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sexta-feira, maio 22nd, 2009
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Blog da Autodesk questiona a qualidade de software concorrente usado em projeto de um carro de Stock Car.
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Os primeiros leds comerciais foram lançados no final da década de 1960, na cor vermelha, para uso em sinalização de baixa potência, caso dos painéis eletrônicos. Em edificações, foram muito empregados em terminais de centrais de combate a incêndio. Como elemento de iluminação, principalmente nos campos arquitetônico e decorativo, vêm sendo adotados há cerca de dez anos, mas ainda com baixa oferta de potência luminosa (lumens). “Há aproximadamente cinco anos, a disponibilidade de potências aumentou bastante, melhorando essas aplicações”, observa Fernando Romano, engenheiro de vendas da Osram. Durante os jogos Pan-Americanos de 2007, por exemplo, 245 quiosques instalados na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foram iluminados por leds.

À noite, os leds mudam a cor da fachada do espaço Santa Helena
Mas a aplicação em fachadas exige suportes e proteção contra intempéries, salinidade (se a edificação estiver próximo ao mar), descargas atmosféricas e outros agentes agressores. Normalmente, os leds são montados em painéis mecânicos, parafusados à estrutura do edifício, podendo-se usar barras, chapas e estruturas metálicas. “Não há grande peso envolvido, mas muitas dessas estruturas precisam ter alta rigidez, devido à ação dos ventos e outros fenômenos”, observa Romano. A durabilidade do led está associada ao projeto, exigindo adequação eletrônica e térmica. “Se esses aspectos não forem observados, ocorrerá baixa vida útil, forte declínio de fluxo luminoso em pouco tempo de uso e mudanças de cores”, adverte Romano, destacando que os leds permitem personalizar projetos e designs. Trata-se de um tubo de vácuo de vidro constituído por dois eletrodos. O diodo é um elemento de circuito que tem a propriedade de conduzir a corrente elétrica apenas em um sentido. Quando energizado, emite luz visível.
As principais indústrias vêm investindo pesado para produzir leds cada vez mais econômicos e duráveis, visando substituir parcialmente as lâmpadas incandescentes e as fluorescentes compactas. Prevê-se para breve a primeira lâmpada led destinada a tomar o lugar das incandescentes convencionais. A Lightfair, feira de iluminação realizada em maio de 2008, em Las Vegas (EUA), apresentou novas aplicações para iluminação pública e de estacionamentos, balcões, residências e escritórios. As pesquisas estão mais avançadas nos Estados Unidos, Japão, Taiwan, China e Coréia do Sul, países que pretendem tornar a tecnologia viável para a iluminação residencial, industrial e pública, no menor período de tempo possível. A cidade de Düsseldorf, na Alemanha, por exemplo, começou a substituir cerca de 10 mil lâmpadas a gás do centro antigo por leds.
Inventado pelo engenheiro eletrônico inglês John Ambrose Fleming, em 1904, o diodo é um semicondutor de corrente elétrica. Devido ao movimento dos elétrons, que trocam constantemente de orbitais (camadas) ao redor do núcleo, dentro do diodo libera-se uma energia chamada fóton. No caso dos leds, os elementos químicos mais utilizados para o processo são o arseneto de alumínio e o gálio.
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Olá a todos!!
É um prazer muito grande, poder ser um colaborador do blog da CADaula.
Aqui, vou expor alguns trabalhos referentes a esse poderoso programa de modelagem 3D, o LightWave.
Minha especialidade é a modelagem automobilística, mas também ministro aulas particulares em modelagem 3D em geral, tanto para arquitetura quanto para o design de produtos (minha faculdade).
Neste post, quero dedicar à aqueles que gostam de carros, e sempre tem um tempinho para acompanhar as novidades neste setor, afinal, tudo anda junto o Design e a Arquitetura.
Então apreciem com moderação!
Para acompanhar o andamento desta modelagem, entre em nosso blog.
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Tags: design 3d

AMD mostra testes com Istanbul, seu chip de seis núcleos
O chip de seis núcleos da AMD, apelidado de “Istanbul”, chega ao mercado no segundo semestre deste ano, assegurou um executivo no blog da companhia.
Com o modelo, a AMD pretende alcançar a Intel, que começou a oferecer o processador de seis núcleos para servidores “Dunnington” no ano passado.
Segundo John Fruehe, diretor de desenvolvimento de negócios para servidores e estações de trabalho da AMD, o chip de seis núcleos é “tudo que a empresa esperava e mais”.
O nome “Istanbul” – a cidade que se situa em dois continentes, Ásia e Europa – foi escolhido como metáfora para o chip que une dois mundos, o do soquete 1207 à arquitetura Direct Connect de seis núcleos, que permitia 12, 24 ou 48 núcleos por servidor no futuro.
Como o chip se encaixa no mesmo soquete, os parceiros OEM que fabricam servidores com chips AMD poderão colocar o novo processador no mercado rapidamente, disse Fruehe.
De acordo com o executivo, mesmo tendo mais núcleos, o “Istanbul” tem o mesmo consumo de energia que o “Shanghai”, processador de quarto núcleos para servidores feito em 45 nanômetros.
A AMD publicou um vídeo demonstrando o Opteron de seis núcleos rodando em um sistema de 24 núcleos, com três servidores virtuais funcionando simultaneamente.
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