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Cursos de Autocad, sketchup, Revit e outros CADs. Arquitetura, engenharia, construção e design de interiores.

Arquiteturas modernas, modernização e modernidade em Salvador na primeira metade do século XX


13 janeiro, 2012 – 5:38 pm | por IkhsanFY

Entre o final do século XIX e meados do século XX diferentes manifestações arquitetônicas modernas coexistem em Salvador. Entre essas arquiteturas podem ser destacadas aquelas com características ecléticas, déco ou modernistas. Durante o período mencionado tais arquiteturas são construídas em distintos pontos da cidade, estabelecendo diferentes posicionamentos frente à modernização e à modernidade soteropolitanas. (1) A existência dessas arquiteturas se relaciona com as contradições suscitadas diante das transformações que acontecem na cidade moderna em formação.

Essas arquiteturas que dominam o período mencionado são progressivamente substituídas. Durante o final do século XIX e princípio do XX predomina a arquitetura eclética; (2) entre os anos 20 e 50 a arquitetura déco; (3) a partir dos anos 30 desponta a arquitetura modernista que se consolida na década de 40 e perdura até meados dos anos 70, com a chegada do pós-modernismo. Embora esse processo de substituição se acentue na contemporaneidade, ainda é possível encontrar exemplares dessas arquiteturas em toda a cidade. Parte desses exemplares está relativamente conservada, mas a maioria encontra-se em estado precário. Em muitas circunstâncias as facetas dessas arquiteturas são tomadas como antiquadas e suas características são consideradas inapropriadas para atender as demandas atuais. Essa situação faz com que a maior parte desses exemplares arquitetônicos perdure na cidade como elementos desconectados do presente, do passado e do futuro. Essas arquiteturas não participam efetivamente das histórias dos cidadãos soteropolitanos. Entretanto permanecem existindo enquanto potencialidades para uma efetiva articulação dessas temporalidades.

Veja mais em http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/12.139/4158
Esta é a minha primeira publicação neste blog, servindo como post de teste.

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Algumas modelagens em Sketchup úteis ao dia-a-dia


11 janeiro, 2012 – 4:20 pm | por onaci ricardo

Veja alguns modelos a partir do software que cria desde um prego a um arranha-céu.

>>Aqui temos uma mesinha-

Legal não é?

>>Bird’s Eye Maple Side Table by Chris Donaghue

Tool Shed by Gary Watson

Pratique suas modelagens e até a próxima.

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Proposta de capacitação em CAD e relacionamento com a CADaula


10 janeiro, 2012 – 5:31 pm | por onaci ricardo

— Programa de Parcerias CADaula

Você acredita que as ferramentas CAD são fundamentais para você? Acredita que, sendo um profissional que investe nisso irá se destacar no mercado? Se sua reposta foi SIM, então o que lhe proporemos abaixo pode ser interessante para você.

Sabendo da carência de empresas por profissionais qualificados, criamos o conceito: CAD Experts CADaula, um projeto que se insere no Programa de Parcerias CADaula (PPC), uma política para estabelecer amplas parcerias com agentes do mercado em troca de benefícios.Como o CADaula conta com diversos cursos em seu programa, pensamos em usar nossa estrutura para alavancar este projeto que será lançado em sua primeira edição, desde já e que que se encerrará em Março de 2012. Este é um programa que consta de diversas etapas que devem ser cumpridas para atingir o objetivo.O projeto inicial conta com três etapas, onde serão cumpridos seis cursos SEM CUSTOS: Dois de Autocad, e Sketchup, e um de V-Ray, Revit Architecture e 3ds Max. Em cada uma das etapas haverá tarefas e benefícios para ambos os lados.Como funciona a relação entre os contatos, as tarefas e atividades e quais serão os benefícios?Bem, já estamos seguindo com diversos contatos dos mais variados perfis, de estudantes a profissionais familiarizados com o mercado relacionado à Arquitetura, Design, Cultura, Tecnologia e CAD.

Estes contatos estabelecidos serão mantidos e possivelmente escalados para que com a relação com a empresa venham a contribuir com tarefas de vários aspectos. Projetos em CAD, exposições, indicações e parcerias profissionais livres e sem vínculo obrigatório ou contrato de fidelidade, em outras palavras um processo amplo, flexível e dinâmico.

Caso se interesse em participar deste Programa de relação envie-nos seu currículo para cadaula|arroba|gmail.com

O prazo é intensivo, e qualquer dúvida estaremos dispostos a um contato posterior.

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Arquitetura acessível – Piso tátil


10 janeiro, 2012 – 2:44 pm | por onaci ricardo

O que é piso tátil?

Piso Tátil é o piso diferenciado com textura e cor sempre em destaque com o piso que estiver ao redor. Deve ser perceptível por pessoas com deficiência visual e baixa visão.

É importante saber que o piso tátil tem a função de orientar pessoas com deficiência visual ou com baixa visão.

Pode parecer abstrato para as pessoas que enxergam, mas para o deficiente visual e a pessoa com baixa visão este piso é fundamental para dar autonomia e segurança no dia a dia!

Existem dois tipos de piso tátil: piso tátil de alerta e piso tátil direcional.

O piso tátil de alerta é conhecido popularmente como “piso de bolinha”.

Sua função, como o próprio nome já diz, é alertar. Por isso é instalado em início e término de escadas e rampas; em frente à porta de elevadores; em rampas de acesso às calçadas ou mesmo para alertar quanto a um obstáculo que o deficiente visual não consiga rastrear com a bengala.

A cor contrastante serve para auxiliar a pessoa que tem baixa visão.

A função do piso tátil direcional é direcionar e orientar o trajeto.

Em locais amplos onde não tem ponto de referência que seja detectado com a bengala, o piso tátil direcional serve como guia direcional, como mostra a foto abaixo.

O excesso deste piso ou a colocação em locais inadequados pode confundir e atrapalhar a locomoção.

>Em breve mais sobre arquitetura acessivel

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Maquetes na Antiguidade


19 dezembro, 2011 – 5:24 pm | por onaci ricardo

Teriam os antigos arquitetos gregos feito maquetes para projetar seus templos e santuários, seus teatros, ágoras, stoas e arsenais, edifícios que constituem as raízes clássicas da cultura ocidental e encantam continuamente por sua elegância, sutileza, por sua técnica impecável e sua sensível inserção paisagística? Existem vestígios arqueológicos de maquetes gregas? O que sabemos sobre os procedimentos projetuais destes arquitetos? Como enfrentaram os problemas e desafios que tiveram à frente?

Para tanto, foi necessário definir e estudar um corpus de objetos, isto é, um conjunto de objetos recolhidos em escavações arqueológicas que possuem formas arquitetônicas em tamanho reduzido e que podem ter sido maquetes de arquitetura.

A imagem acima teria sido um estudo volumétrico de Arkhanes; vista lateral. Datação: Minoico Médio (1.700-1.630 a.C). Material: Terracota com restos de policromia. Dimensões: Altura de cada pavimento: 15 e 18 cm; Largura: 31 cm; Profundidade: 28 cm. A cobertura do modelo foi reconstituída. Museu
Foto Wolfgang Sauber [Creative Commons]

A identificação no modelo de Arkhanes do conjunto de princípios de composição arquitetônica da época e de um conjunto de elementos arquitetônicos típicos seriam indícios de que trata de uma “maquete de arquiteto”?

Ilse Schoep interpreta o modelo de Arkhanes como um “modelo feito em escala para visualizar aspectos arquitetônicos concretos”. Essa interpretação da autora apoia-se em 3 aspectos principais:

A elaboração da maquete em escala;
As semelhanças com a arquitetura real (elementos arquitetônicos e configuração espacial);
A existência de detalhes construtivos e ornamentais.
Esses aspectos, no entanto, não parecem suficientes para caracterizar Arkhanes como “maquete de arquiteto”.

Assim como no caso do modelo egípcio do Rei Sety I, a qualidade artística do modelo de Arkhanes, especialmente o detalhamento de elementos arquitetônicos e a pintura da peça parecem pouco condizentes com um suposto uso como “maquete de arquiteto”.

Atualmente não há informações suficientes a respeito da peça para descartar a hipótese de que Arkhanes tenha tido um outro uso social não associado ao trabalho de arquiteto como a quase totalidade dos modelos egeanos: ritualístico, decorativo, oferenda, etc.

Supondo que Arkhanes esteja relacionada diretamente ao trabalho de arquitetos, este modelo seria uma “maquete de apresentação” do projeto ao cliente, ou seria um modelo feito a posteriori para representar uma edificação existente?

Considerando que a arquitetura representada em escala reduzida em Arkhanes corresponde a configurações tradicionais, comuns na arquitetura protopalaciana, teria o arquiteto construído um modelo de apresentação tão minucioso e requintado como Arkhanes para mostrar uma edificação que não possui “nada de novo”, e aparentemente segue os padrões tradicionais da época?

A interpretação sobre o provável uso do modelo de Arkhanes na sociedade da época poderia ser auxiliada pelo conhecimento sobre o processo de projeto no período Protopalaciano em Creta, no entanto, esse tema é controverso. Sobre o papel do projeto na arquitetura minóica existem basicamente duas posições divergentes:

Donald Preziosi (13) defende a tese de que havia sim um planejamento integral na arquitetura minóica, tanto nas residências quanto nos palácios, desde o período protopalaciano, apoiando-se na ortogonalidade presente na maioria das edificações minóicas, e em unidades modulares que deveriam definir o dimensionamento dos ambientes nas plantas da época.

A imagem acima é da Maquete contemporânea de reconstituição do Palácio de Cnossos, feita em madeira, Museu Heraklion, Creta
Foto Templar1307 [Creative Commons]

Arnold Lawrence (14), por sua vez, defende uma tese de que o planejamento no período protopalaciano devia ser pouco rigoroso, flexível e sujeito a alterações. Para o autor, mesmo nas edificações palacianas do período neopalaciano a noção de um planejamento integral deve ser aplicada com restrições. Sem dúvida, quando se trata de uma edificação complexa e ampla como um palácio, a noção de projeto integral e o trabalho de arquitetos são mais facilmente aceitos. No entanto, quando se trata de pequenas edificações residenciais tradicionais – como é o caso de Arkhanes – dificilmente se pode aplicar a noção de um rigoroso projeto integral que envolva o trabalho de arquitetos.

Com base nas informações disponíveis atualmente não é possível afirmar plenamente que Arkhanes seja uma “maquete de arquiteto”. Mas Arkhanes poderia ser um modelo didático, isto é, um objeto utilizado para apresentar de forma sintética os princípios espaciais e elementos formais da arquitetura da época. Grosso modo, Arkhanes pode ser tomado como um modelo no sentido amplo do termo: exemplo, ideal, referência, padrão, que pode ter tido vários usos em sua época, desde uma oferenda até um objeto artístico de decoração.

Seguindo neste sentido, não é necessário resolver todas as questões em torno do provável uso social do modelo de Arkhanes para perceber nessa peça a originalidade de certas soluções de modelagem arquitetônicas como por exemplo:

A articulação de suas partes que possibilita montá-lo e desmontá-lo, experimentando assim tanto a forma integral quanto a (des)construção da forma;
A riqueza espacial do modelo que permite ao observador “entrar” e “sair”, relacionando o “dentro” e o “fora” por meio da articulação da partes e também das aberturas, dos vãos, portas, janelas e elementos vazados;
As possibilidades dinâmicas de alternar apreensões gerais e específicas, indo do todo ao detalhe e vice-versa;
As características construtivas do modelo “desmontável” que estabelece analogias diretas com a ação formativa no canteiro, e abre-se ao exercício alternado de sínteses (processos de montagem, composição ou construção) e análises (processos de desmontagem ou desconstrução);
A representação em escala reduzida de elementos ornamentais (cornos consagrados), colunas e aberturas, assim como a representação artística de técnicas construtivas (alvenaria de amarração) da prática arquitetônica que lhe era contemporânea.
Apesar de todas estas qualidades singulares, o modelo de Arkhanes não pode ser definido como uma maquete de arquiteto. Não há indícios formais e nem arqueológicos suficientes para caracterizar esse objeto como modelo de projeto, ou mesmo como maquete de apresentação de uma edificação a ser construída. Justamente por não corresponder a uma arquitetura real específica, Arkhanes pode ser considerado um “tipo”, ou seja, um objeto que reúne em si características típicas e genéricas da arquitetura residencial minóica tradicional.

Leia mais no Portal VITRUVIUS http://vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/12.138/4125

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Telhado e rampas


14 dezembro, 2011 – 3:32 pm | por onaci ricardo

Observamos constantemente situações em que temos que projetar elementos como telhados e rampas, e para aqueles que estudam ou utilizam as técnicas de se projetar espaços sabem como é complicado decorar e utilizar fórmulas existentes para estes projetos.

Enfim, decidimos postar e analisar as fórmulas para o cálculos destas peças arquitetônicas.

EM TELHADO:

O telhado é baseado numa geometria interessante, donde triângulos, eixos e ângulos são o princípio de sua construção em desenho. Sua inclinação é expressa em porcentagem e não em graus como costumamos colocar em dados de ângulos.

Veja rapidamente como funciona:

>Aqui, observa-se a relação da altura h do telhado (ponto maximo, cumeeira) em função da inclinação dada em porcentagem.

 

EM RAMPAS:

Fórmula expressa pela NBR 9050

Fórmula expressa pela NBR 9050

> O cálculo é parecido com o do telhado, embasado em triângulo e relação geométrica.

Então só jogar de acordo com o vão de espaço para a rampa e projetar se seguindo sua lei de inclinação.

Arquitetura também é acessibilidade.

Até a próxima!!

 

 

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