célebres. </span></span><span style="font-family: Times New Roman;">A paixão e a curiosidade pela natureza eram tão grandes que Burle Marx costumava organizar excursões semestrais pelos quatro cantos do País, empenhado em descobrir a flora brasileira. Missões iam do Pantanal à Amazônia, do sertão nordestino ao Paraná e onde mais pudesse chegar com veículos, lupas e alforjes. Comitivas formadas por amigos, parentes, botânicos, estagiários e curiosos mobilizavam<span>  </span>afetos em torno de seu ideal de ecologia. As pesquisas em botânica fizeram-no descobrir diversas espécies que levaram o seu nome, como a Begonia burle-marxii.Entre estes parceiros de empreitada, estava o <span> </span>arquiteto Haruyoshi Ono, que<span>  </span>até<span>  </span>hoje cuida da permanência <span> </span>deste legado.<span>                 </span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 49.65pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">Mário Barata descreve: ‘o artista reelaborou o vegetal no plano do pictórico e do desenho, com qualidade, em nível em que o pessoal se funde ao conhecimento. (&#8230;)’. E<span>  </span>Joaquim<span>  </span>Cardoso pontua: ‘sua arte atual &#8211; na pintura, desenho e litografia &#8211; tem, pois, a contribuição da sua particular experiência, de sua percuciente visão caldeada pelos núcleos e formas de articulação vegetal, permanentemente observados por ele. Sentiu-os de perto, quase milimetricamente, através do que eu chamo a penetração burleana da natureza: o esplendor do interior da matéria e do entrelaçado das estruturas exteriorizadas do vegetal.’</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>                 </span>Um dia,<span>  </span>Burle Marx<span>  </span>encantou-se<span>  </span>com o sítio Santo Antônio da Bica<span lang="PT">. Os <span> </span>365.000 m2, em Guaratiba, <span> </span>marcam o lugar<span>  </span>em que começou nossa história.<span>  </span></span>No local havia uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e levou para este local sua coleção de plantas, iniciada aos 6 anos de idade.<span> </span>Em 1985 doou esse Sítio, com todo o seu acervo, à extinta Fundação Nacional Pró Memória, atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. <span> </span>Ele pretendeu deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e suas coleções, adquiridas ao longo de sua vida, com objetos de arte e artesanato &#8211; &#8220;objetos de emoções poéticas&#8221;.<span style="color: black;"> Seu grande sonho era criar ali uma escola para jardineiros e botânicos, e abrir o sítio à visitação pública. Mas é somente após a sua morte, ocorrida em 4 de julho1994, aos 84 anos de idade, que os seus últimos projetos florescem. Graças ao empenho de sua equipe, o sítio, agora batizado com o seu nome, recebe visitantes do Brasil e do mundo. Ecologistas, paisagistas e jardineiros podem freqüentar cursos regulares, ministrados em meio às plantas que o próprio Roberto Burle Marx cultivou.<span>  </span>Sua outra grande paixãosempre o Rio de Janeiro. Nos mais belos cartões postais da cidade estão os jardins de Burle Marx.O Largo da Carioca&#8230; a orla do Leme&#8230; o calçadão de Copacabana&#8230; os jardins suspensos do Outeiro da Glória&#8230;e a menina dos olhos do artista: o Aterro do Flamengo.</span><span>               </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span>                     </span><span lang="PT">Inventor<span>  </span>de lógicas e ismos que fizeram dele um intelectual sem paradoxos a qualquer tempo,<span>  </span></span><span style="color: black;">ele <span> </span>se autodefinia como um artista de jardins e</span><span lang="PT"> planejou ao longo<span>  </span>da vida mais de três mil espaços, nem<span>  </span>todos concretizados como nos traços;<span>  </span></span><span style="color: black;">Hoje em dia pode-se encontrar um jardim ou uma estufa projetados por Burle Marx em várias partes do mundo, como em Longwood Gardens (Filadélfia), na Universidade da Califórnia, na cobertura da sede de um banco paulista, no aterro do Flamengo (Rio de Janeiro), em Caracas (Venezuela).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;"><span>            </span><span>        </span><span>   </span></span><span lang="PT">Longe de ser um tipo de<span>  </span>alquimista com ares de <span> </span>poeta, Burle Marx levou<span>  </span>as matas brasileiras aos lugares onde passa o povo. E às suas telas,<span>  </span>panôs,<span>  </span>esculturas e<span>  </span>peças de tapeçaria.<span>  </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT"><span>                       </span>Em algum momento de sua vida profusa de cores e formas, parece ter descoberto o encontro entre o e a inspiração <span> </span>e que ambos dependem de disposição de aprendiz.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: black;"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="color: black;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: black;"><br />
</span></p>
<p><strong><span style="color: maroon; font-size: 14pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">A Biografia<span>  </span>do Artista: </span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1932<span>  </span>-<span>  </span>cria na residência Schwartz, em Copacabana, no Rio de Janeiro, o primeiro jardim de proposta<span>  </span>tropical e artística </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1930 &#8211; <span> </span>novamente, com Lúcio Costa, elaborou jardins e terraços do prédio do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro, marco da moderna arquitetura brasileira.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt;">1934-1937 &#8211; <span> </span>como diretor do Departamento dos Parques e Diversões do Recife, construiu o primeiro jardim ecológico do Brasil. </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1942 &#8211; com Oscar Niemeyer, trabalhou nos jardins do conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais<span>  </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1946 -<span>  </span>planeja o espaço zoológico do Jardim Botânico</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt;">1945<span>  </span>-<span>  </span>cria os espaços doLargo do Machado, no Rio de Janeiro<br />
</span><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1949" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1949" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">1949</span></a> &#8211; Adquire um sítio de 365.000 m2, em Guaratiba, RJ, onde abriga uma grande coleção de plantas, conjunto que futuramente doa<span>  </span>como Patrimônio.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1953" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1953" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1953</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; Projeta os Jardins da </span><a title="Cidade Universitária" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_Universit%C3%A1ria" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Cidade Universitária</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> da </span><a title="Universidade do Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_do_Brasil" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Universidade do Brasil</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, no <span> </span>Rio de Janeiro.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt;">1954 </span><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><span> </span>- Realiza o projeto paisagístico para o <a title="Parque Ibirapuera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Ibirapuera" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">Parque Ibirapuera</span></a>, em São Paulo, SP e a mostra </span><em><span style="font-size: 11pt;">Arquitetura Paisagística no Brasil:</span></em><span style="font-size: 11pt;"> <em>Roberto Burle-Marx</em>, organizada em várias cidades norte-americanas pela União Pan-americana;</span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt;">1955 -<span>  </span>Planeja a orla da<span>  </span>Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro . <span> </span></span><span style="font-size: 11pt;" lang="PT">Projeta o paisagismo do <a title="Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Arte_Moderna_do_Rio_de_Janeiro" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro</span></a> &#8211; MAM/RJ. Funda </span><span style="font-size: 11pt;">a empresa BURLE MARX &amp; CIA LTDA., pela qual passou a elaborar projetos de  paisagismo, fazer a execução e manutenção de jardins residenciais e públicos.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1958<span>  </span>- Finaliza do<span>  </span>projeto Eixo monumental de Brasília Do trabalho conjunto com Oscar Niemayer e Lúcio Costa nascem os famosos jardins de Brasília.<span>  </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1959 -<span>  </span>Projeta<span>  </span>o paisagismo do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro e os jardins do Parque Del Este na Venezuela e mais algumas coisas. </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1961" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1961" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1961</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; Projeta o paisagismo para o </span><a title="Aterro do Flamengo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aterro_do_Flamengo" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Aterro do Flamengo</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, no Rio de Janeiro<span>  </span>e no </span><a title="Eixo Monumental" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eixo_Monumental" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Eixo Monumental</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> de </span><a title="Brasília" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%ADlia" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Brasília</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt;">1966 &#8211; <span> </span>Cria os jardins do Centro Cívico de Curitiba<span>  </span>e numerosos projetos para o Exterior,<span>  </span>como<span>  </span>na fachada do prédio da Unesco e os jardins do Centro Cultural Georges Pompidou, ambos <span> </span>em Paris. <span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: 11pt;">1963 &#8211; Expõe no Commercial Museum de Filadélfia, Estados Unidos da América</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1968" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1968" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1968</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; Projeta o paisagismo da </span><a title="Embaixada do Brasil em Washington" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Embaixada_do_Brasil_em_Washington" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Embaixada do Brasil em Washington</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> (</span><a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Estados Unidos</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">) </span></span><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1972 &#8211; <span> </span>muda-se para o sítio Santo Antônio da Bica, nos arredores do Rio de Janeiro. Dedica-se à pintura, coleciona obras de arte e cultiva, ao longo de mais de vinte anos, três mil e quinhentas espécies de plantas do mundo inteiro, criando um verdadeiro Éden Tropical.<br />
1970 -<span>  </span>expõe na sala especial, na XXXV Bienal de Veneza. </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1970" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1970" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1970</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; <span> </span>projeta o paisagismo do </span><a title="Palácio Karnak" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pal%C3%A1cio_Karnak" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Palácio Karnak</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, sede oficial do Governo do Piauí. </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1972 -<span>   </span>realiza a mostra 43 Anos de Pintura,<span>  </span>no Museu de Arte de Belo Horizonte.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1971" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1971" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1971</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; <span> </span>recebe a Comenda da Ordem do Rio Branco do Itamaraty em Brasília. </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1973 -<span>  </span>organiza e participa das grande mostras e<span>  </span>na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, e no Museu Galliera, em Paris;</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1974 -<span>  </span>expõe <span>  </span>no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Museu de Arte contemporânea de Curitiba e no Teatro Castro Alves de Salvador; </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1977 -<span>   </span>realiza mostra no <span> </span>Museu de Caracas.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1978 -<span>  </span>expõe no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">1979 -<span>   </span>mostra no Museu de Arte de São Paulo. <span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1982" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1982" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1982</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; <span> </span>recebe o título Doutor honoris causa, da Academia Real de Belas Artes de Haia (Holanda) </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1982" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1982" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1982</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; Recebe o título Doutor honoris causa do Royal College of Art em Londres (Inglaterra) </span></span></p>
<p><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1985" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1985" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">1985</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> &#8211; Doa seu sítio de </span><a title="Guaratiba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guaratiba" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">Guaratiba</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;">, com todo o seu acervo ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional &#8211; </span><a title="IPHAN" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IPHAN" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;"><span style="font-family: Times New Roman;">IPHAN</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman;"> (na ocasião se chamava Fundação Nacional Pró Memória)</span></span><span style="font-family: Times New Roman;"><sub><span style="font-size: 11pt;"><br />
</span></sub><span style="font-size: 11pt;" lang="PT"><a title="1994" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1994" target="_blank"><span style="color: windowtext; text-decoration: none;">1994</span></a> &#8211; Morre no Rio de Janeiro, em 4 de junho, <span> </span>82 anostendo projetado mais de 3.000 jardins ao longo de sua vida. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p><strong><sub><span style="color: maroon; font-size: 18pt;"><span style="font-family: Times New Roman;">PARA VISITAR</span></span></sub></strong><strong><span style="color: maroon; font-size: 18pt;"><br />
</span><sub><span style="color: black;"><span style="font-family: Times New Roman;">MUSEU-CASA DE BURLE MARX</span></span></sub></strong><sub><br />
<span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;">A partir de agosto de 1999, o Sítio apresenta uma nova atração: o Museu-Casa de Burle Marx. A Fundação Vitae apoiou financeiramente este projeto, possibilitando a instalação de um sistema de segurança de modo a proteger e disponibilizar, ao mesmo tempo, as coleções de arte aos visitantes. O acervo conta com 3.125 peças, e entre essas estão as próprias obras de Burle Marx (pinturas, desenhos, tapeçarias, vidros decorativos, murais em azulejos e tecidos), bem como coleções de vidros decorativos diversos, imagens barrocas em madeira, cerâmicas pré-colombianas e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (Estado de Minas Gerais).</p>
<p><strong>ATIVIDADES CIENTÍFICAS</strong></span><br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;">Em seu conselho consultivo, o sítio conta com alguns dos melhores botânicos e paisagistas brasileiros, que ajudam a instituição com seu conhecimento científico. Estudantes universitários são orientados por professores de Biologia/Botânica nas tarefas de identificação de plantas e produção de exsicatas para o herbário do sítio.<br />
A pesquisa científica é apoiada por instalações modernas, como um laboratório bem equipado e a biblioteca particular de burle Marx, com cerca de 3.000 títulos. Cursos e encontros são realizados em um auditório de 60 lugares e duas salas de aula.<br />
<strong>ATIVIDADES CULTURAIS</strong></span><br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;">Durante todo o ano, o sítio é visitado por muitas escolas (desde jardins de infância até universidades).<br />
Com o apoio da sociedade de amigos de Roberto Burle Marx, são realizados concertos musicais nos jardins ou no Ateliê que combina harmoniosamente elementos arquitetônicos contemporâneos e do séc. XIX (fachada).<br />
No dia 13 de junho, dia de Santo Antônio, a comunidade de Guaratiba reúne-se para uma procissão religiosa que se forma no portão de entrada do sítio e que sobe andando por sua rua principal até a capela, onde é rezada uma missa. Ao final, as crianças fazem à coroação de Nossa Senhora e é distribuído pão bento para os fiéis. Durante o resto do ano, os habitantes de Guaratiba freqüentam casamentos, batizados e outras cerimônias religiosas, como já faziam seus ancestrais nos últimos 300 anos.</span></span></sub></p>
<p><strong><sub><span style="color: black;"><span style="font-family: Times New Roman;">VISITAS</span></span></sub></strong><sub><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="color: black;">1. O Sítio não está aberto a passeios livres, sendo obrigatório o acompanhamento de guias do Sítio.<br />
2. É necessário o agendamento prévio, feito de 2ª a 6ª feira, entre 8h e 16h.<br />
3. O Sítio abre de 3ª a sábado (exceto feriados).<br />
4. Visitas em dois horários: 9:30h e 13:30h.<br />
5. Duração da visita: 1h30m aproximadamente.<br />
6. Entrada: R$ 5,00.</span></p>
<p></span></sub><strong><span style="color: black;"><span style="font-family: Times New Roman;">Parque Burle Marx Rua Dª. Helena Pereira de Morás, s/n &#8211; Morumbi<br />
</span></span></strong><span style="color: black;"><span style="font-family: Times New Roman;">São Paulo &#8211; SP &#8211; Brasil &#8211; Agendar visitas: 2ª/ dom. ; 7h/19h.</p>
<p></span><span style="font-family: Times New Roman;"><strong>Parque Ibirapuera Av. Pedro Alvares Cabral, s/n. &#8211; Ibirapuera<br />
</strong>São Paulo &#8211; SP &#8211; Brasil </span></span><span style="color: #003366;"><br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;">     </span></p>
<p><sub><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></sub></p>
<p><sub><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></sub></p>
<p><sub><span style="font-family: Times New Roman;">  </span></sub></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><span style="font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p>&#8211;<br />
Att,<br />
Andrea Faulhaber, Marcelo Bastos  &amp;  Helena  Laundry<br />
Assessoria de Comunicação<br />
Jardim Botânico de Brasília<br />
Fone: (61) 3366 3831</p>
<img src="http://blog.cadaula.com.br/?ak_action=api_record_view&id=980&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Urbanismo ecológico: tema de conferência internacional na Universidade de Harvard</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/urbanismo-ecologico-tema-de-conferencia-internacional-na-universidade-de-harvard/</link>
		<comments>http://blog.cadaula.com.br/2009/urbanismo-ecologico-tema-de-conferencia-internacional-na-universidade-de-harvard/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 19:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto extraído de  &#8211; http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp No início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Urbanismo Ecológico" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00_01.jpg" alt="" width="501" height="250" /></p>
<p>Texto extraído de  &#8211; http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq109/arq109_00.asp</p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">No          início de abril de 2009 a Escola de Pós-Graduação em Design (GSD – Graduate          School of Design) da Universidade de Harvard, em Cambridge, organizou          uma conferência para discutir o que é, quais os rumos, e o que pode significar          Urbanismo Ecológico no futuro (1). Foram disponibilizadas 180 inscrições          que se esgotaram quase imediatamente. Participantes e palestrantes de          inúmeros países estiveram presentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><span id="more-968"></span><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A conferência reuniu          um número expressivo de renomados cientistas, pesquisadores, profissionais          e estudantes de diversos campos do conhecimento, como: planejadores urbanos          e regionais, urbanistas, arquitetos, paisagistas, ecólogos, engenheiros,          especialistas em saúde pública e economistas. Participaram também políticos          locais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O evento começou com          duas palestras introdutórias, sobre a situação da vizinha cidade de Boston.          A primeira, dada por Alex Krieger, abordou a história da ocupação do estuário          do Rio Charles e os impactos ambientais que causou. Em seguida foi feita          a apresentação de um “Plano Verde” para renovar Boston. O plano deverá          ser implementado nas próximas décadas. Para isso, foi lançado no dia 30          de março o plano “Renew Boston” (Renova Boston) e o <em>Boston Climate          Action Leadership Commitee </em>(Comitê de Liderança para Ações Climáticas          de Boston), com a presença de Al Gore. O plano é inovador, conta com parcerias          público-privadas e um investimento federal inicial de 6, 5 milhões de          dólares que deverá transformar a cidade em referência de desenvolvimento          sustentável. O prefeito Thomas Menino abriu os trabalhos da conferência          no dia 3 de abril. Vale ressaltar que o primeiro projeto paisagístico          com cunho ambiental que visava sustentabilidade urbana foi feito e parcialmente          implementado por Frederick Law Olmested, ainda no século XIX.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A apresentação de          projetos para enfrentar os problemas causados pelas mudanças climáticas          e aumento do nível do mar dominou as discussões, que foram distribuídas          em mesas redondas, painéis e palestras individuais. Na abertura da conferência          Mohsen Mostafavi, diretor da escola, enfatizou o comprometimento de Harvard          em estar na pesquisa de ponta da sustentabilidade das cidades, das paisagens          e das infraestruturas. Com especial atenção à questão ambiental para mitigar          problemas existentes e os que serão causados pelo aquecimento global em          áreas consolidadas, além de discutir novas possibilidades de ocupação          sustentável para áreas de expansão. Levantou também como o <em>urbanismo          ecológico</em> pode contribuir para espaços democráticos, que acomodem          conflitos e discordâncias. Afirmou ainda que, para ser ecológico o urbanismo          deve respeitar o passado, planejar e projetar espaços urbanos que respondam          às necessidades de sustentabilidade da sociedade atual.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A tônica da interdisciplinaridade          do evento foi dada logo na mesa redonda inicial. Diversas áreas do conhecimento          foram representadas por renomados profissionais e cientistas: Literatura          – Prof. Lawrence Buell, procura compreender através de metáforas questões          históricas e ambientais; Ecologia da Paisagem – Prof. Richard Forman,          é referência mundial nessa área, tem focado na ecologia da paisagem de          diferentes regiões urbanas do mundo; História – Prof. Lizabeth Cohen,          enfoca o consumo e o meio ambiente, como a cultura influencia a história          política e como as cidades podem se sustentáveis para se viver, trabalhar          e divertir; Economia – Prof. Ed Glaeser, pesquisa como as cidades podem          ser economicamente sustentáveis; Saúde Pública – Prof. Nancy Krieger,          enfoca a saúde igualitária onde o ambiente físico e social tem importância          ecológica fundamental, holística; Arquitetura – Toshiko Mori, desenvolve          projetos de edifícios verdes em diversos países; Religião – Donald Swerer,          professor e pesquisador de Estudos Budistas, defende que valores e ética          façam parte da agenda da sustentabilidade. Alex Krieger, planejador e          <em>designer</em> urbano, foi o mediador da mesa.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A discussão alguns          caminhos indicados pelas discussões para o Urbanismo Ecológico foram:          a densificação em grande parte das situações, pois possibilitam áreas          permeáveis com vegetação arbórea de preferência nativa, para favorecer          a biodiversidade; espaços muito projetados em geral são barreiras ao desenvolvimento          de biodiversidade; baixas densidades podem ser interessantes para áreas          de transição com ecossistemas preservados; espaços urbanos de convivência          são essenciais para congregar as pessoas; políticas públicas têm a função          de induzir as pessoas a fazer escolhas que causem menos danos ecológicos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Segundo Krieger, densificação          é a chave para sustentar as cidades ao longo do tempo. Proporciona o aproveitamento          da infra-estrutura, espaços livres, comércio e serviços para atender um          maior número de pessoas. Diminui a necessidade de transporte individual.          A diversidade de usos e grupos sociais e étnicos é um fator relevante          para o Urbanismo Ecológico.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Rem Koolhaas e Homi          Bhabha foram os convidados para fechar o primeiro dia. Atraíram uma enorme          audiência que lotou o auditório e a sala externa de exposição. Koolhaas          foi buscar as origens do pensamento ecológico nas cidades, citou Vitruvius,          a Mitologia Grega e Buckminster Fuller, pensador e arquiteto autodidata          que trabalhou durante toda a vida para contribuir com objetivo de melhorar          as condições de vida de toda a população do planeta – pai das idéias:          “Spaceship Earth” (Espaçonave Terra) e do “One-Town Planet” (o Planeta          é uma só Cidade). Koolhaas defendeu que a sustentabilidade das cidades          pode estar fora delas, como no caso da geração de energia eólica no mar          do norte (NordZee), que irá suprir energia a uma extensa região do noroeste          europeu.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Homi Bhabha, indiano,          Diretor de Humanidades de Harvard, foi mais filosófico. Abordou o tempo,          o agente e o urbanismo ecológico. O equilíbrio no tempo, nas intervenções,          no equilíbrio relacional entre o social, cultural, ambiental, econômico          e o geopolítico. Em países “colonizados” como a Índia, o tempo da burocracia          deve ser considerado. Os agentes são as pessoas, entidades e demais instituições          que interagem para que a cidade se desenvolva. Deu ênfase ao espaço “não          construído”&#8230; ”que é o tempo para a reflexão ecológica” de como usar          esse espaço: “é o momento para se pensar em construir ou não”. Enfocou          também questões relativas à globalização, migrações, refugiados e minorias          dentro da sua própria cidade, e a relação de dependência econômica entre          os novos empreendimentos com edifícios para classes mais abastadas e as          vizinhas favelas remanescentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Duas palestras individuais          foram instigantes de formas diferentes. Bill Dunster da ZEDfactory, empresa          baseada em Londres apresentou os projetos que vem desenvolvendo para residências,          complexos e bairros com emissão zero de carbono. São trabalhos arrojados          e inovadores, empolgou pela criatividade e técnica. Propôs soluções para          áreas consolidadas, onde foi feita a adaptação de tipologias “vernaculares”          que consomem muita energia de forma a transformá-las em edificações “verdes”.          Propôs também, que uma nova estética seja adotada em sintonia com os processos          naturais de ventos, insolação e águas, com a introdução de áreas produtivas          (agriculturáveis) entre as áreas construídas e o sistema viário. Enfatizou          o lado econômico como o grande motivador para repensar a indústria da          construção. Apresentou com humor o bar ZED, e defendeu que para ser ecológico          não precisa ser sério. Salientou que é preciso buscar soluções específicas          para cada caso, não existem modelos replicáveis para qualquer sítio.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Em contraste, o arquiteto          e designer italiano Andrea Branzi, fez uma palestra sensível, poética          e polêmica. Apresentou sete sugestões para uma “Nova Carta de Atenas”,          onde propõe que a cidade seja flexível e permeável nos espaços e usos;          integre valores e funções sagradas e agrícolas (produção de alimentos          e criação de animais como vacas, galinhas, carneiros); seja menos antropocêntrica,          e se inspire no oriente (Índia) para que a convivência seja cósmica. Propõe          que a cidade seja adequada às questões atuais, que reutilize edificações          existentes, que as grandes transformações ocorram através da refuncionalização          das microestruturas e que as instalações possam ser reversíveis, adequáveis          a situações não previstas e não programadas. Destacou que a cidade é feita          de coisas sem importância que devem ser consideradas como fundamentais:          cultura, arte e música, por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O tema do primeiro          painel foi Ambientes Urbanos Produtivos. Foram apresentados e discutidos          projetos produtivos implementados e propostos em diversos países e situações.          Hortas urbanas perpassaram diversas apresentações não apenas nesse painel.          Foram feitas propostas em todas as escalas, desde canteiros, tetos, ruas          e lugares abandonados, até como parte de planejamento urbano ambiental,          social e economicamente sustentável. Salientou-se o seu papel como possibilidade          de educação sobre as fontes dos alimentos e sobre os impactos ambientais          gerados (agrotóxicos X orgânicos, irrigação), além do potencial de melhoria          do convívio social e do cultivo e criação local, com baixo custo e eliminação          de transporte. A produção de alimentos dentro das cidades é uma forma          de reconectar as pessoas urbanas com os processos naturais. Cuba foi citada          como exemplo, diversas vezes. Mitchell Joachim, do MIT (Massachussets          Institute of Techonology) apresentou projetos utópicos provocativos. Criticou          a sociedade alienada e consumista americana, e propôs a “Ecotransologia”          que integra a cidade, a ecologia e o transporte: com carros e casas orgânicas          que crescem, são empilháveis (ocupam pouco espaço) e biodegradáveis.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A defesa dos recursos          naturais foi o tema do painel seguinte: “Curating Resources” (Curadoria          de Recursos). As idéias convergiram para o reconhecimento dos processos          naturais, geológicos e hídricos como fundamentais para lidar com as questões          urbanas de forma ecológica. Energia limpa, não poluente pode ser gerada          de diversas formas, através não apenas do sol e dos ventos, mas também          da disposição de resíduos orgânicos. O aquecimento em países de clima          temperado já está sendo feito através da energia gerada pelos resíduos          orgânicos, que também podem ser compostados e utilizados como fertilizantes          na produção agrícola e na recuperação de solos degradados. A coleta de          águas das chuvas e a sua reciclagem nos processos produtivos industriais          são fontes para diversos usos secundários residenciais, comerciais e industriais. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Herbert Dreiseitl,          paisagista alemão, mostrou projetos realizados em diversos países como          Solar City, na Áustria, Potsdamer Platz, em Berlim, Parque de Stuttgart,          na Alemanha, entre outros. Focou num que fez para Singapura, que tem muitas          similaridades com problemas urbanos brasileiros. Argumenta que: as cidades          têm muita chuva, mas não estocam e estão virando desertos que precisam          importar água; a biodiversidade está sendo extinta nas cidades; existe          desconexão entre as cidades e seus corpos d’água; as terras dividem povos          e vizinhos, as águas unem, pois não conhecem fronteiras; as águas deveriam          orientar os planos e projetos paisagísticos, urbanos e de infraestrutura.          Através de projetos ecológicos é possível proteger e recuperar ambientes          degradados aquáticos e terrestres dentro das cidades.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Dilip da Cunha e Anuradha          Mathur, indianos, apresentaram o seu projeto para uma área úmida ocupada          informalmente em Mumbai. Discordam de mapas e projetos que tomam como          base a linha da terra como limites de intervenção. Acreditam que os limites          deveriam ser dados pelas linhas de oscilação natural das águas, dos fluxos          e áreas de inundação. Destacaram o papel de Patrick Geddes como um inovador          que teve pouca atenção em sua época. Procuram, como Geddes, através de          exposições sensibilizar e educar as populações para a mudança para o novo          paradigma. Mathur alertou que devemos ter um olhar renovado sobre as águas          e sobre a possibilidade de produzir alimentos em hortas urbanas como forma          de restabelecer contato entre os seres humanos urbanos e os processos          naturais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Mobilidade, infraestrutura          e sociedade foram temas do terceiro painel. Foram apresentadas propostas          de veículos de emissão zero de carbono. Federico Parolotto apresentou          seu projeto de mobilidade para Masdar, cidade projetada por Foster+Partners,          totalmente artificial que está sendo construída ao lado de Abu Dabi. É          uma ilha de zero carbono cercada pela cidade que mais emite carbono no          planeta. William Mitchell, do MIT, causou grande impacto com a apresentação          do projeto de mobilidade urbana sustentável. Consiste num sistema integrado          não poluente, de veículos movidos por baterias elétricas. Foram concebidos          em três tipos: bicicleta motorizada, <em>scooters</em> (mini-moto) e micro-carros          (para duas pessoas) que são chamados “Smart City Cars”. O projeto prevê          estações onde é possível alugar o veículo, em um local e deixar em outro.          A recarga de energia elétrica gerada por captação solar é feita nas estações.          Deverão estar conectadas com transportes de massa locais. A idéia é que          as pessoas possam utilizar o veículo que atenda às suas necessidades do          momento, sem precisar possuir um. Os carros são ágeis, fazem manobras          completas, giram em torno de si mesmos. São dobráveis e empilháveis, não          ocupam muito espaço para estacionar nem para circular. A fabricação do          “City Car” é simples, de alumínio fundido, não utiliza plástico. É dirigido          por “Joy Sticks” como um <em>vídeo-game</em>. São também chamados de USV          – <em>Ultra Small Vehicules</em>, ao contrário dos atuais SUV – <em>Sports          Utility Vehicules</em>, que são grandes consumidores de combustíveis fósseis          e muito poluentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A discussão gerada          pelo painel de “Ecologias de Escala” foi muito interessante ao fazer a          conexão entre o urbanismo sustentável e os processos naturais em todas          as escalas. Spiro Pollalis afirmou que os mais ricos causam maiores impactos          no planeta, viajam mais, consomem mais. É uma questão de justiça que todos          tenham acesso aos confortos dos ricos, mas como isso será possível? Stefano          Boeri defendeu que a natureza é a medida, e que os impactos do que é artificial          devem ser reduzidos. Acredita que a noção de sustentabilidade está em          desenvolvimento, que é a reconciliação com a natureza. Citou Branzi para          afirmar que acredita que a agricultura é a interface entre o natural e          o construído, é um possível modo de redução dos impactos. A natureza toma          conta de lugares abandonados, lembrou de Gilles Clément que propôs “un          tiers Paysage”. Boeri acredita que os projetos urbanos devem mimetizar          os processos naturais, combinar artificial e vegetal para reduzir os impactos,          e que as cidades devem sair do antropocentrismo, ser mais criativas para          atender suas próprias necessidades básicas.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Walter Hood apresentou          a metodologia que utiliza: pesquisa os traçados dos cursos naturais das          águas, anteriores à ocupação, e os utiliza como base para os projetos.          Acredita que todas as cidades atuais são muito parecidas, que são estruturadas          pelas vias e autoestradas. Não se vê rios. Enfatizou que é preciso reconectar          as pessoas com sua paisagem.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O último painel foi          bastante técnico, cujo tema foi Ecologia da Engenharia. Foram feitas diversas          proposições que estão sendo implementadas e que podem ser consideradas          como experimentos. A mais polêmica é a “cidade” de Masdar que está sendo          construída com os petrodólares ao custo estimado de 22 bilhões de dólares.          Foram feitos estudos de insolação e ventilação para o desenvolvimento          do projeto. Masdar será uma cidade que emitirá zero carbono. Seu desenho          é um quadrado inserido no deserto, com tudo construído para dar conforto          térmico e possibilidades de circulação para os 50.000 residentes, e a          população flutuante que irá trabalhar e visitar. É cercada por estacionamentos.          A sua sustentabilidade foi questionada por inúmeras razões, como: não          buscar nas próprias cidades do deserto, referências de projeto que estivesse          em sintonia com a paisagem; os enormes custos ambientais de transformar          o deserto em jardim; suas formas geométricas cartesianas não respeitam          os fluxos naturais; vai gerar um grande fluxo de visitantes que irão causar          grandes impactos; o acesso será feito por veículos de todos os tipos,          entre outras.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A estética proposta          por Iñaki Ábalos é a estética da geometria cartesiana, também. Os projetos          que apresentou contemplam as técnicas de desenho arquitetônico, porém          não possuem interação com os processos naturais e com a biodiversidade.          Propõe edifícios com hortas verticais, cemitério vertical e se inspira          no modernismo para a criação de edifícios com usos múltiplos.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">O fechamento da conferência          perguntou “What Next?” (o que depois?). A pergunta foi respondida de formas          criativas, em tempo muito reduzido, por 9 profissionais de diferentes          áreas de atuação. O consenso foi que o Urbanismo Ecológico deve procurar          caminhos nos ecossistemas naturais, nas interelações das paisagens através          da interdisciplinaridade, em novas maneiras de realizar “coisas”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Kongjian Yu foi enfático          ao afirmar que o urbanismo que se preocupa com a estética e a inutilidade          copia modelos externos de consumo rápido e fácil, é gigantesco, acima          das necessidades das pessoas, deforma a cidade e leva à gentrificação.          Esse urbanismo tem levado a maioria das grandes cidades do planeta a sofrer          com a desertificação, deslizamentos e inundações, poluição de toda sorte,          perda de biodiversidade. Clamou que agora é a “hora de mudar!!”. “O urbanismo          ecológico é a arte da sobrevivência”. O urbanismo para ser ecológico deve:          ser produtivo e funcional; valorizar o simples e reciclar o existente;          ser amigável com as inundações renaturalizando os corpos d’água; ajudar          a natureza a trabalhar e se recuperar. As cidades devem ter uma infraestrutura          ecológica, “ter uma nova estética baseada na natureza e ética ambiental,          transformar a desordem e o rústico em estético”.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Uma provocativa exposição          de propostas com soluções ecológicas e utópicas em diversas escalas foi          montada em conjunto com a conferência. A idéia foi discutir se é possível          que o urbanismo venha a ser de fato ecológico e de que maneiras. Drew          Gilpin Faust, Presidente de Harvard, deu um conselho “Move from urban          sprawl to smart growth” (mude de expansão urbana para crescimento inteligente).</span></p>
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		<title>Projetos preveem fazendas verticais nos centros urbanos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 18:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures Leia a matéria completa na Piniweb]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/propostas-de-criacao-de-fazendas-verticais-aumentam-no-exterior-e-143742-1.asp"><img class="alignnone" title="Prédios agora podem ser Fazendas Verticais" src="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/imagens/i127632.jpg" alt="" width="500" height="351" /></a></p>
<p>Escritórios americanos e europeus criam edifícios autossustentáveis, geradores da própria energia e até de alimentos. Confira o Dragonfly Vertical Farm, do escritório belga Vincent Callebaut Architectures</p>
<p><a href="http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/propostas-de-criacao-de-fazendas-verticais-aumentam-no-exterior-e-143742-1.asp">Leia a matéria completa na Piniweb</a></p>
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		<title>Forum Ecotech</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 00:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-945" title="head" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/07/head.jpg" alt="head" width="482" height="478" /></p>
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		<title>Dicas de livros</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vários OCA 5 &#8211; ARQUITETURA NO BRASIL &#8211; CASAS Referência em arquitetura residencial Brasileira, o quinto volume do livro OCA &#8211; ARQUITETURA NO BRASIL &#8211; CASAS traz 50 impressionantes projetos de casas executadas pelos mais importantes arquitetos brasileiros. Nomes como Mareines Patalano (projeto de capa), Marcio Kogan, Mario Biselli, MMBB Arquite &#8230; Leia mais   [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-0266e33d3f546cb5436a10798e657d97&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/12042.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Vários </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-0266e33d3f546cb5436a10798e657d97&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">OCA 5 &#8211; ARQUITETURA NO BRASIL &#8211; CASAS</a> </span><br />
<span class="EC_texto">Referência em arquitetura residencial Brasileira, o quinto volume do livro OCA &#8211; ARQUITETURA NO BRASIL &#8211; CASAS traz 50 impressionantes projetos de casas executadas pelos mais importantes arquitetos brasileiros. Nomes como Mareines Patalano (projeto de capa), Marcio Kogan, Mario Biselli, MMBB Arquite &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-38db3aed920cf82ab059bfccbd02be6a&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia mais </a></span></p>
<p> </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-3cec07e9ba5f5bb252d13f5f431e4bbb&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/11986.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Peter Gössel </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-3cec07e9ba5f5bb252d13f5f431e4bbb&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">NEUTRA (em 5 x no cartão)</a> </span><br />
<span class="EC_texto">Original de Viena, Richard Neutra iniciou cedo sua carreira nos Estados Unidos, estabelecendo-se na Califórnia. Sua influência na arquitetura do pós-guerra é indiscutível. O clima ensolarado e a paisagem rica estão inseridos de uma forma muito particular em seu estilo moderno, fresco, iluminado, dem &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-621bf66ddb7c962aa0d22ac97d69b793&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia mais </a></span></p>
<p> </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-077e29b11be80ab57e1a2ecabb7da330&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank"><img src="http://www.prolivros.com.br/capas_low/12046.jpg" border="0" alt="" align="left" /><br />
</a></td>
<td colspan="5" valign="top"><span class="EC_autor">Vários </span><br />
<span class="EC_titulo"><a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-077e29b11be80ab57e1a2ecabb7da330&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">CONTEMPORARY LANDSCAPE ARCHITECTURE</a> </span><br />
<span class="EC_texto">O livro apresenta 50 projetos internacionais espetaculares no campo da arquitetura paisagista, introduzidos em um contexto urbano e natural, definidos através de uma larga escala de funções, como parques, observatórios, túneis, praças públicas, parques aquáticos, monumentos e muito mais. São projeto &#8230; <a href="http://www.arcoweb.com.br/index2.php?option=com_yanc&amp;act=stats&amp;task=click&amp;cid=072b030ba126b2f4b2374f342be9ed44-6c9882bbac1c7093bd25041881277658&amp;Itemid=&amp;no_html=1" target="_blank">Leia mais </a></span></p>
<p> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>1º Simpósio Internacional de Sustentabilidade?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 02:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lvxus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-850" title="simposio" src="http://blog.cadaula.com.br/wp-content/uploads/2009/05/simposio.jpg" alt="simposio" width="476" height="671" /></p>
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		<title>Arquitetura sustentável. O Brasil está pronto?</title>
		<link>http://blog.cadaula.com.br/2009/arquitetura-sustentavel-o-brasil-esta-pronto/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 15:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Hermeto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até que ponto e de que forma a arquitetura contribui na busca por uma sociedade sustentável? Entende-se como desenvolvimento sustentável, aquele capaz de atender às necessidades das atuais gerações sem comprometer os direitos das futuras gerações. As questões ambientais e escassez de recursos energéticos fazem parte desse discurso; é na forma como arquitetos e engenheiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp227.asp" target="_blank">Até que ponto e de que forma a arquitetura contribui na busca por uma sociedade sustentável? Entende-se como desenvolvimento sustentável, aquele capaz de atender às necessidades das atuais gerações sem comprometer os direitos das futuras gerações. As questões ambientais e escassez de recursos energéticos fazem parte desse discurso; é na forma como arquitetos e engenheiros se inter-relacionam com esses temas que se dá a contribuição da arquitetura na sustentabilidade. Confira a matéria completa&#8230;</a><img class="alignnone" title="Arquitetura sustentável" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/imagens/227_02.jpg" alt="" width="300" height="152" /></p>
<p><img class="alignleft" title="Arquitetura sustentável" src="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/imagens/227_01.jpg" alt="" width="300" height="207" /></p>
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