Entendendo Seattle
segunda-feira, outubro 6th, 2008O meu primeiro contato consciente com Seattle foi musical. Lembro-me saudosamente das festas universitárias embaladas ao som de Pearl Jam, Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden, entre tantas (e sem ser injusto com as outras), do ápice do som grunge. Mais adiante, acompanhava curioso algumas obras publicadas, sobretudo nas revistas internacionais disponíveis, como a capela de Saint Ignatius de Steven Holl e a biblioteca pública de Rem Koolhaas. Recentemente, através da televisão, divertia-me com as hilárias e angustiantes situações vivenciadas pelo psicanalista Dr. Crane, na sitcom Frasier. Com efeito, ao abrir o Internet Explorer, comprar pelo site amazon.com e receber uma encomenda enviada por um Boeing através da UPS ou suas filiais qualquer pessoa no mundo pode se “relacionar” com empresas criadas ou sediadas em Seattle. Enfim, participar de seu cotidiano inspirou-me a refletir sobre a questão exposta no título. Definitivamente, não se trata de uma crítica sobre a produção cultural “na” ou “da” cidade, mas sim de uma tentativa de analisar algumas intervenções e soluções urbanas que vêm sendo discutidas pelos seus moradores nos últimos anos e que ganharam expressão nacional nos Estados Unidos. De modo audacioso, quem sabe retirar alguma lição, pelo bem ou pelo mal.
Fonte: http://www.vitruvius.com.br
Tags: arquitetura, maquetes eletronicas

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